BLOG DO PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO

NÓS AMAMOS E SEGUIMOS JESUS




19 de junho de 2022

12º Domingo do Tempo Comum



EVANGELHO


Lc 9,18-24

Certo dia, 18Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: “Quem diz o povo que eu sou?”
19Eles responderam: “Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.
20Mas Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”.
21Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. 22E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.
23Depois Jesus disse a todos: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me. 24Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará”.



MEDITAÇÃO

Mas Jesus perguntou: E vocês, quem dizem que eu sou? Pedro respondeu: O Cristo de Deus (Lc 9, 20)

Outros estão dizendo isso e aquilo. Tudo bem. Mas, vocês, em que creem? Pra vocês, quem sou eu? Foi a pergunta de Jesus aos discípulos. O que o povo estava dizendo, tudo bem, era já uma aproximação da verdade, estava no caminho. Mas, os apóstolos, os doze, que estavam sempre com ele, tinham que saber certinho quem era ele. E sabiam. Pedro, o líder do grupo, falou em nome de todos: ‘Tu, Jesus, és o Cristo de Deus!’ Disse tudo, disse certo. Jesus é o Cristo de Deus, o enviado do Pai para nossa salvação. Mas, faltava ainda eles passaram pela grande provação da paixão para poderem explicar melhor isso. Por isso, Jesus falou-lhes de sua paixão, da rejeição das autoridades do seu povo, de sua morte e de sua ressurreição ao terceiro dia. Sem a cruz, não se entende Jesus.

Hoje, muita gente fica dizendo que conhece Jesus e dá os seus palpites. Tudo bem, estão tentando se aproximar da verdade. Mas os doze, os apóstolos, guardam o conhecimento verdadeiro de quem é Jesus. Eles foram, por ele, constituídos suas testemunhas. E nós guardamos os seus ensinamentos. Nós cremos no JESUS DE PEDRO, no testemunho dos apóstolos. Por isso, dizemos que nossa fé é apostólica, tem seu fundamento nos apóstolos. A Igreja é a comunidade edificada por Jesus sobre a fé de Pedro, sobre a pregação e o testemunho dos apóstolos. Somos a Igreja dos doze. Somos a Igreja de Pedro. Cremos com Pedro, o líder dos doze: ‘Jesus é o Cristo de Deus’. Igreja sem Pedro não é a de Jesus.

Outros continuam dando seus palpites. Tudo bem, estão no caminho. Aliás, não faltam novas opções reduzindo Jesus a senhor de curas e milagres. Mas, Jesus insistiu na cruz, na paixão, no seu sacrifício. Nós cremos no JESUS DA CRUZ. Jesus mesmo insistiu com os doze: não dá para compreendê-lo sem sua paixão e morte de cruz. E não dá para segui-lo sem cada um tomar sua cruz cada dia, com ele. Igreja sem cruz não é a de Jesus.

Outros tem lá suas teorias e seus interesses. E negam-se a acolher Maria como mãe. Com os apóstolos e a longa história da fé cristã em mais de 20 séculos, nós cremos no JESUS DE MARIA. Para nos salvar, ele assumiu nossa humanidade no seu seio virginal. Ela o educou na fé do povo eleito e o seguiu como primeira discípula. Na cruz, ele no-la entregou como mãe. E ela acompanhou os passos da Igreja nascente, como mãe da comunidade redimida. Na glória de Deus, ao lado do seu filho, ela é um sinal a nos lembrar que lá é o nosso lugar. De lá, continua cuidando de nós. Cremos no JESUS DE MARIA, a senhora sua mãe, a senhora mãe da Igreja. Igreja sem Maria não é a de Jesus.

