PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO DA PALAVRA: pescaria
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Os sete passos da pescaria abundante.




   07 de setembro de 2023   

Quinta-feira da 22ª Semana do Tempo Comum

Dia da Pátria


   Evangelho.   


Lc 5,1-11


Naquele tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.

4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. 5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem.

8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.



   Meditação.   


Avance para águas mais profundas (Lc 5, 4)

No evangelho de Lucas, que estamos lendo hoje, Lucas 5, 1-11, podemos identificar sete passos no encontro dos primeiros discípulos com Jesus. Esses passos podem ser os seus também.

PRIMEIRO PASSO
Depois de uma noite de fracasso, eles estão lavando as redes, na praia. São pescadores de duas barcas. Trabalham juntos no Mar da Galileia. É curioso que eles estejam no mesmo local em que o povo se apinhou para ouvir Jesus. Então, eles e o povo estão na mesma situação. Todos vêm de uma noite de fracasso e frustração.

SEGUNDO PASSO
Ouvem atentamente o ensinamento de Jesus. O Mestre está sentado na barca de Simão, ensinando ao povo. É a palavra de Deus que ele proclama. Ele está sempre falando do Reino de Deus que chegara, uma forma de falar do grande amor de Deus que abraça os seus filhos dispersos, querendo reuni-los como os pais reúnem seus filhos numa refeição festiva de família.

TERCEIRO PASSO
Simão adere à Palavra de Jesus. A palavra de Jesus torna-se uma orientação clara para eles: pescar em águas profundas. Simão explica, como pescador experiente daquele lago, que passaram a noite toda e nada conseguiram. Mas, diz que vai obedecer à sua palavra, vai lançar as redes em águas profundas. E vai mesmo, com a sua barca, a que Jesus estava nela. A outra barca não foi.

QUARTO PASSO
A barca de Pedro pegou tanto peixe, que as redes já estavam para se romper. Chamaram a outra barca para ajudar. Os dois barcos ficaram tão cheios que quase afundaram de tanto peso. Foi uma experiência maravilhosa. O mar era o mesmo. O que mudou foi que agora estavam agindo em obediência à palavra de Jesus.

QUINTO PASSO
O espanto tomou conta de todos. O espanto de que aqui se fala é aquele sentimento de temor diante da grandeza de Deus que ali se manifestou. Isaías ficou tomado desse espanto, desse medo, desse temor sagrado, quando, em visão, se viu diante do trono de Deus. Nessa condição, seja Isaías, seja Pedro, reconhece sua indignidade, sua condição de pecador.

SEXTO PASSO
Jesus tranquiliza Pedro e lhe confia a missão: “Não tenhas medo! De hoje em diante, tu serás pescador de homens”. Jesus, na barca, orientando a pesca é o divino pescador. Ele acaba de resgatar aqueles homens de uma vida fracassada. Agora, quer que eles também façam como ele, resgatem outros para a vida abundante.

SÉTIMO PASSO
Eles deixam tudo e seguem a Jesus. Tornam-se os primeiros seguidores, os primeiros discípulos do Mestre. Esta resposta radical, generosa, pronta é um modelo para todos os outros seguidores de Jesus, para nós. E está narrada em três movimentos: levam as barcas para a margem, deixam tudo e seguem a Jesus. Deixaram tudo que lhes parecia importante na vida. Deram o primeiro lugar ao Mestre. No seguimento de Jesus, sempre precisamos renunciar a muita coisa que nos parece importante, para colocar Jesus e seu evangelho no lugar mais importante de nossa vida.




Guardando a Mensagem

Você pode repassar esses sete passos e conferir o seu caminho com Jesus. Você também se encontrou com Jesus. E esse encontro pode mudar sua vida, se já não mudou. A mudança é na qualidade de vida: passar da vida superficial, epidérmica para a vida de comunhão com o Senhor, com a sua graça. Pescar em águas profundas!

