Neste mês de junho, a Igreja está rezando para que o esporte seja um instrumento de paz, encontro e diálogo entre culturas e nações.
O que aprendemos com Jesus é uma luz para iluminar a nossa casa.
Parabéns! Seu nome está na lista dos bem-aventurados.
Evangelho.
Meditação
A surpresa do chamado, a generosidade da resposta
Evangelho.
Mt 9,9-13
Naquele tempo: 9Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus.
10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.
11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?”
12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício.’ De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.
Meditação.
Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).
Neste 10º Domingo do Tempo Comum, a Igreja nos abre o evangelho de São Mateus, no capítulo 9, bem na cena de seu chamado. E de sua pronta resposta. Uma cena que nos coloca bem no clima do Ano Vocacional que estamos celebrando.
A escolha de Jesus foi surpreendente. Ele chamou um cobrador de impostos para segui-lo, para fazer parte do seu grupo. Um cobrador de impostos? Pois é, este era o tipo de gente detestada, porque arrancava o dinheiro do povo em favor dos dominadores romanos. Estavam a serviço dos pagãos, eram, portanto, tidos como traidores e impuros. E ainda assim, Jesus o chamou. “Segue-me”. O homem vê a cara, mas Deus vê o coração. Jesus o chamou para ser seu discípulo. Ele mesmo explicou depois: “eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.
A resposta de Mateus também foi surpreendente, foi imediata e generosa. Ele se levantou e seguiu Jesus. Deixou a sua posição cômoda, seu emprego de funcionário de uma rede a serviço do Império e seguiu Jesus. Estava sentado na coletoria de impostos e levantou-se, acompanhando Jesus prontamente. E mais: deu um jantar em sua casa para Jesus e seus discípulos e convidou seus colegas de profissão. Isto foi razão de escândalo e crítica para os fariseus. Mateus, desta forma, está homenageando seu Mestre e aproximando-o de outros pecadores como ele. Seu exemplo certamente levou outros a abraçarem o convite de Jesus, tornando-se discípulos do Reino de Deus.
Ele era um funcionário, trabalhava coletando impostos para os romanos, profissão mal vista pelo seu povo. Deixou tudo. Tudo o quê? Tudo o que representava segurança, estabilidade, ser um elo na rede de arrecadação de impostos. Largou isso. Deu outro rumo à sua vida. Zaqueu também era um cobrador de impostos, e mal afamado. Ao que parece, ele não deixou a sua profissão, como Mateus, mas deu novo rumo a ela. Prometeu reparar a quem prejudicara. Vá, então, pensando no seu caso. Deixar tudo pode significar dar um rumo novo ao seu trabalho, à sua profissão, ao seu casamento.
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Guardando a mensagem
Jesus chamou um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Fez dele um apóstolo. Mateus, o convidado, aceitou o convite, com prontidão e generosidade. E logo arrumou um jeito de colocar Jesus em contato com seus colegas de profissão. E qual é a lição que você pode tirar desse evangelho? Bom, não aja como um fariseu, se escandalizando porque Jesus continua se misturando com os pecadores e os convidando a se tornarem seus discípulos. Ele veio para chamar os pecadores. Encante-se com Jesus, que age de uma forma assim tão surpreendente. E mais: reconheça que também você é um pecador, uma pecadora que precisa se levantar de seu comodismo, de sua zona de conforto para por o pé na estrada, na companhia de Jesus. E prepare-se para enfrentar a língua dos fariseus, porque de fariseu o mundo está cheio.
Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
a prontidão de Mateus em largar tudo e te seguir nos encanta. Chamado, não ficou protelando a sua adesão. Entendendo que o convite para te seguir comportava largar aquele vínculo de serviço ao Império como cobrador de impostos e a segurança do seu emprego, ele soube largar tudo, sem demora, nem desculpas. É um exemplo para nós, Senhor, esse teu apóstolo e evangelista. Também nos encanta o fato de tu, Senhor, não o teres discriminado por sua condição de colaborador dos romanos, mas o teres convocado para a missão, ao teu lado. Precisamos aprender contigo, Senhor, a dar valor às pessoas, fugindo de preconceitos e de qualquer discriminação. E precisamos aprender com Mateus a responder com generosidade ao teu chamado. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vivendo a palavra
Reze, hoje, a Oração do Ano Vocacional. Vou deixá-la junto com o texto da Meditação.
Senhor Jesus,enviado do Pai e Ungido do Espírito Santo,
que fazeis os corações arderem e os
pés se colocarem a caminho,
ajudai-nos a discernir a graça do vosso
chamado e a urgência da missão.
Continuai a encantar famílias, crianças,
adolescentes, jovens e adultos,
para que sejam capazes de sonhar e se entregar,
com generosidade e vigor,
a serviço do Reino,
em vossa Igreja e no mundo.
