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20210808

RESPONSÁVEIS PELA CASA DE DEUS



09 de agosto de 2021

EVANGELHO


Mt 17,22-27

Naquele tempo, 22quando Jesus e os seus discípulos estavam reunidos na Galileia, ele lhes disse: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens. 23Eles o matarão, mas no terceiro dia ele ressuscitará”. E os discípulos ficaram muito tristes. 24Quando chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto do Templo aproximaram-se de Pedro e perguntaram: “O vosso mestre não paga o imposto do Templo?”
25Pedro respondeu; “Sim, paga”. Ao entrar em casa, Jesus adiantou-se, e perguntou: “Simão, que te parece: Os reis da terra cobram impostos ou taxas de quem: dos filhos ou dos estranhos?” 26Pedro respondeu: “Dos estranhos!” Então Jesus disse: “Logo os filhos são livres. 27Mas, para não escandalizar essa gente, vai ao mar, lança o anzol, e abre a boca do primeiro peixe que pescares. Ali encontrarás uma moeda; pega então a moeda e vai entregá-la a eles, por mim e por ti”.


MEDITAÇÃO


O mestre de vocês não paga o imposto do Templo? (Mt 17, 24)

Várias vezes, participei da Santa Missa, no terceiro domingo do mês, na cidade pernambucana de Carpina. Esse é o dia em que os fiéis daquela paróquia oferecem o seu dízimo. Na hora do ofertório, o povo forma uma longa fila e, um por um, traz o seu envelope, e com ele toca o altar e o deposita num grande cesto. O fato de tocar o altar com o envelope é facilmente compreensível: o que está dentro do envelope representa a participação daquele fiel na oferta que a Igreja faz a Deus. De fato, durante a apresentação das oferendas em cada Missa, o presidente da celebração bendiz o Senhor pelo “fruto da terra e do trabalho do homem”, no sinal do pão e do vinho.

Mas, realmente, o que me chamava a atenção naquela grande fila de pessoas, cantando e apresentando o seu dízimo, em Carpina, era a presença do pároco e do vigário paroquial na fila também. Pe. José Rolim e Pe. Brenno, que estavam à frente da Assembleia, iam também pra fila e cada um apresentava o envelope com o seu dízimo. No início, muita gente estranhou. Achavam, com razão, que os dois padres não precisavam ir pra fila como todo mundo, eles estavam dispensados do dízimo. Já eram ministros do altar, já davam do seu tempo e de sua vida a serviço da Igreja, não havendo mais necessidade de devolver o dízimo. Aliás, do dízimo do povo já saía a sua côngrua, o seu pro labore. Mas, os dois padres não faltavam na fila e nem se preocupavam de fornecer qualquer explicação.

Tudo isso ilustra o evangelho de hoje. Num dia em que Jesus e seu grupo estavam chegando a Cafarnaum, cobradores do imposto do Templo perguntaram a Pedro se Jesus pagava aquela taxa. Pedro, para facilitar as coisas, disse que sim. E quando entrou em casa, Jesus puxou logo o assunto. Perguntou se, num reino, a quem se cobra os impostos, aos filhos do rei ou aos estranhos? Pedro respondeu que, claro, aos estranhos. Os filhos estavam mais do que dispensados; o reino era do pai deles, ora essa. Ainda assim, para não ser motivo de escândalo, Jesus mandou Pedro providenciar o pagamento. Assim, lhe indicou que fosse pescar, que era a profissão de Pedro. No primeiro peixe fisgado, encontraria uma moeda – o estáter – que daria para pagar o imposto por si e pelo Mestre.

Três coisas, pelo menos, podemos aprender com essa página do evangelho de hoje. O primeiro ensinamento vem dos chatos que cobraram o imposto. O imposto de que se fala, nessa passagem, não é o dízimo. Nem o imposto de César. No dízimo, apresentava-se como oferta a Deus os primeiros frutos da agricultura e os primeiros animais de corte do rebanho. O dízimo tem a ver, então, com ganhos, salários, rendimentos. Também, claro, não se trata do imposto ao império romano, devido pela condição de povo subjugado. Este era pago com muita má vontade e, no meio, de muitos conflitos. Além da prática do dízimo, havia, no povo de Deus do tempo de Jesus, um imposto anual para sustentação do Templo (levitas, cantores, sacerdotes, lenha, funcionamento do Templo e do seu culto). O imposto do Templo era anual, pago pelos homens, e equivalia a dois dias de trabalho, pagos com uma moeda grega chamada dracma. O primeiro ensinamento é este: Somos responsáveis pela manutenção da Casa de Deus.

