15 outubro 2018

LEVANDO JESUS A SÉRIO

No dia do julgamento, os ninivitas se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão. (Lc 11, 32)
15 de outubro de 2018.
O evangelho de ontem (Mc 10) reforçou o convite de Jesus a cada um de nós: “Vem e segue-me!”. O que nos faz cristãos é exatamente isto: o seguimento de Cristo. Para andarmos ao lado dele, no caminho, ele nos indicou duas condições: estarmos livres e sermos solidários. Para alcançar a vida eterna, ele nos ofereceu uma nova direção para a nossa vida: o seu seguimento.
A resposta do jovem rico à proposta de Jesus foi frustrante. A resposta dos apóstolos foi generosa. Eles deixaram tudo para segui-lo. E a resposta daquele povo da Galileia que Jesus estava evangelizando? Parece que Jesus andava meio decepcionado... Ele estava dizendo: “Esta geração é uma geração má. Ela busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal de Jonas”.
Jonas foi um sinal para o povo de Nínive. Ele, a mando de Deus, pregou por três dias na grande cidade, anunciando o castigo de Deus sobre todo aquele povo. Castigo por conta de sua impenitência, de sua vida de maldade e violência. E o povo de Nínive, diante daquela pregação do profeta, tomou consciência de sua condição e implorou a misericórdia de Deus. Acolheu a pregação de Jonas como um convite urgente à penitência e à conversão. Do pequeno ao grande, do pobre ao rei, todos se sentaram em cinzas e pediram perdão de seus pecados. Jonas foi um sinal para o povo de Nínive. Uma convocação à conversão. Mas, também um sinal da misericórdia de Deus, pois Deus, tendo desistido do seu intento de destruir tudo, mostrou a sua misericórdia, dando o seu perdão.
Esse sinal de Jonas para o povo do seu tempo estava sendo reeditado na presença de Jesus, na sua pregação. Como Jonas foi um sinal para o povo de Nínive, assim Jesus seria para o povo do seu tempo. Jonas pregou por três dias, cobrindo toda aquela cidade pagã. Jesus pregou por três anos, percorrendo todo o país. Ele também trazia um convite urgente à conversão. Jesus começou sua missão, convidando todos a acolherem o Reino que estava se aproximando: convertam-se e creiam no evangelho. O convite à conversão, na verdade, é um convite à acolhida da misericórdia de Deus.
Jesus estava lembrando que o povo de Nínive recebeu melhor o profeta Jonas do que a ele. Converteu-se à pregação de Jonas. E ali, Jesus não estava encontrando a mesma acolhida, nem a mesma disposição para a conversão. O povo de Nínive iria ser juiz do povo de Deus do tempo de Jesus. E iria condená-lo.
Guardando a mensagem
O povo pagão de Nínive converteu-se à pregação de Jonas. O povo de Deus do tempo de Jesus respondeu com indiferença à sua pregação. E um bom grupo reagiu com violência à boa notícia anunciada por ele. A pregação do Evangelho, que anuncia o Reino de Deus, continua hoje e chega até você e à
sua família. Como é que vocês estão reagindo a esse anúncio que pede conversão e acolhida do amor de Deus? Como o povo de Nínive? Como o povo do tempo de Jesus?
No dia do julgamento, os ninivitas se levantarão juntamente com esta geração e a condenarão. (Lc 11, 32)
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
essa página do Evangelho vem reforçar nossa caminhada cristã, que é um permanente convite à conversão, à acolhida da vida nova que tu nos alcançaste em tua cruz. Concede-nos, Senhor, que vençamos a indiferença, que é atitude típica do nosso tempo: o não ligar, o deixar pra lá, o não dar importância. Que a tua Palavra encontre abrigo em nossos corações e em nossas vidas, nos animando num processo de verdadeira conversão. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vivendo a palavra
A conversão é a nossa resposta à Palavra de Deus. A conversão é obra nossa e do Espírito Santo de Deus em nós. Assim, nesta segunda-feira, peça ao Santo Espírito, mais de uma vez, a graça da conversão.
Faltam 03 dias para o lançamento de minha nova música nas plataformas digitais e redes sociais. CONFIAR EM DEUS.

Pe. João Carlos Ribeiro – 15.10.2018

14 outubro 2018

UMA NOVA DIREÇÃO PARA A SUA VIDA


Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna? (Mc 10, 17)

14 de outubro de 2018.

A religião cristã não é apenas um conjunto de práticas religiosas que realizamos para o louvor de Deus e para o nosso bem pessoal. A religião cristã é, especialmente, seguimento de Jesus Cristo. Seguimento. O que nos define não é um título de pertença a uma instituição bimilenar. O que nos define é sermos discípulos de Jesus. É sermos seus seguidores, suas seguidoras. Percorremos com ele o seu caminho. Vamos com ele a Jerusalém.

