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20200902

JESUS NA MINHA CASA


Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão (Lc 4, 38)

02 de setembro de 2020

Jesus saiu da sinagoga, com alguns discípulos, naquele sábado e foi para a casa de Simão e André, como informou o evangelista Marcos. Lá, falaram-lhe da sogra de Simão que estava de cama, com febre. Jesus recriminou a febre e ela ficou boa e começou a servi-los. De tardezinha, a frente da casa ficou cheia de gente e Jesus curou várias pessoas. De madrugada, Jesus saiu de casa e foi rezar num lugar deserto. Lá tomou a decisão de ir a outras aldeias e cidades. E assim, começou o seu trabalho por toda a região.

Prestemos atenção, nesse texto, em como aparece a casa de Simão. A cidade é Cafarnaum. Da sinagoga, Jesus vai para a casa. Na casa, cura a sogra da febre. No terreiro da casa, faz o bem a muita gente doente e sofrida. E da casa sai para a missão em toda a região. Casa nos lembra família. Casa também nos remete à Igreja. Tentemos, então, olhar esse texto a partir da ‘casa’.

A casa de Simão é uma casa acolhedora de Jesus. Como você lembra, a família era formada por todos os aparentados e quase sempre moravam juntos. No caso, encontramos a sogra de Simão morando ali também. E Jesus, quando voltou da Judeia, depois da prisão de João Batista, ficou morando em Cafarnaum. E sempre que volta pra casa, volta pra esta casa de Simão. A casa de Simão é também a casa de Jesus. A casa da família de Simão é a casa que acolhe Jesus!


A casa de Simão é uma casa acolhedora do doente. As pessoas ali estão preocupadas com a mulher que está de cama, por isso intercedem a Jesus em favor dela. Ele preocupou-se com ela e a libertou da febre.

A casa de Simão é uma casa missionária, aberta à comunidade. À tardinha, o povo de Cafarnaum reuniu-se à porta da casa. E Jesus, ali mesmo no terreiro da casa, atende às pessoas, cura algumas, restaura outras.

A casa de Simão é uma casa missinária, aberta para o mundo.  De casa, Jesus saiu, ainda escuro, para rezar num lugar deserto. Ali, em oração, tomou uma decisão: partir para outros lugares. A casa se transforma numa plataforma para o ministério de Jesus por todo o país.

Guardando a mensagem

A sua família, como a casa de Simão, é chamada a ser uma casa que acolhe Jesus.A sua pessoa, o seu evangelho têm um lugar especial em nossa vida de família, marcam o nosso modo de ser e de viver. A presença de Jesus fica clara quando a gente fala dele, quando a gente reza. E até para sinalizar sua presença na casa, a gente pendura um crucifixo num lugar de destaque na sala ou põe um quadro do Coração de Jesus ou põe a Bíblia Sagrada num lugar especial. São sinais. Eles avisam que aquela casa, como a de Simão, é casa de Jesus.

A sua família, como a casa de Simão, é uma casa acolhedora do doente. A família é o primeiro espaço de vivência de nossa fé. Ali aprendemos a amar as pessoas, a cuidar com carinho e respeito das crianças, dos doentes e dos idosos. Temos sempre diante de nós a atenção que Jesus teve com a sogra de Simão.

A sua família, como a casa de Simão, é uma casa missionária, aberta à comunidade. Contrariando as tendências de hoje de isolamento e anonimato, a casa dos cristãos se comunica com a vizinhança e se abre à comunidade cristã do seu lugar. Jesus continua fazendo o bem, a partir da porta de sua casa.

A sua família, como a casa de Simão, é uma casa missionária, enviando para o mundo. Os cristãos são sal da terra e luz do mundo. A família é o primeiro espaço de formação para isso. Forma cidadãos conscientes para agir, com o fermento do evangelho, no mundo do trabalho, da cultura, da economia, da política, do lazer. A família é a plataforma de onde partem profissionais, cidadãos, pais de família segundo o espírito do evangelho. A família é onde nascem as vocações apostólicas. É a primeira escola de formação de missionários leigos, consagrados e ordenados para levar o evangelho a toda criatura.

Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão (Lc 4, 38)


Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Nós te acolhemos em nossa casa. Queremos fazer como os discípulos de Emaús que te disseram: “Fica conosco, Senhor, é tarde, a noite já vem”.     Nós te acolhemos, em nossa casa, na pessoa do doente, do idoso, da criança. E queremos te apresentar as suas necessidades, para que os visite e os abençoe. Nós queremos que nossa casa seja missionária, aberta à comunidade e educadora de cidadãos e cristãos comprometidos em melhorar o mundo, para o bem de todos. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

E o desafio desse mês, você topou? Ler o evangelho de São Marcos. Já começou?
Uma sugestão: Neste mês de setembro, ponha a Bíblia Sagrada em um lugar de destaque em sua casa ou no seu local de trabalho (se isso for possível).