Quem quiser invente sua doutrina, a nossa, nós a recebemos dos apóstolos, as testemunhas que Jesus escolheu e enviou. Com eles, nós cremos no JESUS DA EUCARISTIA. Na última ceia pascal, com os discípulos, Jesus consagrou a oferta de sua vida na cruz em nosso favor. E deu-se em alimento, no pão e no vinho, seu corpo entregue, seu sangue derramado. E instruiu os apóstolos para fazerem isso em sua memória. Celebrando a Santa Missa, renovamos o único sacrifício redentor de Cristo em favor da humanidade, reapresentando a oferta de sua vida em favor de todos. Somos a Igreja da Eucaristia. Nela, somos alimentados na comunhão com o seu corpo e o seu sangue. Por ela, elevamos ao Pai o maior louvor, o da obediência do seu filho na cruz e nos unimos a ele. Na Eucaristia, recebemos as mais altas bênçãos do Deus uno e trino a quem servimos. Nela, o Senhor Jesus está realmente presente no sacramento do pão e do vinho consagrados. Igreja sem Eucaristia não é a de Jesus.


Guardando a mensagem

Cremos em Jesus, o filho do Deus vivo, que assumiu nossa condição humana no seio de Maria. Pela cruz, ele redimiu o mundo. Pela ação do seu Santo Espírito, ele continua presente, nos conduzindo através dos pastores que agem em seu nome e nos santificando pelos sacramentos com os quais nos sustenta no caminho da fé. Cremos no Jesus de Pedro. Cremos no Jesus da Cruz. Cremos no Jesus de Maria. Cremos no Jesus da Eucaristia.

Mas Jesus perguntou: E vocês, quem dizem que eu sou? Pedro respondeu: O Cristo de Deus (Lc 9, 20)

Rezando a mensagem

Rezemos o trecho do credo apostólico que se refere a Jesus:

Creio em Jesus Cristo seu único filho, Nosso Senhor
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo
nasceu da Virgem Maria
Padeceu sob Pôncio Pilatos
Foi crucificado, morto e sepultado
desceu a mansão dos mortos
ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus
está sentado à direita de Deus Pai, todo poderoso,
de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos.

Amém.

Vivendo a palavra

Participar da Santa Missa é a tarefa mais santa para o dia de hoje. Podendo, compartilhe esta meditação com outras pessoas.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

O AMANHÃ, A DEUS PERTENCE



18 de junho de 2021

Sábado da 21ª Semana do Tempo Comum


EVANGELHO



Mt 6,24-34


Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 24“Ninguém pode servir a dois senhores: pois, ou odiará um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro.

25Por isso eu vos digo: não vos preocupeis com a vossa vida, com o que havereis de comer ou beber; nem com vosso corpo, com o que havereis de vestir. Afinal a vida não vale mais do que o alimento, e o corpo, mais do que a roupa? 26Olhai os pássaros dos céus: eles não semeiam, não colhem, nem ajuntam em armazéns. No entanto, vosso Pai que está nos céus os alimenta. Vós não valeis mais do que os pássaros?

27Quem de vós pode prolongar a duração da própria vida, só pelo fato de se preocupar com isso? 28E por que ficais preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam. 29Porém, eu vos digo: nem o rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. 30Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada no forno, não fará ele muito mais por vós, gente de pouca fé?

31Portanto, não vos preocupeis, dizendo: Que vamos comer? Que vamos beber? Como vamos nos vestir? 32Os pagãos é que procuram essas coisas. Vosso Pai, que está nos céus, sabe que precisais de tudo isso. 33Pelo contrário, buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. 34Portanto, não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas preocupações! Para cada dia, bastam seus próprios problemas”.


MEDITAÇÃO



Não se preocupem com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas próprias preocupações (Mt 6,34)


Não se preocupem com o dia de amanhã”. Como assim não se preocupar com o dia de amanhã? Foi o que Jesus disse? Foi. E ele foi uma pessoa despreocupada com o dia de amanhã? Bom, ele era conhecido por sua profissão, carpinteiro. Portanto, reconhecido por seu compromisso com o trabalho, com a sobrevivência. Não era um malandro. Nem foi um hippie. E por que ele recomendou aos discípulos que não se preocupassem com o dia de amanhã?