O segundo ensinamento vem do exemplo de Jesus. Ele não estava obrigado, como filho de Deus, a pagar esse imposto. Aliás, muita gente, pela sua ligação com o Templo, estava dispensada: sacerdotes, levitas, rabinos. Mas, Jesus fez questão de participar, de dar bom exemplo, de mostrar-se também comprometido. Nessa responsabilidade com a Casa de Deus, ninguém deve se omitir. As lideranças podem ajudar muito, como Jesus, como os padres de Carpina, dando bom exemplo.

O terceiro ensinamento vem do peixe. É verdade que Pedro foi pescar. Mas, o que se conseguiu para a oferta do imposto não foi só trabalho de Pedro, mas foi, particularmente, providência divina. Ele encontrou a moeda na boca do peixe, conforme a palavra de Jesus. Há aqui uma lição muito importante: para as coisas de Deus, quando há boa vontade de nossa parte, mesmo não tendo, aparece um jeito, coisa da providência de Deus. Muita gente já experimentou isso.

Guardando a mensagem

O evangelho de hoje nos chama à responsabilidade de filhos na manutenção da Casa de Deus. Somos responsáveis pela casa do Senhor. Jesus mesmo deu exemplo: mesmo sendo filho, estando dispensado, participou também com sua contribuição para o Templo. O dinheiro que Pedro achou na boca do peixe nos mostra que o próprio Senhor, na sua Providência Divina, nos ajuda a encontrar modos de participar na manutenção de sua Casa e de sua Obra.

O mestre de vocês não paga o imposto do Templo? (Mt 17, 24)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Muito temos que andar em matéria de corresponsabilidade na manutenção da Igreja e de sua missão evangelizadora. O nosso dízimo nem devia ter esse nome, pois não passa de uma simples oferta que não tem relação com os nossos ganhos reais. E as nossas ofertas, ao menos as que oferecemos nas celebrações, são trocados dignos de um esmoler. Damos esmolas, não sustentamos a Casa de Deus. Senhor, converte o nosso coração. Que o teu exemplo nos ajude a partilhar com amor e confiança para o sustento da tua Casa e para a realização de suas responsabilidades para com os mais pobres, com a formação dos nossos ministros, com a evangelização do mundo. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

É hora de você rever a sua participação de filho na Casa de Deus. Hoje, tome uma boa decisão nesse assunto.

E eu quero deixar um agradecimento a todos os que assistiram a live solidária de sábado passado e, especialmente, os que fizeram sua doação. A causa é nobre: comida na mesa do necessitado. Se alguém ainda deseja fazer sua doação, é só seguir as indicações da postagem da Meditação de sexta-feira passada.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

20190812

FILHOS RESPONSÁVEIS


O mestre de vocês não paga o imposto do Templo? (Mt 17, 24)
12 de agosto de 2019.
Várias vezes, participei da Santa Missa, no terceiro domingo do mês, na cidade pernambucana de Carpina. Esse é o dia em que os fiéis daquela paróquia oferecem o seu dízimo. Na hora do ofertório, o povo forma uma longa fila e, um por um, traz o seu envelope, e com ele toca o altar e o deposita num grande cesto. O fato de tocar o altar com o envelope é facilmente compreensível: o que está dentro do envelope representa a participação daquele fiel na oferta que a Igreja faz a Deus. De fato, durante a apresentação das oferendas em cada Missa, o presidente da celebração bendiz o Senhor pelo “fruto da terra e do trabalho do homem”, no sinal do pão e do vinho.
Mas, realmente, o que me chamava a atenção naquela grande fila de pessoas, cantando e apresentando o seu dízimo, em Carpina, era a presença do pároco e do vigário paroquial na fila também. Pe. José Rolim e Pe. Brenno, que estavam à frente da Assembleia, iam também pra fila e cada um apresentava o envelope com o seu dízimo. No início, muita gente estranhou. Achavam, com razão, que os dois padres não precisavam ir pra fila como todo mundo, eles estavam dispensados do dízimo. Já eram ministros do altar, já davam do seu tempo e de sua vida a serviço da Igreja, não havendo mais necessidade de devolver o dízimo. Aliás, do dízimo do povo já saía a sua côngrua, o seu pro labore. Mas, os dois padres não faltavam na fila e nem se preocupavam de fornecer qualquer explicação.