Pe. João Carlos Ribeiro, SDB




20200115

UMA CASA ACOLHEDORA E MISSIONÁRIA

A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus (Mc 1, 30)
15 de janeiro de 2020
A cidade é Cafarnaum. Da sinagoga, Jesus vai para a casa. Na casa, cura a sogra de Simão que estava de cama. No terreiro da casa, faz o bem a muita gente doente e sofrida. E da casa sai para a missão em toda a região. ‘Casa’ nos lembra família. ‘Casa’ também nos remete à Igreja. Olhemos esse texto a partir da ‘casa’.
A casa de Simão é uma casa acolhedora de Jesus. A casa era de Simão e André, que eram irmãos. Como você lembra, a família era formada por todos os aparentados e quase sempre moravam juntos. No caso, encontramos a sogra de Simão morando ali também. E Jesus, quando voltou da Judeia, depois da prisão de João, ficou morando em Cafarnaum. E sempre que volta pra casa, volta pra esta casa de Simão. A casa de Simão é também a casa de Jesus. A casa da família de Simão é a casa que acolhe Jesus!
A casa de Simão é uma casa acolhedora do doente. As pessoas ali estão preocupadas com a mulher que está de cama, por isso comunicam isso a Jesus. Ele interessou-se por ela, foi vê-la e a ajudou a levantar-se, livrando-a da febre.
A casa de Simão é uma casa missionária, aberta à comunidade.  À tardinha, o povo de Cafarnaum reuniu-se à porta da casa. E Jesus, ali mesmo no terreiro da casa, atende às pessoas, cura algumas, liberta outras.
A casa de Simão é uma casa missionária, aberta para o mundo.  De casa, Jesus saiu, ainda escuro, para rezar num lugar deserto. Ali, em oração, tomou uma decisão: partir para outros lugares. A casa se transforma numa plataforma para o ministério de Jesus por todo o país.
Guardando a mensagem
A sua família, como a casa de Simão, é uma casa que acolhe Jesus. A sua pessoa, o seu evangelho têm um lugar especial em nossa vida de família, marcam o nosso modo de ser e de viver. A presença de Jesus fica clara quando a gente fala dele, quando a gente reza.
A sua família, como a casa de Simão, é uma casa acolhedora do doente. A família é o primeiro espaço de vivência de nossa fé. Ali aprendemos a amar as pessoas, a cuidar com carinho e respeito das crianças, dos doentes e dos idosos. Temos sempre diante de nós a atenção que Jesus teve com a sogra de Simão.
A sua família, como a casa de Simão, é uma casa missionária, aberta à comunidade.  Contrariando as tendências de isolamento e anonimato, a casa dos cristãos se comunica com a vizinhança e se abre à comunidade cristã do seu lugar. Jesus continua fazendo o bem, a partir da porta de sua casa.
A sua família, como a casa de Simão, é uma casa missionária, enviando para o mundo. A família forma cidadãos conscientes para agir, com o fermento do evangelho, no mundo do trabalho, da cultura, da economia, da política, do lazer.  A família é a plataforma de onde partem profissionais, cidadãos, pais de família, segundo o espírito do evangelho. A família é onde nascem as vocações apostólicas. É a primeira escola de formação de missionários leigos, consagrados e ordenados para levar o evangelho a toda criatura.
A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus (Mc 1, 30)
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
Nós te acolhemos em nossa casa. Queremos fazer como os discípulos de Emaús que te disseram: “Fica conosco, é tarde, a noite já vem”. Nós te acolhemos, em nossa casa, particularmente na pessoa do doente, do idoso, da criança. E queremos te apresentar as suas necessidades, para que os visites e os abençoes. Nós queremos que nossa casa seja missionária, aberta à comunidade e educadora de cidadãos e cristãos comprometidos  em melhorar o mundo, para o bem de todos. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vivendo a palavra
Na casa dos cristãos, há muitos sinais que indicam que se trata de uma casa que acolhe Jesus. Por exemplo: Um crucifixo em lugar de destaque, um quadro do Coração de Jesus ou a Bíblia Sagrada em lugar especial. São apenas sinais. Mas, eles dizem: ‘essa casa, como a de Simão, é a casa de Jesus’.Na sua casa, há algum sinal de acolhida de Jesus e de sua comunidade?
15 de janeiro de 2020