Bom, primeiro vamos ver o que ele disse certinho. Ele estava falando sobre o perigo de se servir a dois senhores, a Deus e às riquezas. Tendo dois senhores, você acabará sendo fiel a um e faltando com o outro, não é verdade? Se nós confiamos em Deus, então vivemos menos estressados com o futuro. Confiamos em Deus. Confiamos que é ele quem nos sustenta e garante a nossa vida. Se nós confiamos é no dinheiro, então lutamos com todas as forças para garantir o amanhã, porque ele depende só de nós. No final, Jesus disse: “Não se preocupem com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas próprias preocupações. Para cada dia, bastam seus próprios problemas”.


Nossa confiança em Deus não nos tira a responsabilidade com o presente e com o futuro. Mas, nos tira o peso e a sensação de estarmos sozinhos, lançados à própria sorte. Jesus nos mandou observar o que acontece com os pássaros e os lírios do campo. Nosso Deus e Pai os alimenta. Ele os veste de maneira maravilhosa. Jesus disse: “Olhem os pássaros do céu”. Ele nos mandou olhar, não imitar os pássaros do céu que não trabalham, nem poupam. Olhar e ver como Deus os alimenta, apesar de não plantarem, nem colherem. “Olhem como crescem os lírios do campo”. Não mandou imitar os lírios do campo que não trabalham, nem fiam. Olhar e se dar conta que Deus os veste, que a força de seu crescimento e de sua beleza vêm da força divina. Assim, sossegue o seu coração, é Deus quem providencia o seu alimento, a sua roupa, o seu sustento. Não viva numa aflição sem fim, num estresse doentio, com a preocupação do que vai ser amanhã, de como vai ser o futuro. Confia em Deus ou não confia?


Cada dia tem o seu peso pra gente carregar. Não nos sobrecarreguemos do peso do dia de amanhã. Vamos carregar o peso de hoje. Foi o que Jesus disse: “Para cada dia, bastam os seus próprios problemas”.





Guardando a mensagem


O jeito estressado, a excessiva preocupação com o amanhã, observou Jesus, é coisa de pagãos. Eles não conhecem o Deus vivo e verdadeiro. Eles não têm em quem confiar, a não ser em si mesmos e no seu dinheiro. Então, não se trata de você despreocupar-se, de viver irresponsavelmente. Trata-se de fazer bem a sua parte, levar o peso do dia de hoje com toda a responsabilidade e viver com a confiança de que nossa vida está nas mãos de Deus; que o nosso Deus e Pai é a nossa única segurança. Ele cuida de nós. Sabe do que nós precisamos. Estamos em suas mãos.


Não se preocupem com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas próprias preocupações (Mt 6,34)


Rezando a palavra


Senhor Jesus,

que diferença faz vivermos na fé, colocarmos o Reino de Deus em primeiro lugar em nossas vidas! Estamos na luta, trabalhando, estudando, planejando, pensando no dia de amanhã. Mas, não fazemos as contas só com nossas poucas forças ou com os nossos minguados recursos. Temos um pai, temos um Deus que nos sustenta, nos fortalece e garante o nosso amanhã. Podemos, então, viver tranquilos e dormir sossegados. Muito obrigado, Jesus, por nos recordares isso. Não nos deixes por nossa confiança no dinheiro, na riqueza. Não nos permitas que ponhamos nossa segurança nos bens deste mundo. Confiamos em Deus. Confiamos em ti. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.


Vivendo a palavra


Dom Bosco dava um conselho. Vou dar também. Antes de dormir, escreva num papelzinho sua maior preocupação e ponha o papelzinho debaixo do travesseiro. Na sua oração, diga ao Senhor o que você escreveu. E vá dormir tranquilo, tranquila. Não é mágica. É só um exercício de confiança em Deus.


Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

ONDE ESTÁ O TEU TESOURO, AÍ ESTÁ O TEU CORAÇÃO





17 de junho de 2022

Sexta-feira da 11ª Semana do Tempo Comum



EVANGELHO



Mt 6,19-23

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 19“Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.
22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão.