Despertai as novas gerações para a
vocação aos Ministérios Leigos,
ao Matrimônio, à Vida Consagrada
e aos Ministérios Ordenados.
Maria, Mãe, Mestra e Discípula Missionária,
ensinai-nos a ouvir o Evangelho da Vocação
e a responder com alegria.
Comunicando
Amanhã, tem encontro dos Ouvintes, no Recife. Começa às 11 horas, na Igreja de Santo Antonio, no centro da cidade.
Pe. João Carlos Ribeiro, sdb
Você leu a Meditação de ontem?
O que você faz ou o que você dá não é o mais importante.
Evangelho
Meditação
Jesus é o Senhor da história e está nos conduzindo para a justiça e a fraternidade.
Evangelho
Meditação
Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo
Evangelho
Jo 6,51-58
Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos judeus: 51“Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”. 52Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” 53Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue, verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que me recebe como alimento viverá por causa de mim. 58Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”.
Meditação
Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente (Jo 6, 51).
Chegamos ao dia de Corpus Christi. O que celebramos? O corpo e o sangue de Cristo, claro. A Eucaristia. O Concílio Vaticano II disse que a Eucaristia é fonte e ápice de toda a evangelização, de toda a vida da Igreja. Dom Bosco escreveu: “O sacrifício do altar é a glória, a vida, o coração do cristianismo”.
A Eucaristia é a Ceia Pascal que Jesus celebrou com os seus discípulos. E o que Jesus fez na última ceia? Ele antecipou a sua entrega na cruz, entregando-se ao Pai em nosso favor. Na cruz, ele deu a sua vida por nós. Aquela oferta generosa e obediente de si mesmo na cruz foi a mesma da ceia. É a mesma da Missa. A Missa renova aquela oferta do calvário, a sua morte redentora em favor da humanidade. A morte cruenta foi uma única vez. Mas, na Missa, como na última ceia, esse sacrifício é renovado, reapresentado a Deus.
A última ceia foi uma ceia de páscoa. Na ceia da páscoa, comia-se o cordeiro assado, cordeiro que tinha sido antes oferecido em sacrifício a Deus. Na ceia de Jesus, não houve cordeiro sacrificado. O cordeiro era Jesus. Ele seria sacrificado. Ele seria o alimento a ser consumido, na ceia da páscoa.
A Missa é a ceia da páscoa. O cordeiro que comemos, em família, em comunidade, em ação de graças pela libertação, é o próprio Jesus. Jesus está sacramentalmente presente no pão e no vinho consagrados. “Comam. Este é o meu corpo”. “Bebam. Este é o meu sangue”.
Na ceia pascal, a grande família rendia graças a Deus por todas as maravilhas que o Senhor realizara na história do seu povo, sobretudo a libertação do cativeiro do Egito. Na ceia dos cristãos, tudo é ação de graças ao Pai, por tudo que ele fez desde a criação até a vinda de Jesus e do Santo Espírito, e sobretudo a obra redentora de Jesus.
Ele disse ao povo: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”. De fato, por sua morte, ele nos trouxe a vida. Ressuscitado, ele apresentou-se aos discípulos e lhes comunicou a paz e o Espírito. A sua vida entregue expiou o nosso pecado. Ressuscitado, ele nos abriu as portas da casa de Deus: pelo dom do seu Espírito, agora somos filhos Deus. Na sua morte, ele nos deu a vida.
Na missa, na nossa ceia pascal, nos unimos a Cristo pela fé, pela caridade, pela oração e, muito especialmente, pela comunhão eucarística. Nós nos associamos ao seu sacrifício com nossas dores, nossos sofrimentos, nossas lutas. “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele”. Na comunhão eucarística, nos unimos a ele e ele se une a nós.
No sacrário, em cada igreja, se conserva a reserva eucarística, o pão consagrado na Missa para comunhão dos doentes e também para a adoração dos fiéis. Santos, como o Cura D’Ars, recomendava a Visita ao Santíssimo Sacramento. Dom Bosco era claro: “Vocês querem que Jesus lhes conceda muitas graças? Visitem-no muitas vezes. Querem que ele lhes conceda poucas? Então, visitem-no poucas vezes”.
Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente (Jo 6, 51).
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
reunido com os apóstolos na última ceia, tu te ofereceste ao Pai como cordeiro sem mancha e foste aceito como sacrifício de perfeito louvor. Pela comunhão no sublime sacramento da Eucaristia, tu nos nutres e santificas. Dá-nos, Senhor, a graça de nos aproximar sempre da mesa de tão grande mistério para encontrar, por tua graça, a garantia da vida eterna. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vivendo a palavra
Para honrar o Santíssimo Sacramento, no dia de hoje, é importante participar da Santa Missa e da Procissão Eucarística.
Pe. João Carlos Ribeiro, sdb
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