Jesus e os discípulos estão indo a Jerusalém. Essa é a grande viagem que marca a sua vida. Em Jerusalém, acontecerá o drama da paixão. Essa caminhada é propriamente a direção da vida de Jesus. Neste caminho, a uma certa altura, vem alguém correndo, ajoelha-se aos seus pés e lhe pergunta o que deve fazer para ganhar a vida eterna. Ele já cumpria os mandamentos da Lei, desde a sua juventude. ‘Então, concluiu Jesus, só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!”. O homem ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico.

Essa pessoa buscava a felicidade, a realização, como todos nós. Era uma pessoa religiosa, praticante da Lei desde pequeno. Pelo que respondeu a Jesus, praticava certinho os mandamentos de Deus. Mas, estava inquieto. Sabia que lhe faltava alguma coisa. O que ele poderia fazer para ganhar a vida eterna, para participar da herança da completa felicidade? Ele percebeu que Jesus tinha a resposta. Ele poderia lhe indicar o que realmente tinha que fazer. E lhe pediu isso de joelhos, de coração aberto, com toda sinceridade.

Ele ouviu a resposta de Jesus. A resposta foi dada com muito respeito, muita consideração e como sinal de um amor sincero por ele. Está escrito: “Jesus o olhou com amor”. Não foi uma resposta para afastá-lo, para desanimá-lo em sua busca de felicidade, da herança da vida eterna. Foi uma resposta verdadeira, exigente. Ele, que estava ansioso em busca da felicidade, da vida eterna, ouvindo isso, ficou abatido e desistiu, foi embora cheio de tristeza. Não aceitou a proposta de Jesus, o caminho que ele lhe indicou. Optou por continuar sua vidinha. Optou por não ser seguir Jesus, não ser seu discípulo.

O que é que Jesus lhe pediu e pede a mim e a você, hoje? Ele o chamou para segui-lo. Só isso. “Vem e segue-me”. Segui-lo no seu caminho, sendo livre e solidário como ele. Livre de qualquer carga ou amarra. Solidário com os pobres e sofredores. Foi o que ele pediu àquele homem: o desapego dos seus bens e a solidariedade com quem nada tem. ‘Vende o que tens e dá aos pobres”. Em outras palavras, Jesus lhe indicou um modo novo de se relacionar com os bens e com os seus semelhantes. No trato com os bens, ser livre. Não viver para o dinheiro. Não ser possuído pelos seus bens. No trato com os seus semelhantes, ser solidário. Importar-se com sua dor, partilhar, não lhe ser indiferente.

Guardando a mensagem

Muitos cristãos estão ocupados na posse de muitos bens, usufruindo do seu bem-estar e fazendo da religião apenas um complemento para sua felicidade. No fundo, são infelizes, vivem tristes. Está lhes faltando alguma coisa. Eles também perguntam a Jesus o que precisam fazer para alcançar a felicidade completa, para ter direito à herança da vida eterna? Esperam que Jesus lhe passe uma receita de algumas coisas a serem feitas. Mas, Jesus lhe dá uma nova orientação para as suas vidas. Jesus os chama para segui-lo. Duas condições são necessárias para o seu seguimento: estar livre e ser solidário. Jesus os chama a ter um novo relacionamento com os bens (a liberdade) e com seus semelhantes ( a solidariedade). A verdadeira felicidade está em sermos irmãos, a caminho com Jesus, para a casa do Pai.

Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna? (Mc 10, 17)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,

Fica-nos a impressão que foste muito exigente com aquele que se apresentou no caminho, querendo fazer alguma coisa para ganhar a vida eterna. Tu o chamaste para te seguir. Para isso, ele precisava estar livre (não mais voltado para os seus bens) e ser solidário (não mais indiferente à sorte dos pobres). Ele não teve coragem de dar uma nova direção à sua vida. Na sua tristeza, vemos a tristeza de quem vive voltado para si mesmo. Por sorte, esse mesmo evangelho nos mostra que houve quem deixasse tudo e te seguisse, como foi o caso dos teus apóstolos. Livres e solidários, eles teriam tudo que deixaram cem vezes mais e a vida eterna no mundo futuro. Obrigado, Senhor, pelo exemplo de tantos irmãos e irmãs que seguem contigo, livres e solidários, pelo caminho da vida. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.


Vivendo a palavra

Será muito importante que você abra hoje sua Bíblia e leia essa passagem que toda a Igreja está meditando neste domingo: Marcos 10,17-30.