MEDITAÇÃO


Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração (Mt 6, 21)


Depois de ter ensinado o Pai Nosso, como um modelo de oração, Jesus deu outro ensinamento importante, desenvolvendo um tema já presente no Pai Nosso. Toda atenção para não se enganar com a riqueza.

Ajuntar tesouros é uma tentação permanente. No ‘Pai Nosso’, Jesus nos ensinou a pedir ao Pai “o pão nosso de cada dia”, o necessário para a nossa sobrevivência, não riqueza, fortuna. Nossa confiança está em Deus, não no dinheiro. É o Senhor quem nos sustenta, quem nos guarda. Como disse Jesus, é só olhar como ele alimenta os pardais e veste belamente as flores do mato. Com maior empenho, ele cuida dos seus filhos e de suas filhas, de sua comida, de sua roupa, de suas contas. Nossa confiança não pode estar no dinheiro, na segurança econômica. Nossa confiança só pode estar em Deus, em nosso Pai providente.

Jesus sentenciou: “Mesmo que alguém tenha muitas coisas, a vida de um homem não consiste na abundância de bens”. Não é ter muita coisa, muito dinheiro, muitos bens que resolve. A felicidade não está em ter bens. Precisamos, é certo, ter o suficiente para viver com dignidade. Mas, o acúmulo de coisas, de dinheiro, de bens pode nos dar a falsa impressão de segurança, de independência, de autonomia, de felicidade. De falsa felicidade. O coração humano não se contenta com coisas. Pode-se até ter a impressão que ao se ter a posse daquele bem, ou chegar àquele status, vai-se encontrar um grau de satisfação que vai ser a própria felicidade. Não é verdade. A felicidade não está em ter coisas, Jesus está nos lembrando.

Toda atenção: “Onde está o teu tesouro, aí estará o teu coração”. Se nos deixamos seduzir pelas coisas, pelo dinheiro, pela riqueza... nosso coração fica preso a esses bens. É a eles que amamos, é por eles que nos sacrificamos. Assim, desviamos o amor que devemos a Deus e ao próximo para o amor às coisas. E nos tornamos idólatras. No lugar do Deus vivo e verdadeiro, em quem devemos confiar, coloca-se a reserva que se tem no banco ou os imóveis que parecem conferir segurança. Logo, logo aparecem justificativas para o seu próprio egoísmo, para o isolamento e a insensibilidade para com a penúria do próximo.






Guardando a mensagem

A nossa escolha de vida é o trabalho honesto, no qual, com a providência de Deus, garantimos a sobrevivência de nossa casa, vivendo com sobriedade e essencialidade. Nosso ideal não é a riqueza e o luxo. Amamos o trabalho e valorizamos a partilha. Confiamos em Deus.

Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração (Mt 6, 21)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
a traça, a ferrugem e os ladrões destroem o tesouro que juntamos aqui na terra. O tesouro de boas obras, do amor a Deus, da nossa comunhão contigo, esse sim, ninguém destrói. Esse permanece. Continua, Senhor, nos ensinando a não servirmos às riquezas, nem nos sacrificarmos a elas, como novos ídolos. Baste-nos o pão de cada dia, com confiança na providência divina e compromisso com o trabalho honesto. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.


Vivendo a Palavra

Que tal, hoje, oferecer uma ajuda mais substancial a alguém que lhe pede ou mesmo a alguém que precisa, mas não lhe estendeu ainda a mão?

Comunicando

Foi linda a Missa de Corpus Christi, no Recife, no clima da preparação do Congresso Eucarístico Nacional, que terá lugar em novembro próximo, em Recife e Olinda. Agradeço ao grupo numeroso de irmãos e irmãs que a acompanhou, pelo nosso canal do Youtube ou pela TV Evangelizar.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

CORPUS CHRISTI, A FESTA DA EUCARISTIA



16 de junho de 2022

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo


EVANGELHO


Lc 9, 11b-17

Naquele tempo, 11b Jesus acolheu as multidões, falava-lhes sobre o Reino de Deus e curava todos os que precisavam.
12A tarde vinha chegando. Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Despede a multidão, para que possa ir aos povoados e campos vizinhos procurar hospedagem e comida, pois estamos num lugar deserto”.
13Mas Jesus disse: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Eles responderam: “Só temos cinco pães e dois peixes. A não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente”.
14Estavam ali mais ou menos cinco mil homens. Mas Jesus disse aos discípulos: “Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta”.
15Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram. 16Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão. 17Todos comeram e ficaram satisfeitos. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram.


