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08 janeiro 2019

ANTES DE TUDO, A COMPAIXÃO

Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor (Mc 6, 34)
08 de janeiro de 2018.
A pregação da palavra de Deus é uma coisa maravilhosa. Ninguém duvida. A celebração ou liturgia, outra coisa fantástica. Mas, nem a pregação, nem a celebração se explicam sem a compaixão, a caridade. A evangelização e a celebração começam e terminam na caridade. Está tudo no evangelho de hoje.
“Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor”. Aí começa tudo, na compaixão. Jesus viu aquele povo que o procurava e lhe doeu o coração vê-lo tão necessitado, tão fragilizado. Para uma pessoa do interior como Jesus, dava pena ver um rebanho sem pastor: as ovelhas se dispersam, os carneirinhos viram presas fáceis para as feras e os ladrões, não têm quem guie a um bom pasto. E olha que Jesus estava levando os discípulos para um lugar afastado para eles descansarem um pouco, pois estavam voltando, muito cansados, de uma missão. Diante daquela cena – ovelhas sem pastor – esqueceu-se o descanso e Jesus começou a “ensinar-lhes muitas coisas”, diz o evangelho.
O que será que Jesus ensinou àquela gente? Podemos imaginar, pois o que ele disse ao povo, certamente, é o que está no evangelho. Ele explicava, contando parábolas, como Deus ama os seus filhos, como fica feliz quando um filho ou uma filha escolhe o bom caminho;  como o Pai cuida das aves e das plantas e mais ainda cuida de cada filho. E ainda: como são felizes aqueles que Deus ama. E Deus preza antes de tudo os mais pobres e os mais sofridos. Aí, ele lhes falava do Reino de Deus. Ah, esse mundo fica melhor se Deus for obedecido como bom pai que é e se cada filho for fraterno e bom com seu irmão, com sua irmã. Quanta coisa Jesus tinha para dizer àquele povo maltratado pela violência, pela doença, pela pobreza!  E aqueles corações amargurados iam se enchendo de paz, de esperança. Riam com as histórias de Jesus (‘Imagine, o filho disse que ia, mas não foi, mas que malandro!’ - ‘E a festa que o Pai fez pra receber o filho que saiu de casa, ô festão!’ –‘ ‘Mas aquelas moças que foram para o casamento e esqueceram o óleo, que povo sem juízo!). Gente, olha a hora!
Quem falou “olha a hora!”? Os discípulos. Já está ficando tarde. Isso aqui é um lugar deserto. Esse povo precisa voltar pra casa. Já está tudo com cara de fome. Tenha paciência Jesus, a conversa está muito boa, mas está na hora de mandar o povo embora. ‘Mandar o povo embora, como assim?  Sem comer nada? Vocês providenciem alguma coisa’. Aí a coisa esquentou... Providenciar, nós? Aí, eles foram pragmáticos, como muitos administradores de hoje. Gastar dinheiro para alimentar essa gente? Não tem dinheiro que chegue. Mande esse povo embora enquanto é tempo. Eles se viram por aí... Olha a mentalidade deles: gastar dinheiro, despedir, mandar embora, não se sentir responsável por ninguém. E Jesus acalmou o grupo. Pera aí...  O que vocês têm aí pra comer? Vão, vão ver... Cinco pães e dois peixes? Tragam pra cá. Aí Jesus mandou todo mundo se sentar, formaram grandes grupos, ele pegou aqueles poucos pães e peixes, deu graças a Deus, fez a oração da bênção dos alimentos, partiu (preste atenção a este “partiu”) e ia dando os pedaços aos discípulos para que eles distribuíssem com o povo. Depois, dividiu também os peixes. O resultado, você já sabe. E até a sobra recolhida foi grandiosa. Olha a mentalidade de Jesus: alimentar, por em comum, partilhar, repartir, dividir, somos responsáveis uns pelos outros.
Guardando a mensagem
Antes de tudo, a compaixão. Jesus viu o povo e sentiu seu coração amargurado por vê-lo tão sofrido, tão fragilizado. Ele deixou de lado outro projeto e dedicou-se a “ensinar-lhe muitas coisas”. Isto é a evangelização.  A evangelização é o anúncio do amor do Pai pelo seu povo, que nos mandou Jesus como pastor e salvador. A evangelização nasce da compaixão. E gera compaixão, caridade, amor a Deus e ao próximo.
Antes de tudo, a compaixão. Era tarde, o lugar deserto, o povo faminto. Jesus envolveu os discípulos numa linda celebração. Pode ver que todos os detalhes lembram a última ceia, como se fosse uma preparação para a Santa Missa. A celebração nasce da compaixão de Deus pelo seu povo e de nossa compaixão pelo próximo. E gera compaixão, solidariedade, caridade, novas relações.
Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor (Mc 6, 34)
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
Hás de nos desculpar. Nós continuamos a pensar igualzinho aos discípulos naquela cena da multiplicação dos pães. Vemos as situações de sofrimento e abandono e cruzamos os braços. Ficamos paralisados por nossa mentalidade pragmática: não temos dinheiro, não temos condições, nem é responsabilidade nossa. A solução que temos é mandar embora, cada um se virar.  Senhor, ajuda-nos em nossa conversão. Na evangelização e na celebração, aprendemos contigo outra forma de ver e agir: sermos responsáveis uns pelos outros, fazer alguma coisa com o que temos e, sobretudo, confiar na providência de Deus que se manifesta na partilha e na solidariedade. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vivendo a palavra
Leia o texto do evangelho de hoje em sua Bíblia: Marcos 6,34-44. Anote alguma frase deste evangelho no seu caderno espiritual.