Pe. João Carlos Ribeiro




20180905

EU SEI ONDE É A CASA DE SIMÃO


Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão (Lc 4, 38)
05 de setembro de 2018.
Jesus saiu da sinagoga, com alguns discípulos, naquele sábado e foi para a casa de Simão e André, como informou o evangelista Marcos. Lá, falaram-lhe da sogra de Simão que estava de cama, com febre. Jesus recriminou a febre e ela ficou boa e começou a servi-los. De tardezinha, a frente da casa ficou cheia de gente e Jesus curou várias pessoas. De madrugada, Jesus saiu de casa e foi rezar num lugar deserto. Lá tomou a decisão de ir a outras aldeias e cidades. E assim, começou o seu trabalho por toda a região.
Prestemos atenção, nesse texto, em como aparece a casa de Simão. A cidade é Cafarnaum. Da sinagoga, Jesus vai para a casa. Na casa, cura a sogra da febre. No terreiro da casa, faz o bem a muita gente doente e sofrida. E da casa sai para a missão em toda a região. Casa nos lembra família. Casa também nos remete à Igreja. Tentemos, então, olhar esse texto a partir da ‘casa’.
A casa de Simão é UMA CASA ACOLHEDORA DE JESUS. Como você lembra, a família era formada por todos os aparentados e quase sempre moravam juntos. No caso, encontramos a sogra de Simão morando ali também. E Jesus, quando voltou da Judeia, depois da prisão de João Batista, ficou morando em Cafarnaum. E sempre que volta pra casa, volta pra esta casa de Simão. A casa de Simão é também a casa de Jesus. A casa da família de Simão é a casa que acolhe Jesus!
A casa de Simão é UMA CASA ACOLHEDORA DO DOENTE. As pessoas ali estão preocupadas com a mulher que está de cama, por isso intercedem a Jesus em favor dela. Ele preocupou-se com ela e a libertou da febre.
A casa de Simão é UMA CASA MISSIONÁRIA, ABERTA À COMUNIDADE .  À tardinha, o povo de Cafarnaum reuniu-se à porta da casa. E Jesus, ali mesmo no terreiro da casa, atende às pessoas, cura algumas, restaura outras.
A casa de Simão é UMA CASA MISSIONÁRIA, ABERTA PARA O MUNDO.  De casa, Jesus saiu, ainda escuro, para rezar num lugar deserto. Ali, em oração, tomou uma decisão: partir para outros lugares. A casa se transforma numa plataforma para o ministério de Jesus por todo o país.
Guardando a mensagem
A sua família, como a casa de Simão, é chamada a ser UMA CASA QUE ACOLHE  JESUS. A sua pessoa, o seu evangelho têm um lugar especial em nossa vida de família, marcam o nosso modo de ser e de viver. A presença de Jesus fica clara quando a gente fala dele, quando a gente reza. E até para sinalizar sua presença na casa, a gente pendura um crucifixo num lugar de destaque na sala ou põe um quadro do Coração de Jesus ou põe a Bíblia Sagrada num lugar especial. São sinais. Eles avisam que aquela casa, como a de Simão, é casa de Jesus.
A sua família, como a casa de Simão, é UMA CASA ACOLHEDORA DO DOENTE. A família é o primeiro espaço de vivência de nossa fé. Ali aprendemos a amar as pessoas, a cuidar com carinho e respeito das crianças, dos doentes e dos idosos. Temos sempre diante de nós a atenção que Jesus teve com a sogra de Simão.
A sua família, como a casa de Simão, é UMA CASA MISSIONÁRIA, ABERTA À COMUNIDADE.  Contrariando as tendências de hoje de isolamento e anonimato, a casa dos cristãos se comunica com a vizinhança e se abre à comunidade cristã do seu lugar. Jesus continua fazendo o bem, a partir da porta de sua casa.
A sua família, como a casa de Simão, é UMA CASA MISSIONÁRIA, ENVIANDO PARA O MUNDO. Neste ano, estamos falando dos leigos e das leigas para vocês serem sal da terra e luz do mundo. A família é o primeiro espaço de formação para isso. Forma cidadãos conscientes para agir, com o fermento do evangelho, no mundo do trabalho, da cultura, da economia, da política, do lazer.  A família é a plataforma de onde partem profissionais, cidadãos, pais de família segundo o espírito do evangelho. A família é onde nascem as vocações apostólicas. É a primeira escola de formação de missionários leigos, consagrados e ordenados para levar o evangelho a toda criatura.
Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão (Lc 4, 38)
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
Nós te acolhemos em nossa casa. Queremos fazer como os discípulos de Emaús que te disseram: “Fica conosco, Senhor, é tarde, a noite já vem”.
Nós te acolhemos, em nossa casa, na pessoa do doente, do idoso, da criança. E queremos te apresentar as suas necessidades, para que os visite e os abençoe.
Nós queremos que nossa casa seja missionária, aberta à comunidade e educadora de cidadãos e cristãos comprometidos  em melhorar o mundo, para o bem de todos.
Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vivendo a palavra
Neste mês de setembro, há algum sinal em sua casa que realce que sua família e sua comunidade estão celebrando o mês da Bíblia? Por a Bíblia em um lugar de destaque seria uma coisa muito interessante, mesmo contando que o maior sinal é você, todo dia desse mês, estar lendo um trechinho do Evangelho de São Marcos, como combinamos.