MEDITAÇÃO


Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão (Lc 9, 16)

Chegamos ao dia de Corpus Christi. O que celebramos? O corpo e o sangue de Cristo, claro. A Eucaristia. O Concílio Vaticano II disse que a Eucaristia é fonte e ápice de toda a evangelização, de toda a vida da Igreja. Dom Bosco escreveu: “O sacrifício do altar é a glória, a vida, o coração do cristianismo”.

A Eucaristia é a Ceia Pascal que Jesus celebrou com os seus discípulos. E o que Jesus fez na última ceia? Ele antecipou a sua entrega na cruz, entregando-se ao Pai em nosso favor. Na cruz, ele deu a sua vida por nós. Aquela oferta generosa e obediente de si mesmo na cruz foi a mesma da ceia. É a mesma da Missa. A Missa renova aquela oferta do calvário, a sua morte redentora em favor da humanidade. A morte cruenta foi uma única vez. Mas, na Missa, como na última ceia, esse sacrifício é renovado, reapresentado a Deus.

A última ceia foi uma ceia de páscoa. Na ceia da páscoa, comia-se o cordeiro assado, cordeiro que tinha sido antes oferecido em sacrifício a Deus. Na ceia de Jesus, não houve cordeiro sacrificado. O cordeiro era Jesus. Ele seria sacrificado. Ele seria o alimento a ser consumido, na ceia da páscoa.

A Missa é a ceia da páscoa. O cordeiro que comemos, em família, em comunidade, em ação de graças pela libertação, é o próprio Jesus. Jesus está sacramentalmente presente no pão e no vinho consagrados. “Comam. Este é o meu corpo”. “Bebam. Este é o meu sangue”.

Na ceia pascal, a grande família rendia graças a Deus por todas as maravilhas que o Senhor realizara na história do seu povo, sobretudo a libertação do cativeiro do Egito. Na ceia dos cristãos, tudo é ação de graças ao Pai, por tudo que ele fez desde a criação até a vinda de Jesus e do Santo Espírito, e sobretudo a obra redentora de Jesus.

Ele disse ao povo: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”. De fato, por sua morte, ele nos trouxe a vida. Ressuscitado, ele apresentou-se aos discípulos e lhes comunicou a paz e o Espírito. A sua vida entregue expiou o nosso pecado. Ressuscitado, ele nos abriu as portas da casa de Deus: pelo dom do seu Espírito, agora somos filhos Deus. Na sua morte, ele nos deu a vida.

Na missa, na nossa ceia pascal, nos unimos a Cristo pela fé, pela caridade, pela oração e, muito especialmente, pela comunhão eucarística. Nós nos associamos ao seu sacrifício com nossas dores, nossos sofrimentos, nossas lutas. “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele”. Na comunhão eucarística, nos unimos a ele e ele se une a nós.

No sacrário, em cada igreja, se conserva a reserva eucarística, o pão consagrado na Missa para comunhão dos doentes e também para a adoração dos fiéis. Santos, como o Cura D’Ars, recomendava a Visita ao Santíssimo Sacramento. Dom Bosco era claro: “Vocês querem que Jesus lhes conceda muitas graças? Visitem-no muitas vezes. Querem que ele lhes conceda poucas? Então, visitem-no poucas vezes”.