Tudo isso ilustra o evangelho de hoje. Num dia em que Jesus e seu grupo estavam chegando a Cafarnaum, cobradores do imposto do Templo perguntaram a Pedro se Jesus pagava aquela taxa. Pedro, para facilitar as coisas, disse que sim. E quando entrou em casa, Jesus puxou logo o assunto. Perguntou se, num reino, a quem se cobra os impostos, aos filhos do rei ou aos estranhos? Pedro respondeu que, claro, aos estranhos. Os filhos estavam mais do que dispensados; o reino era do pai deles, ora essa. Ainda assim, para não ser motivo de escândalo, Jesus mandou Pedro providenciar o pagamento. Assim, lhe indicou que fosse pescar, que era a profissão de Pedro. No primeiro peixe fisgado, encontraria uma moeda – o estáter – que daria para pagar o imposto por si e pelo Mestre.
Três coisas, pelo menos, podemos aprender com essa página do evangelho de hoje. O primeiro ensinamento vem dos chatos que cobraram o imposto. O imposto de que se fala, nessa passagem, não é o dízimo. Nem o imposto de César. No dízimo, apresentava-se como oferta a Deus os primeiros frutos da agricultura e os primeiros animais de corte do rebanho. O dízimo tem a ver, então, com ganhos, salários, rendimentos. Também, claro, não se trata do imposto ao império romano, devido pela condição de povo subjugado. Este era pago com muita má vontade e, no meio, de muitos conflitos. Além da prática do dízimo, havia, no povo de Deus do tempo de Jesus, um imposto anual para sustentação do Templo (levitas, cantores, sacerdotes, lenha, funcionamento do Templo e do seu culto). O imposto do Templo era anual, pago pelos homens, e equivalia a dois dias de trabalho, pagos com uma moeda grega chamada dracma.Somos responsáveis pela manutenção da Casa de Deus.
O segundo ensinamento vem do exemplo de Jesus. Ele não estava obrigado, como filho de Deus, a pagar esse imposto. Aliás, muita gente, pela sua ligação com o Templo, estava dispensada: sacerdotes, levitas, rabinos. Mas, Jesus fez questão de participar, de dar bom exemplo, de mostrar-se também comprometido. Nessa responsabilidade com a Casa de Deus, ninguém deve se omitir. As lideranças podem ajudar muito, como Jesus, como os padres de Carpina, dando bom exemplo.
O terceiro ensinamento vem do peixe. É verdade que Pedro foi pescar. Mas, o que se conseguiu para a oferta do imposto não foi só trabalho de Pedro, mas foi, particularmente, providência divina. Ele encontrou a moeda na boca do peixe, conforme a palavra de Jesus. Há aqui uma lição muito importante: para as coisas de Deus, quando há boa vontade de nossa parte, mesmo não tendo, aparece um jeito, coisa da providência de Deus. Muita gente já experimentou isso.
Guardando a mensagem
O evangelho de hoje nos chama à responsabilidade de filhos na manutenção da Casa de Deus.  Somos responsáveis pela casa do Senhor. Jesus mesmo deu exemplo: mesmo sendo filho, estando dispensado, participou também com sua contribuição para o Templo. O dinheiro que Pedro achou na boca do peixe nos mostra que o próprio Senhor, na sua Providência Divina, nos ajuda a encontrar modos de participar na manutenção de sua Casa e de sua Obra.
O mestre de vocês não paga o imposto do Templo? (Mt 17, 24)
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
Muito temos que andar em matéria de corresponsabilidade na manutenção da Igreja e de sua missão evangelizadora. O nosso dízimo nem devia ter esse nome, pois não passa de uma simples oferta que não tem relação com os nossos ganhos reais. E as nossas ofertas, ao menos as que oferecemos nas celebrações, são trocados dignos de um esmoler. Damos esmolas, não sustentamos a Casa de Deus. Senhor, converte o nosso coração. Que o teu exemplo nos ajude a partilhar com amor e confiança para o sustento da tua Casa e para a realização de suas responsabilidades para com os mais pobres, com a formação dos nossos ministros, com a evangelização do mundo. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vivendo a palavra
É hora de você rever a sua participação de filho na Casa de Deus. Hoje, tome uma boa decisão nesse assunto.

Pe. João Carlos Ribeiro – 12 de agosto de 2019.