Pe. João Carlos Ribeiro, SDB – 08.01.2018

10 julho 2018

PARTICIPAÇÃO RIMA COM OPINIÃO


Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar (Mt 9, 33)
10 de julho de 2018.
Você é um cidadão. Você é uma cidadã. Coisa muito boa, parabéns. Mas, é um cidadão que participa ou que apenas assiste o que está acontecendo? Olha que aqui vai uma grande diferença, não é verdade? Há cidadãos que acompanham o movimento da sociedade, formam sua opinião, discutem, dão palpite... de alguma forma, participam. E há cidadãos que estão por fora, estão à margem, não se sentem em condições de dar sua opinião. Estão mudos, silenciosos. Não participam. Você conhece pessoas assim?
Por que será que há pessoas assim, mudas, num país democrático e numa igreja de comunidades? Talvez o país não seja tão democrático assim. E a Igreja não esteja assim tão comunitária. O fato é este e é grave: há pessoas deixadas à margem, sem efetiva participação, que não têm opinião para dar ou que apenas repetem a visão dos grupos econômicos detentores dos grandes veículos de comunicação.
Esse problema, com certeza, havia no tempo de Jesus. Gente calada, silenciada por uma educação autoritária ou por uma situação política repressora. Gente acostumada a viver à margem, desconsiderada, só contada para os impostos, mas sem nenhuma participação e envolvimento na vida do país. No evangelho de hoje, está dito que Jesus, vendo o seu povo, compadeceu-se dele, vendo, naquela gente cansada e abatida, ovelhas sem pastor.  E por onde ele andasse – povoados, cidades, sinagogas – ensinava, pregava o evangelho do Reino e curava todo tipo de doença e enfermidade. As curas eram uma forma de concretização do efeito da pregação. A Palavra de Deus resgata a dignidade da pessoa, acorda a sua condição de filho de Deus, devolve sua condição de ator ou atriz de sua própria história. Boa parte das doenças se alimenta do abatimento das pessoas, de sua permanente humilhação, de sua falta de horizonte. Jesus, com a força divina, anunciava o amor de Deus, libertando, curando, expulsando o mal da vida das pessoas.
E é aí que entra a história do homem mudo que apresentaram a Jesus. Como eles entendiam, estava mudo porque estava possuído por um demônio. Justo. Povo calado, silencioso, sem opinião sobre nada de importante só pode mesmo estar possuído por uma força maligna que o impede de se sentir e de se expressar como filho de Deus, como cidadão participante e informado, capaz de dizer sua palavra sobre o mundo. Quando o demônio foi expulso, ele começou a falar.
É isso que ocorre com a pregação do Evangelho, o amor de Deus comunicado pela presença de Jesus... os que estão à margem são chamados para o centro; aos que não estão enxergando, os cegos, é dada a luz da fé; os que estão possuídos pelo mal, pela doença, experimentam o poder libertador de Deus. O mudo começa a falar... o cidadão passivo começa a participar.
Vamos guardar a mensagem
Apresentaram um mudo a Jesus. Quase sempre a doença era explicada pela dominação de um mau espírito. Jesus expulsou o demônio e o mudo começou a falar. Em nossa sociedade, há um grande número de cidadãos mudos, silenciosos, à margem dos processos sociais. A verdadeira evangelização liberta essas pessoas de sua mudez, fazendo delas, cidadãos participantes na sociedade e na Igreja.
Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar (Mt 9, 33)
Vamos rezar a palavra
Senhor Jesus,
Ficamos felizes quando percebemos que a pregação da Palavra de Deus está gerando cristãos conscientes, responsáveis e participativos na vida da Igreja. É assim que tu continuas curando os mudos, libertando-os das correntes da dominação do mal. Ficamos felizes quando percebemos que cidadãos antes passivos, desconsiderados, começam a ter sua opinião, a se sentir envolvidos e participantes nos processos. É assim que tu continuas curando os mudos, libertando-os das correntes da dominação do mal. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vamos viver a palavra
Talvez hoje se apresente uma situação em que você precise emitir sua opinião. Faça um esforço para participar. Participando, a gente contribui, esclarece, aprende, forma opinião. Pessoas evangelizadas foram curadas de sua mudez.