Guardando a mensagem

Na cena da multiplicação dos pães, vemos os traços da Eucaristia: a reunião do povo, a pregação de Jesus, a refeição em comum. Os gestos de Jesus já vão antecipando a última ceia, a Santa Missa: tomou os pães, deu graças, partiu-os e os deu aos discípulos. A fração do pão e a entrega aos discípulos bem representam a sua entrega por nós. Jesus celebrou essa entrega obediente de sua vida na ceia pascal, a última ceia. Do pão, fez sacramento do seu corpo e o deu em alimento. Do vinho, fez sacramento do seu sangue e o deu em bebida. A Missa é a ceia pascal de Jesus. No lugar do cordeiro sacrificado, comemos pão e vinho, que, pelas palavras do Salvador e pela efusão do Espírito Santo, tornam-se substancialmente corpo e sangue de Cristo. Pela comunhão no seu corpo e no seu sangue, nos unimos profundamente a ele e ele a nós. Na Missa, elevamos ao Pai - com Cristo, em Cristo e por Cristo – a mais alta louvação e dele recebemos as mais elevadas graças e bênçãos.

Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão (Lc 9, 16)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
reunido com os apóstolos na última ceia, tu te ofereceste ao Pai como cordeiro sem mancha e foste aceito como sacrifício de perfeito louvor. Pela comunhão no sublime sacramento da Eucaristia, tu nos nutres e santificas. Dá-nos, Senhor, a graça de nos aproximar sempre da mesa de tão grande mistério para encontrar, por tua graça, a garantia da vida eterna. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.


Vivendo a palavra

Para honrar o Santíssimo Sacramento, no dia de hoje, é importante participar da Santa Missa e da Procissão Eucarística. 

Comunicando

Você sabe que todas as quintas-feiras, nós celebramos a Santa Missa com ouvintes e associados. A Missa de hoje vai começar mais cedo, às 10 horas, porque estaremos participando da Celebração presidida pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando, na Igreja da Madre de Deus, em clima de preparação do Congresso Eucarístico Nacional. Estou lhe deixando aqui o link pra você participar da Missa e o folheto com a liturgia de hoje. 

Um abençoado dia de Corpus Christi e até amanhã, se Deus quiser!

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

COMO ANDA A SUA VIDA DE ORAÇÃO?



15 de junho de 2022

Quarta-feira da 11ª Semana do Tempo Comum 

EVANGELHO


Mt 6,1-6.16-18

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1“Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus.
2Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 3Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, 4de modo que, a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.
5Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade, vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 6Ao contrário, quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.
16Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade, vos digo: Eles já receberam a sua recompensa. 17Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que os homens não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”.

MEDITAÇÃO


Quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e ora ao teu Pai que está oculto (Mt 6, 6)

Estamos ouvindo o Sermão da Montanha. Nele, Jesus faz uma reedição da Lei, orientando os seus seguidores sobre como se conduzir em diversas situações da vida. No ensinamento de hoje, ele toca em três temas: a esmola, a oração e o jejum. ‘Quando der esmola, não toque a trombeta diante de si, não dê publicidade à sua caridade. Quando jejuar, não desfigure o rosto, ninguém precisa saber de sua penitência. Quando for rezar, não exiba sua piedade em favor de sua boa imagem’. A orientação é afastar-se do jeito dos fariseus e realizar essas práticas religiosas com um novo espírito.

Vamos prestar bem atenção à preocupação de Jesus com relação à oração. Um grande defeito da oração dos fariseus era a ostentação. Disse Jesus, com toda clareza: “Quando vocês forem rezar, não façam como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens”. Os fariseus rezavam em público, mostrando-se praticantes fieis da religião. Eles eram realmente admiráveis pelo exato cumprimento externo das normas religiosas. E o povo os tinha em muita conta. Mas, esse modo de praticar a fé, no fundo, os estimulava a buscar prestígio e poder diante do povo. A ostentação destrói a prática religiosa.