20180605

UM DEUS ESCONDIDO NO SEU BOLSO


E Jesus disse: “De quem é a figura e a inscrição que estão nesta moeda?” (Mc 12, 16)
05 de junho de 2018.
Mas, tem muita gente ruim nesse mundo! As autoridades fizeram um plano para destruir Jesus. Mandaram fariseus e partidários de Herodes para cavar uma acusação contra ele. E eles chegaram com aquela conversinha, chamando Jesus de ‘Mestre’ e fazendo-lhe altos elogios. Disseram que foram fazer-lhe uma consulta: ‘Dize-nos o que pensas: é lícito ou não pagar imposto a César?’. Ninguém se engane, não era uma dúvida. Era uma arapuca.
Jesus logo percebeu o jogo deles. O imposto do imperador era alvo de muita polêmica, revoltas da população e muita repressão por parte dos romanos. Se dissesse que estava de acordo, eles o acusariam diante do povo como traidor. Pagar o imposto seria reconhecer a dominação romana sobre o país. Se dissesse que não era para pagar, eles o denunciariam aos romanos como incitador do povo contra o império, como aliás o fizeram no processo da paixão. Jesus percebeu a maldade deles e começou desmascarando o grupo. Ele os chamou de hipócritas e disse que aquilo era, na verdade, uma armadilha.
Depois de desmascará-los, Jesus pediu para ver a moeda com que se pagava o imposto, a moeda romana, a dracma. Se Jesus pediu para ver a moeda, é porque Jesus não tinha a moeda, concordam?  Mas, eles a tinham. E mostraram. O fato de terem a moeda já mostra como eles estavam integrados no sistema romano, não acha? Bom, fique atento à pergunta de Jesus. ‘De quem é a imagem e a inscrição desta moeda?’. Eles responderam que era de César. Então, havia uma imagem e uma inscrição. E eram de César, o imperador romano. Um judeu piedoso não suportava imagem, você sabe disso. Mas, esses tais carregavam no bolso, tranquilamente, a imagem do imperador.
O caso é que a moeda do imposto devia ser um problema muito sério para os judeus do tempo de Jesus. Na moeda, havia a imagem do imperador. E a inscrição dizia: ‘Tibério César Augusto, filho do divino Augusto’. Os imperadores romanos daquele período eram divinizados. O pai adotivo desse Tibério foi chamado de divino Augusto, reconhecido como um deus pelo senado romano. Havia um templo em Esmirna, onde esse imperador Tibério era cultuado. Então, era a moeda de um imperador divinizado... e isso será que vai bem com um judeu piedoso? Claro que não. O primeiro mandamento do decálogo (Ex 20) fala do único Deus a quem se deve adorar e prestar culto. E que não deve ser representado em imagem. Essa era uma regra sagrada para o judeu. Não vale exatamente para nós hoje, depois de mais vinte séculos, mas aí é outra história.
Bom, você está entendendo... nas mãos de Jesus, está a moeda do imposto. O que ela tem de especial? Ela é uma declaração do senhorio de um imperador divinizado. É a proclamação de um deus que não é o Deus de Israel. Um imperador com seu título de filho do divino Augusto e com sua imagem, uma agressão para o judeu do tempo de Jesus. Servir a outro Senhor é idolatria, é traição ao verdadeiro Deus.
Vamos guardar a mensagem
As autoridades estavam decididas a eliminar Jesus. Levaram-lhe uma pergunta, na verdade, armaram-lhe uma armadilha. Esses ‘inocentes senhores’ queriam saber ‘se era certo pagar o imposto a César?’. Jesus começou desmascarando aquele grupo mal intencionado pela pergunta que fez e pelo tratamento que eles estavam dando ao imperador divinizado. Jesus não respondeu se era para pagar imposto ou não pagar imposto. Jesus denunciou que eles tinham embarcado no projeto do imperador que estava tomando o lugar do Deus vivo e verdadeiro. O Senhor de nossas vidas e de nossa história é Deus, o Deus que se revelou ao povo de Israel, que o libertou do cativeiro e o constituiu seu povo. Não é César. A Deus, devemos dar todo o nosso amor e toda a nossa adoração. A Deus, não a César. Nem a César, nem a qualquer outro senhorzinho de plantão.
E Jesus disse: “De quem é a figura e a inscrição que estão nesta moeda?” (Mc 12, 16)
Vamos rezar a palavra
Senhor Jesus,
tua palavra é uma luz em nossa vida. Ela ilumina as situações que enfrentamos, mostrando suas ambiguidades. Nesse assunto do imposto ao império romano, percebeste que o problema não era pagar ou não pagar o imposto. O problema era fazer do imposto um ato de idolatria, de culto a um falso Deus. Ajuda-nos, Senhor, com a luz do teu Santo Espírito, a não elegermos falsos deuses em nossa vida, a quem sirvamos e nos sacrifiquemos. Só o Deus vivo e verdadeiro merece toda honra e toda glória. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amem.
Vamos viver a palavra
É capaz de haver outro deus na sua vida. É bom ficar vigilante... Só o Deus vivo e verdadeiro merece todo o nosso amor e a nossa adoração. Ninguém pode tomar o lugar dele. Nem filho, nem marido, nem mulher;  nem trabalho, nem dinheiro, nem o mercado. Deus está acima de tudo e de todos. Ele é o nosso amor maior, o nosso bem maior. No dia de hoje, verifique qual é a imagem que tem na sua ‘moeda’... qual é o deus que está se escondendo naquilo que você mais dá valor.

Pe. João Carlos Ribeiro – 05.06.2018