Pe. João Carlos Ribeiro – 10.07.2018

25 abril 2018

HORA DE MUTIRÃO. CADÊ VOCÊ!?

Vão pelo mundo inteiro e anunciem o Evangelho a toda criatura (Mc 16, 15)
25 de abril de 2018.
Bem no final do seu evangelho, Marcos relata que Jesus deixou uma orientação muito clara para os seus discípulos. É quase um coroamento da narração do seu evangelho.
Na despedida de Jesus, uma orientação, um mandato, um envio. Ele volta ao Pai e deixa a sua missão com os seus discípulos. Até aquele momento, durante três anos, aquele pequeno grupo o tinha seguido, ouvido suas pregações, presenciado curas e milagres. E não só. Tinha acompanhado a perseguição à sua pessoa e à boa notícia que ele trazia. Testemunhas de sua morte, mas também testemunhas de sua ressurreição. Agora, o Senhor partia. E lhes deixava uma tarefa: continuar a sua missão.
Eles tinham uma boa notícia para anunciar ao mundo, um evangelho. A boa notícia era a de que o Pai enviou o Filho, Jesus, para a salvação de todos. E que o Filho, cheio do Espírito Santo, comunicou ao mundo, com palavras e ações, o amor libertador do Pai. O anúncio era também uma convocação: Cada um, reconhecendo o amor de Deus, acolha Jesus Cristo como caminho, para encontrar a vida.
Crer é a resposta certa a esta boa notícia, a este evangelho. Crer é acolher a pessoa de Jesus, como o Messias enviado, e acolher sua obra redentora na cruz pela qual nos chega o perdão dos nossos pecados. Crer é a condição para celebrar a graça da restauração no Batismo. Não acolher essa boa notícia, não crer, é negar-se a acolher a salvação. Assim, quem não crer permanece na sua condenação. Mas, quem crer e for batizado, será salvo.
Essa boa notícia, esse evangelho, destina-se a todos, ao mundo inteiro. Por isso, os missionários precisam levar essa notícia boa a todos. Todos precisam tomar conhecimento disso, o evangelho precisa chegar a toda criatura.
Esse mandato missionário foi entregue aos onze, aos líderes da comunidade de Jesus. Eles são os primeiros responsáveis. Mas, não são os únicos responsáveis. A missão é de todos os discípulos do Senhor, de todos os batizados. Os onze representam a comunidade. São onze porque um traiu o Senhor e deixou este mundo. Logo depois, eles elegeram o 12º, Matias. Os doze são representantes do novo Israel, a Igreja, o povo das 12 tribos. A missão é de todos.
Vamos guardar a mensagem
O dia de hoje dedicado a São Marcos, o evangelista, é uma boa oportunidade pra você se perguntar em que medida está realizando o mandato do Senhor, de levar o evangelho a toda criatura. Se em algum momento, você deixou-se ficar de braços cruzados, apenas observando outros realizarem o trabalho missionário, deixe isso no passado. A hora é de mutirão. Todo mundo pode ajudar. Temos que levar ao mundo o conhecimento de Jesus Cristo e do seu Evangelho. Arregace as mangas e encontre o seu espaço nesse grande mutirão.
Vão pelo mundo inteiro e anunciem o Evangelho a toda criatura (Mc 16, 15)
Vamos rezar a Palavra