Avance para águas mais profundas (Lc 5, 4)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
longe de tua graça, as coisas não dão certo mesmo. Muita coisa não vai bem em nossa vida, porque nos distanciamos de ti. Quando não estamos realizando nossa vida como adesão à tua vontade, o que colhemos é cansaço, fracasso. Pedro e seus companheiros, em atenção à tua palavra, conseguiram uma pescaria abundante. Como disseste: “Busquem em primeiro lugar o Reino de Deus, e tudo o mais lhes será dado em acréscimo”. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Não deixe de ler o evangelho de hoje: Lucas 5,1-11. Assim, você vai identificar melhor a mensagem para sua vida. 

Comunicando

Na Missa das 11 horas, vamos rezar por você, por suas intenções e para que cresçamos no conhecimento da Palavra de Deus. Como estou no Chile nessa semana, hoje, preside o Pe. Neto. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb



Trabalhamos a noite toda e não conseguimos nada




01 de setembro de 2022

Abertura do Mês da Bíblia

Quinta-feira da 22ª Semana do Tempo Comum

EVANGELHO

Lc 5,1-11

Naquele tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.
4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. 5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem.
8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.

MEDITAÇÃO

Em atenção à tua palavra, vou lançar as redes (Lc 5,5)

“Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos”. Experiência de muita gente. Você se mata de trabalhar, corre pr’um lado, corre pro outro, e não vê crescimento, não vê perspectiva no que está fazendo. A experiência dos pescadores no lago da Galiléia resume bem isso. Eles passaram a noite toda pescando, remando, lançando rede, puxando rede, expostos ao vento frio... voltaram do mar ao raiar do dia, cansados, enfadados, sonolentos... e com as mãos vazias. Não conseguiram nada. É o retrato do fracasso, da luta inglória de tanta gente que, apesar do esforço, do trabalho duro, não vê as coisas irem pra frente, progredirem, melhorarem. Isso acontece no trabalho, na família, no país e na vida cristã também.

Jesus escolheu um daqueles barcos parados e subiu nele para falar ao povo reunido na praia. Sentou-se, como faziam os Mestres daquele tempo. Interessante é que ele escolheu a barca de Pedro, o líder daquele grupo de pescadores que tinham voltado do mar de mãos abanando. Ali, na barca, Jesus proclamou a Palavra de Deus. Depois, mandou o grupo de Pedro voltar ao mar, pescar de novo, mas dessa vez em águas mais fundas. Mas, olha só. Jesus não era pescador, era carpinteiro. Sabia fazer algum móvel rústico ou a cobertura de uma casa, não sabia nada de pescaria. É claro que os pescadores não acharam aquilo razoável. Pedro mesmo disse logo que eles já tinham passado a noite toda pescando... e não conseguiram nada.

O mar não estava pra peixe. Mas, Jesus insistiu: “vão para águas mais profundas e lancem as redes”. Xi.. e agora: Vão ou não? Se eles forem, irão por alguma razão que não está na lógica humana... eles sabem que que não iam conseguir nada. Se forem, irão em atenção ao próprio Jesus, em confiança na sua palavra. “Como é, a gente vai?, devem ter se perguntado”. Só foi uma barca, a de Pedro. A outra não foi. Pedro e seus companheiros foram e pegaram tanto peixe que quase afundaram o barco. Foi preciso chamar o outro barco para ajudar a trazer os peixes.

Olha que cena maravilhosa. Não tinham pescado nada, a noite toda. Mas agora, tinham feito uma pescaria fantástica. O que mudou? Eles pescaram do mesmo jeito, não houve uma técnica nova. Com certeza, voltaram ao mesmo lugar onde já tinham estado. O que houve de novo? Vamos dizer assim: Eles foram seguindo a indicação de Jesus. A pescaria foi um gesto de obediência à palavra de Jesus. Permitiram que Jesus orientasse o seu trabalho. Isso é que é pescar em águas profundas. Não eram apenas trabalhadores esforçados realizando uma tarefa, eram trabalhadores orientados por Jesus, guiados por sua palavra, agindo na confiança em Deus.