Pe. João Carlos Ribeiro - 14.10.2018

13 outubro 2018

A BEM-AVENTURADA


Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram (Lc 11, 27)
13 de outubro de 2018.
Depois do feriado da padroeira do Brasil, nossa mãe e senhora Aparecida, em que meditamos o texto das Bodas de Caná, o evangelho de hoje lhe faz um duplo elogio: à sua maternidade e à sua vivência da palavra de Deus.
O elogio da mulher foi maravilhoso. Ela gritou alto no meio da multidão. “Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram”. Ela louvou a mãe daquele profeta maravilhoso, Jesus, ali presente, encantando as pessoas com sua pregação e seus milagres. Parece ser essa uma forma comum no povo do Oriente de saudar assim uma pessoa muito querida e importante. Na verdade, é sempre assim em qualquer lugar: quer homenagear o filho, honre a sua mãe, não é verdade? A mulher louvou Jesus, por meio de sua mãe que o gerou e o amamentou.
E olha que esse detalhe da amamentação é uma coisa muito especial. Hoje, se sabe que o período da amamentação de uma criança é um tempo de grande influência na vida daquele ser humano. Amamentar é um ato em continuidade com a gestação, garantindo desenvolvimento físico, social e mental da criança. Da criança e da mãe também.
Na mesma linha, Izabel tinha feito o seu elogio. Nós, inclusive, continuamos a honrar a mãe do Salvador com suas palavras: “Bendito o fruto do teu ventre”. Izabel, cheia do Espírito Santo, louvou o fruto do ventre de Maria, louvou o filho, Jesus. Mesmo louvando quem foi gerado, não esqueceu a mãe, mencionando apropriadamente o seu ventre, o seu útero.
Jesus aproveitou o elogio da mulher à maternidade de Maria, que o gerou, para elevar ainda mais a louvação à sua mãe. Mais feliz ainda é ela por “ouvir a palavra de Deus e pô-la em prática”.  Maria gerou o filho e o amamentou em atenção à palavra de Deus que o anjo lhe transmitira. Sua maternidade, antes de tudo, é obediência a Deus, realização de sua vontade. Nesse sentido, ela é um exemplo para todos os seguidores de Jesus. Todos podem participar de sua bem-aventurança: “ouvir a palavra de Deus e pô-la em prática”.
Guardando a mensagem
O elogio que a mulher fez, no meio da multidão, a Jesus foi cheio de sensibilidade. Ela o honrou, louvando sua mãe que o gerou e o amamentou.  Hoje, a ciência conhece a importância que tem os nove meses de gestação e o tempo de amamentação para a vida de um ser humano. É um tempo sagrado em que a vida desabrocha como um verdadeiro milagre. Jesus completou o elogio que a mulher fez à sua mãe. ‘Muito mais feliz é ela por ter ouvido a palavra de Deus e tê-la praticado’. De verdade, a maternidade de Maria é fruto de sua obediência à vontade de Deus. Essa é a sua verdadeira bem-aventurança. Nós também participamos dessa bem-aventurança de Maria, na medida em que também realizarmos em nossa vida a Palavra do Senhor.
Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram (Lc 11, 27)
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
Estamos no mês do Rosário. Nessa oração tão simples e tão popular que é o Terço, meditamos, todos os dias, os mistérios de tua vida e de tua páscoa. E ao contemplarmos os passos de tua encarnação, pregação, paixão, morte e ressurreição, reconhecemos a presença amorosa e fiel de tua santa Mãe ao teu lado, fortalecendo tua obediência com a sua, sustentando tua missão com a sua incessante oração. E, com a tua volta ao Pai, ela continua cuidando da nova família que nasceu aos pés da tua cruz, o povo redimido pelo teu sacrifício redentor. Senhor, que nós a amemos sempre mais e a honremos como  nossa mãe e modelo. Seja bendito o teu santo nome, 5689hoje e sempre. Amém.
Vivendo a palavra
O pedido que o Papa fez, no início do mês, é um estímulo para vivermos essa palavra de hoje. Ele pediu que rezássemos o terço diariamente, nesse mês do rosário, pedindo a proteção de Nossa Senhora sobre a Igreja.
Só para lembrar: segundas e sábados, no Terço, meditamos os mistérios gozosos (A anunciação do anjo à Virgem Maria – A visitação a sua prima Izabel – O nascimento de Jesus na gruta de Belém – A apresentação do menino Jesus no Templo e a purificação de Maria – A perda e o encontro do adolescente Jesus no Templo.
Além do CD BEM-AVENTURADA com canções marianas de minha autoria, você agora pode também adquirir o meu LIVRO BEM-AVENTURADA. em nossa livraria virtual (www.amanhecer.org.br).

Pe. João Carlos Ribeiro – 13.10.2018

12 outubro 2018

ELA ESTAVA LÁ


Houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente (Jo 2, 1)

12 de outubro de 2018.