Pe. João Carlos Ribeiro  - 05.09.2018

20170905

JESUS E A SOGRA

A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela (Lc 4, 38).
Jesus está num dia memorável de evangelização na cidade de Cafarnaum. Na Sinagoga, ele liberta uma pessoa possuída por um espírito mal. Na casa de Simão, ele socorre a sogra acamada. Na entrada da cidade, um lugar público de reuniões populares, ele acolhe e cura muitos enfermos. Jesus mostra-se libertador no espaço religioso, a sinagoga; no espaço da casa, a família de Simão; no espaço público, às portas da cidade.
No breve relato da presença de Jesus na casa de Simão, observemos três coisas. Membros da família pedem a Jesus em favor dela. E Jesus a visita, tirando-lhe a febre;  e ela, uma vez restabelecida, levanta-se e vai servi-los.
Sempre tem gente doente, precisando da visita de Jesus. Importante é que haja quem apresente essas pessoas a Jesus, quem as recomende à sua atenção. É o papel da oração. Na oração de intercessão, aparece a compaixão que temos pelo nosso próximo, a solidariedade que nos move a pedir em seu favor. É a oração pelo necessitado, por quem está precisando.
Jesus sendo informado, não fica indiferente. Ele visita o doente, liberta a pessoa. E você sabe, ele costuma visitar através de um médico, de um especialista, de um padre que administra o sacramento da unção dos enfermos.
A disposição da sogra nos causa admiração. Estava acamada, com febre. Levanta-se, restabelecida pela visita de Jesus, e vai servir. Com certeza, ajuda a por a mesa para o almoço e outras coisas. Quem recebe a graça da saúde, se estiver no caminho de Jesus, torna-se um servidor, alguém comprometido com o bem dos outros. Esta é uma bela lição.
Vamos guardar a mensagem de hoje
Saindo da Sinagoga, em Cafarnaum, Jesus vai à casa de Simão. Lá, apresentam-lhe a situação da sogra acamada, com febre alta. Jesus interessou-se pela doente e a curou. Ela, quando se viu com saúde, levantou-se e foi servir a Jesus e ao seu grupo.  Muitas coisas podemos aprender nessa cena: o valor da oração de intercessão pela qual apresentamos nossas necessidades ao Senhor; a misericórdia de Jesus que vem ao nosso encontro em nossas tribulações; e a atitude de serviço própria de quem está no caminho de Jesus.
Vamos acolher a mensagem com uma prece
Senhor Jesus,
Em nossa prece de hoje, queremos te apresentar os doentes, particularmente os de nossa família, as pessoas enfermas que nós conhecemos, em casa ou no hospital. Também pedimos em favor dos seus acompanhantes. Queremos fazer como os que te acompanharam à casa de Simão e André. Queremos falar deles a ti, apresentar-te sua situação e seu sofrimento. E pedir em favor deles. Na casa de Simão, sabendo da situação daquela mulher acamada, com febre, tu te aproximaste, tomaste-a pela mão e a levantaste. Acabou-se a febre, desapareceu a doença. Onde chegas com tua presença bendita, o mal se afasta. É o Reino de Deus que chega com tua bondade e tua misericórdia. Onde tocas, com tuas mãos benditas, renasce a vida, comunicas a graça e a bênção.É isso que te pedimos para os nossos enfermos. Visita-os, abençoa-os, comunica-lhes a saúde.  Confiamos hoje nossos doentes à tua misericórdia, Senhor. Amém.


Pe. João Carlos Ribeiro,sdb

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