Guardando a mensagem

Bom, talvez seja isso que esteja faltando na sua vida. Você corre muito, já está ficando de cabelo branco, planta muito e colhe pouco, trabalha exaustivamente e quase não vê nada prosperar. Está faltando alguma coisa, não acha? Jesus diria: você está precisando pescar em águas mais profundas. Deixar-se orientar por Deus. Agir em obediência à sua palavra. Trabalhar em sintonia e em comunhão com o Senhor. Aí pode ter certeza, a sua pescaria vai ser surpreendente. A família que você está construindo vai ser uma bênção. A missão vai dar muitos frutos.

Em atenção à tua palavra, vou lançar as redes (Lc 5,5)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
longe de tua graça, as coisas não dão certo mesmo. Muita coisa não vai bem em nossa vida, porque nos distanciamos de ti. Quando não estamos realizando nossa vida como adesão à tua vontade, o que colhemos é cansaço, fracasso. Pedro e seus companheiros, em atenção à tua palavra, conseguiram uma pescaria abundante. Como disseste: “Busquem em primeiro lugar o Reino de Deus, e tudo o mais lhes será dado em acréscimo”. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

E pra começar bem o mês da bíblia deste ano, eu tenho um desafio pra você: ler o evangelho do dia, todos os dias deste mês. Você sabe, cada dia, na celebração litúrgica, a Igreja nos lê uma passagem do santo Evangelho. O desafio, então, é esse: ler o evangelho de cada dia. Vai topar? Pra valer, mesmo?... Ótimo.

Olha, você que recebe a Meditação diretamente, o desafio está facilitado. Todos os dias, junto com a Meditação, nós enviamos também o texto do Evangelho do dia. É só seguir o link que acompanha a postagem. 

Quem acompanha pelo rádio, é só acessar o site www.padrejoaocarlos.com. Lá vai encontrar o evangelho e a meditação do dia. 

Comunicando

Na Missa das 11 horas, vamos rezar por você, por suas intenções e para que cresçamos no conhecimento da Palavra de Deus.

Uma abençoado início do mês da Bíblia. Não esqueça de ler o evangelho de hoje. Até amanhã, se Deus quiser.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb



ÁGUAS MAIS PROFUNDAS




02 de setembro de 2021

EVANGELHO


Lc 5,1-11

Naquele tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.
4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. 5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. 6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem.
8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” 9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. 11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.

MEDITAÇÃO


Em atenção à tua palavra, vou lançar as redes (Lc 5,5)

“Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos”. Experiência de muita gente. Você se mata de trabalhar, corre pr’um lado, corre pro outro, e não vê crescimento, não vê perspectiva no que está fazendo. A experiência dos pescadores no lago da Galileia resume bem isso. Eles passaram a noite toda pescando, remando, lançando rede, puxando rede, expostos ao vento frio... voltaram do mar ao raiar do dia, cansados, enfadados, sonolentos... e com as mãos vazias. Não conseguiram nada. É o retrato do fracasso, da luta inglória de tanta gente que, apesar do esforço, do trabalho duro, não vê as coisas irem pra frente, progredirem, melhorarem. Isso acontece no trabalho, na família, no país e na vida cristã também.

Jesus escolheu um daqueles barcos parados e subiu nele para falar ao povo reunido na praia. Sentou-se, como faziam os Mestres daquele tempo. Interessante é que ele escolheu a barca de Pedro, o líder daquele grupo de pescadores que tinham voltado do mar de mãos abanando. Ali, na barca, Jesus proclamou a Palavra de Deus. Depois, mandou o grupo de Pedro voltar ao mar, pescar de novo, mas dessa vez em águas mais fundas. Mas, olha só. Jesus não era pescador, era carpinteiro. Sabia fazer algum móvel rústico ou a cobertura de uma casa, não sabia nada de pescaria. É claro que os pescadores não acharam aquilo razoável. Pedro mesmo disse logo que eles já tinham passado a noite toda pescando... e não conseguiram nada.