Esse texto do evangelho de São João sobre o milagre da água transformada em vinho, o primeiro sinal que Jesus deu sobre sua identidade e sua missão, já começa de uma maneira maravilhosa. “Houve um casamento. E a mãe de Jesus estava presente”. É a primeira lição a aprender de Maria: a sua presença fraterna na casa daquela família. A presença é o primeiro sinal de amor, de valorização do outro. Só estando presente, pode-se saber o que está acontecendo, conhecer a realidade e participar de alguma solução para os problemas. Ela estava lá. 

Então, Maria estava na festa de casamento. Jesus e os discípulos também tinham sido convidados e lá estavam. Devia ser alguém parente deles, para estarem todos ali. Houve um problema, faltou o vinho. A festa de casamento deles durava vários dias. E a bebida, claro, era o vinho. Faltou o vinho. Um desastre para aquela família pobre. Deduz-se que eram pobres, pela preocupação de Maria. Se tivessem posses, poderiam resolver facilmente a situação; não tendo grandes posses, como parece ser o caso, passariam um grande vexame, uma vergonha muito grande. Diriam, pelos corredores, que eles não tinham se preparado bem, que não tinham responsabilidade, que já estavam começando mal... sabe Deus quanta coisa ruim falariam, aumentando o clima de frustração na festa pela falta da bebida. Por isso, Maria ficou preocupada. 

Foi Maria quem falou com Jesus. Ela lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. Jesus notou o tom aflito de sua mãe, era um pedido de ajuda dirigido a ele, ela estava pedindo a sua intervenção. Mas, ele julgou que não era a hora ainda de se manifestar publicamente. Ele lhe disse: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”. Mas, ela não se fez de rogada. Movimentou-se, entrou em contato com os garçons e orientou que eles se apresentassem a Jesus para fazer o que ele mandasse. Assim, Jesus mandou encher as talhas de água. Quando foi levada ao chefe dos garçons, a água era vinho da melhor qualidade. 

Em Caná, naquela festa de casamento, Maria mostrou-se comprometida com o bem daquela família e proativa em relação a uma solução para o problema da falta de vinho. Mesmo com o aparente desinteresse demonstrado pelo filho, ela logo mexeu-se e orientou os garçons a se apresentarem a ele, aguardando uma indicação precisa do que fazer. Não ficou esperando de braços cruzados. Não apenas pediu a Jesus, pediu e encaminhou as coisas, certa que o filho agiria. Uma fé ativa, operante. Precisamos aprender isso com ela. 

Guardando a mensagem 

Nós somos devotos de Nossa Senhora, que bom! O Brasil tem Nossa Senhora Aparecida como sua padroeira. A devoção nos aproxima da pessoa que veneramos para sermos seus imitadores e gozarmos de sua proteção. Meditando sobre sua participação no casamento em Caná da Galileia, podemos aprender dela a sua preocupação com o sofrimento dos outros, sobretudo dos mais pobres e vulneráveis. Precisamos mesmo vencer a indiferença, que é um grande mal entre nós. Também de Maria aprendemos que não basta pedir a Deus o que precisamos e cruzar os braços. Isso não é fé, é alienação. A verdadeira fé nos faz implorar a Deus e arregaçar as mangas, confiados que ele já está agindo em nosso favor. 

Houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente (Jo 2, 1) 


Rezando a palavra 



CONSAGRAÇÃO DAS FAMÍLIAS A NOSSA SENHORA APARECIDA 


Nossa Senhora Aparecida 
Mãe de Jesus e nossa, 
Nós te consagramos, hoje, nossas famílias, 
Acolhe-nos sob a tua proteção materna. 
Ilumina, Senhora, nossos lares com a luz de Cristo. 
Educa nossas crianças e adolescentes 
com a Palavra do Senhor. 
Conduze-nos pelos caminhos do Evangelho. 

Afasta de nosso meio, Mãe, todo desrespeito 
contra a vida humana, 

a violência, a banalização do sexo, a injustiça. 

Livra nossos jovens das drogas e da violência. 

Faz-nos fortes, Senhora, na luta contra o aborto 
e o trabalho infantil. 
Confirma nossas famílias na santidade do matrimônio. 

O mundo precisa de diálogo e reconciliação. 
Ajuda-nos, Virgem Santa, a construir a paz 
em nossa casa e na rua. 
Intercede para que não falte o pão de cada dia 
em nossas mesas. 
Ensina-nos o caminho da missão. 
Toma sob a tua proteção, Senhora, 
as nossas famílias.
E dá-nos a tua bênção, Mãe Aparecida. 
Amém 

Vivendo a palavra 

Faça hoje um momento de oração por sua família. 
Reze também pelo Brasil. 

Pe. João Carlos Ribeiro – 12.10.2018