Na ostentação, procura-se o reconhecimento por parte dos outros, o elogio dos homens. A ação que seria de louvor a Deus transforma-se em louvor a si mesmo. Na ostentação, manifesta-se a vaidade. Pela vaidade, a honra que é devida a Deus eu a canalizo para a minha pessoa. Jesus via isso também nos trajes dos fariseus e seus mestres, com a desculpa de homenagear as palavras da Lei. A ostentação é também uma forma de humilhar os pobres e as pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades. Além do mais, a ostentação é irmã do fingimento, da hipocrisia. É o culto da aparência, onde a verdade não conta, só o que fica bem na foto.

Pelo contrário, ensinou Jesus, “quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”. A oração é um ato de intimidade entre Pai e filho. “Entra no teu quarto e fecha a porta”. Quarto é uma maneira simbólica de falar da própria intimidade. Esse é o primeiro templo, o nosso interior. A oração é como estar de portas fechadas, você e o seu Pai, conversando no seu quarto. É no espaço interior, longe de olhares curiosos ou das manifestações públicas de santidade, que você e Deus conversam, trocam confidências, acertam as coisas.




Guardando a mensagem

Os fariseus gostavam da oração da praça. Uma oração marcada pela ostentação, pelo jogo da aparência, pela falsidade das intenções. A oração servia para engrandecer sua imagem de homens devotos e cumpridores das obrigações religiosas. Era, afinal, uma louvação a si mesmos. Jesus aconselhou a oração do quarto. Uma oração marcada pela simplicidade, pela intimidade. Um diálogo amoroso e filial com Deus, no templo da própria interioridade.

Quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e ora ao teu Pai que está oculto (Mt 6, 6)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
O teu ensinamento de hoje é uma grande lição para nossa vida de oração. Diante de Deus, não vale a aparência. Vale a verdade. No relacionamento com ele, conta pouco a formalidade. Vale especialmente a simplicidade, a confiança e a intimidade de filho ou filha no encontro com o seu Pai. O teu ensinamento, Senhor, não desprestigia os nossos templos. Mas, fica claro, que antes do templo de pedra, a oração se faz verdadeira no meu templo interior. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Consagre, hoje, um tempinho maior para sua oração pessoal. Recolha-se em qualquer lugar (pode ser mesmo no coletivo) e comunique-se com o seu Deus e Pai, no quarto do seu ser, na sua intimidade.

Comunicando

Como você sabe, todos os dias, nós enviamos a Meditação em formato de áudio e também de texto. Acompanhando o áudio, vai sempre uma breve apresentação da Meditação e o link para o texto. O texto do Evangelho e da Meditação é publicado diariamente no meu blog padrejoaocarlos.com. Quando lemos o texto, além de ouvi-lo, melhora muito a compreensão da mensagem.  Além do mais, no final do texto, tem como você postar seus comentários. 

Muito obrigado pela atenção. Até amanhã, se Deus quiser!

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

SEM ÓDIO NO CORAÇÃO




14 de junho de 2022

Terça-feira da 11ª Semana do Tempo Comum




EVANGELHO


Mt 5,43-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43“Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44Eu, porém, vos digo: ‘Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem!’ 45Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre os justos e injustos.
46Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47E se saudais somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.


MEDITAÇÃO


Amem os seus inimigos e rezem por aqueles que perseguem vocês (Mt 5, 44).

Jesus nos mandou amar os inimigos. Essa atitude cristã supera o comportamento humano digamos “normal” que seria amar os amigos e odiar os inimigos. Viver na fé em Jesus Cristo nos faz superar essa posição. Amar os seus inimigos e rezar por eles. Eita coisa difícil!