Senhor Jesus,
Obrigado por nos confiares a tua missão, apesar de nossas debilidades.
Que ninguém de nós venha com a desculpa de não ter tempo, porque estamos em missão sempre, a toda hora, em qualquer lugar.
Que ninguém de nós ache que não tem qualidades especiais para pregar a Palavra, porque a melhor pregação é o exemplo de vida.
Que, na missão, ninguém queria ser maior do que os outros, porque o maior mesmo é o que serve com humildade e amor.
Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. 
Amém.

Vamos viver a Palavra
Você certamente compartilha a Meditação com muitas pessoas. Excelente! Hoje, faça assim: além de compartilhar, mande uma palavrinha de incentivo a essas pessoas que recebem a Meditação por seu intermédio. Afinal, Jesus nos mandou anunciar o evangelho a toda criatura.

Pe. João Carlos Ribeiro – 25.04.2018

11 julho 2017

A GRANDE NOVIDADE

No caminho, vocês anunciem: O Reino dos céus está próximo (Mt 10,5)
Jesus chamou os doze, deu-lhes poder sobre a doença e sobre o mal e os enviou em missão. Entre outras coisas, recomendou que avisassem ao povo que o Reino estava próximo.  O evangelista Mateus, por escrever seu evangelho entre comunidades formadas por judeus, evita dizer o nome “Deus”,  substituindo-o  por “céus”. Reino dos céus. Doze é uma representação do povo de Deus e de sua organização, de sua liderança. O povo do Antigo Testamento era o povo das doze tribos, dos doze patriarcas. A escolha e o envio de doze líderes mostra a intenção da ação de Jesus: ele está construindo um novo momento do povo de Deus, o povo que estará unido a Deus pela nova e eterna aliança.
Jesus dá várias instruções aos doze. De uma forma ativa, eles se associam à missão de Jesus. E a missão de Jesus está descrita um pouco antes, no final do capítulo 9: Jesus vendo as multidões, se compadeceu delas e as ensinava, pregando o Reino de Deus e curando as suas enfermidades. Compadecia-se de sua situação e lhes anunciava o Reino de Deus que chegou com ele para liberdade e salvação de todos. Eles deviam anunciar que o Reino estava próximo, isto é, aproximou-se, chegou para eles. O Reino é Deus nos salvando em Cristo.  Assim, os apóstolos pelo caminho devem avisar ao povo essa novidade, com palavras, mas também com gestos e ações onde se reconheça que Deus está agindo em favor do seu povo necessitado. O Reino é Deus nos libertando. É isso que está sinalizado nas curas de enfermidades e expulsões de espíritos impuros.
Meditando o evangelho, nos damos conta do amor de Deus que vem nos encontrar, da presença de Jesus que continua nos buscando e nos encontrando nos caminho de nossa vida e de nossa história. Nossa tarefa é também avisar a todos que o Reino do amor de Deus chegou, vencendo o ódio, a dor, o pecado. Esse é a boa nova, o evangelho a ser anunciado, a grande novidade.

28 maio 2017

A festa da missão

Portanto, vão e façam discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que lhes ordenei! (Mt 28, 19-20)

A ascensão de Jesus é a festa da missão. Ele veio como missionário do Pai. E retorna ao Pai. E entrega a missão aos seus discípulos. Os discípulos, com a força do Espírito Santo, somos agora suas testemunhas mundo afora.