O Papa Francisco, em uma de suas homilias, tratando desse ensinamento de Jesus, deixou uma dica muito interessante. Disse ele: “Hoje, nos fará bem pensar num inimigo – creio que todos nós temos um -, alguém que nos fez mal ou que nos quer fazer mal ou tenta nos prejudicar: pensar nesta pessoa. A oração mafiosa é: “Você me paga”. A oração cristã é: “Senhor, dê-lhe a sua bênção e ensine-me a amá-lo”. Pensemos num inimigo: todos temos um. Pensemos nele. Rezemos por ele. Peçamos ao Senhor a graça de amá-lo” (Homilia na Capela da Casa Santa Marta, 19 junho 2018)

Interessante essa diferença entre a oração mafiosa e a oração cristã. Ter raiva é uma coisa natural. Deixar que a raiva tome conta da gente, aí é que não dá. Permitir que a raiva se transforme em rancor, ódio e nos cegue em nossas atitudes, aí não. Segundo o ensinamento de Jesus, o melhor caminho é acalmar o coração e tentar ver em quem nos ofende ou nos agride um irmão, uma pessoa que está equivocada, mas continua a merecer nossa consideração. Não responder-lhe na mesma medida, não desejar-lhe o mal, antes preservar sua boa imagem, querer o seu bem, rezar por ele ou por ela. É o que Jesus está nos dizendo neste evangelho.

O Papa Francisco, na homilia que mencionei no início, deu uma explicação interessante. Acompanhe. “Nós sabemos que devemos perdoar os nossos inimigos”, nós dizemos isso todos os dias no Pai-Nosso. Pedimos perdão assim como nós perdoamos: é uma condição…", embora não seja fácil. Assim como “rezar pelos outros”, por aqueles que nos dão problemas, que nos colocam à prova: também isto é difícil, mas o fazemos. Mas rezar por aqueles que querem me destruir, os inimigos, para que Deus os abençoe: isso é realmente difícil de entender. É a difícil lógica de Jesus, que no Evangelho está contida na oração e na justificação daqueles que “o mataram” na cruz: “perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem”. Jesus pede perdão para eles, assim como fez Santo Estevão no momento do martírio” (até aqui, o Papa Francisco).

Amar os inimigos é uma coisa. Aprovar suas ações é outra. Rezar por eles é uma coisa. Cruzar os braços diante da injustiça e da maldade que eles fazem é outra coisa. É obrigação nossa bloquear o mal, estancar a injustiça. Mas, sem ódio no coração. Sem revanchismo, sem espírito de vingança. E querendo o bem também de quem nos faz mal: a sua conversão, a sua humanização.

Jesus está chamando a nossa atenção para o diferencial do cristão. Não agir como os pagãos ou pessoas sem a luz da fé. Eles amam os seus amigos, tratam bem os seus iguais. Temos que imitar o Pai. Temos que imitar Jesus. Amar os inimigos, rezar pelos que nos perseguem, fazer o bem a quem nos maltrata.


Guardando a mensagem

Jesus nos mandou amar os inimigos, fazer-lhe o bem. E nos deu como modelo o Pai, o nosso Deus. O próprio Jesus é nosso modelo. Imitando Jesus, amamos a todos, queremos o bem de todos e, quando perseguidos, injuriados ou difamados, lutamos para não guardar mágoa, nem alimentar ódio em nosso coração. Antes, rezamos por quem nos faz o mal e queremos o bem de quem nos ofende. É nesse espírito que enfrentamos a defesa dos nossos direitos e a busca da verdade. Sem ódio no coração.

Amem os seus inimigos e rezem por aqueles que perseguem vocês (Mt 5, 44).

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
está aí uma coisa difícil: amar os inimigos. Mas, esse é o jeito certo do cristão ser, para parecer contigo, para ter os teus mesmos sentimentos, como nos aconselhou o apóstolo. Ajuda-nos, Senhor, a tirar do nosso coração todo sentimento de rancor, de ódio, de inclinação à vingança. Ajuda-nos a cultivar o amor cristão que vê no outro, mesmo no inimigo, um irmão ou uma irmã que precisa encontrar o caminho do bem. Abençoa, Senhor, os que nos fazem o mal. Eles também são irmãos que precisam encontrar a graça da conversão. Ajuda-nos, Senhor, a vencer o mal com o bem. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.


Vivendo a palavra

Identifique, hoje, na sua história de vida, alguém que lhe tenha feito muito mal. Fale com Jesus, em sua oração, pedindo-lhe forças para perdoar essa pessoa.

Comunicando

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Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

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