São três as instruções que ele deixou antes de ser levado ao céu: a evangelização, o batismo e a catequese. Vejamos: ‘Vão e façam discípulos meus todos os povos’ (evangelização), ‘batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo’ (batismo), e ‘ensinando-os a observar tudo quanto lhes ordenei’(catequese).

08 novembro 2012

A ovelha perdida

Jesus anunciou que o Reino de Deus estava chegando. Foi assim que ele começou sua missão entre nós.  Os evangelhos contam que Jesus, depois da morte de João Batista, voltou para a Galileia e começou a pregar. E era esse o conteúdo de sua pregação. "O tempo já se cumpriu, e o Reino de Deus está próximo. Convertam-se e creiam no evangelho" (Marcos 12, 14-15). Jesus convidava as pessoas a viverem esse novo momento, em que Deus estava tão próximo e tão vizinho de todos, o Reino de Deus. Com sua palavra, com curas e milagres, ele foi conduzindo muita gente para o caminho de Deus, para viver no seu amor. Com sua morte e ressurreição, o Pai deu aos que creram no seu filho a possibilidade de viverem na completa comunhão consigo. O que Jesus estava fazendo? Estava construindo a Igreja. O que é a Igreja, senão a comunhão do povo com Deus Pai, por meio de Cristo, no seu Espírito?! Toda a obra de Jesus foi restabelecer a comunhão do povo com Deus. A Igreja é o resultado desta obra. É o povo novo que nasce da obra redentora de Jesus.

29 setembro 2012

O recado tem pressa

Com o mês de outubro, chega o mês missionário. Missionário é quem tem um recado para dar. Não é o dono do recado. Mas, tem pressa em desincumbir-se do mandato que recebeu. Foi encarregado de dar o recado. E o recado é importante para o destinatário. E tem pressa de chegar ao conhecimento do interessado. Outubro é o mês do recado. O mês missionário.

12 julho 2012

O mundo precisa de luz

Olhe para a realidade onde você vive. Facilmente você pode verificar como o mundo precisa de luz, como há escuridão e trevas por todo canto. É a corrupção política e econômica que chegou a um limite estratosférico. É o crescimento da miséria, e com ela o recrudescimento da violência e da impunidade. Como os valores sagrados da vida estão sendo desprezados pela manipulação genética, pela pesquisa em células tronco em embriões humanos depois jogados na lata do lixo, pelo aborto, pela eutanásia! O mundo está precisando de luz. Olhe para a situação das crianças: os crimes de abuso sexual contra elas, o novo mercado da prostituição infantil, a proliferação da pornografia infantil na Internet, a exploração do trabalho infantil.... o mundo está precisando de luz!

16 maio 2012

Servo ou Amigo

Diante de Jesus, como é que você  se sente: como um servo ou como um amigo? Essa pergunta pode ajudar você a entender o seu relacionamento com Jesus, e a melhorá-lo. Diante dele, você se sente mais como um servo ou realmente como um amigo? 


Jesus falou claro: eu não chamo vocês de servos, mas de amigos. O servo não sabe aonde o seu Senhor vai. E eu contei a vocês tudo que ouvi do meu Pai. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos. Vocês serão meus amigos se fizerem o que lhes peço: amem-se uns aos outros. (Cf. João 15). Jesus então nos disse que não nos trata como servos, mas como amigos. Ele dá sua vida por nós. É o amor maior que alguém pode demonstrar por seus amigos. Ele é nosso melhor amigo. E, claro, quer nos comportemos como seus amigos, não como seus servos.

05 janeiro 2012

Estamos precisando de guias

Uma coisa é dar informação, outra coisa é ser guia. Eu quero, por exemplo, ir a um lugar que não conheço bem. Alguém pode me dar uma informação: vá por ali, dobre à direita, siga em frente, etc. Outra coisa é se alguém puder me acompanhar até lá onde eu quero ir. Uma coisa é dar informação, outra coisa é ser guia: acompanhar até onde se precisa ir.