O mar não estava pra peixe. Mas, Jesus insistiu: “vão para águas mais profundas e lancem as redes”. Xi.. e agora: Vão ou não? Se eles forem, irão por alguma razão que não está na lógica humana... eles sabem que que não iam conseguir nada. Se forem, irão em atenção ao próprio Jesus, em confiança na sua palavra. “Como é, a gente vai?, devem ter se perguntado”. Só foi uma barca, a de Pedro. A outra não foi. Pedro e seus companheiros foram e pegaram tanto peixe que quase afundaram o barco. Foi preciso chamar o outro barco para ajudar a trazer os peixes.

Olha que cena maravilhosa. Não tinham pescado nada, a noite toda. Mas agora, tinham feito uma pescaria fantástica. O que mudou? Eles pescaram do mesmo jeito, não houve uma técnica nova. Com certeza, voltaram ao mesmo lugar onde já tinham estado. O que houve de novo? Vamos dizer assim: Eles foram seguindo a indicação de Jesus. A pescaria foi um gesto de obediência à palavra de Jesus. Permitiram que Jesus orientasse o seu trabalho. Isso é que é pescar em águas profundas. Não eram apenas trabalhadores esforçados realizando uma tarefa, eram trabalhadores orientados por Jesus, guiados por sua palavra, agindo na confiança em Deus.

Guardando a mensagem

Bom, talvez seja isso que esteja faltando na sua vida. Você corre muito, já está ficando de cabelo branco, planta muito e colhe pouco, trabalha exaustivamente e quase não vê nada prosperar. Está faltando alguma coisa, não acha? Jesus diria: você está precisando pescar em águas mais profundas. Deixar-se orientar por Deus. Agir em obediência à sua palavra. Trabalhar em sintonia e em comunhão com o Senhor. Aí pode ter certeza, a sua pescaria vai ser surpreendente. A família que você está construindo vai ser uma bênção. A missão vai dar muitos frutos.

Em atenção à tua palavra, vou lançar as redes (Lc 5,5)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Longe de tua graça, as coisas não dão certo mesmo. Muita coisa não vai bem em nossa vida, porque nos distanciamos de ti. Quando não estamos realizando nossa vida como adesão à tua vontade, o que colhemos é cansaço, fracasso. Pedro e seus companheiros, em atenção à tua palavra, conseguiram uma pescaria abundante. Como disseste: “Busquem em primeiro lugar o Reino de Deus, e tudo o mais lhes será dado em acréscimo”. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Recordando o desafio desse mês da Bíblia: nestes primeiros dias do mês de setembro, ler a Carta de São Paulo aos Gálatas. Você topou o desafio? já começou? 

E está valendo também aquela sugestão: colocar a Bíblia em destaque aí na sua casa.

Desejando aprofundar um pouco mais a mensagem de hoje, estou deixando no final do texto da Meditação  “Os sete passos da pescaria abundante”. É só acessar www.padrejoaocarlos.com. Para quem recebe a Meditação no seu celular, é só clicar no link que estou lhe enviando.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb




OS SETE PASSOS DA PESCARIA ABUNDANTE 
Pe. João Carlos




PESCAR EM ÁGUAS MAIS PROFUNDAS


Em atenção à tua palavra, vou lançar as redes (Lc 5,5)


03 de setembro de 2020. 

“Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos”. Experiência de muita gente. Você se mata de trabalhar, corre pr’um lado, corre pro outro, e não vê crescimento, não vê perspectiva no que está fazendo. A experiência dos pescadores no lago da Galileia resume bem isso. Eles passaram a noite toda pescando, remando, lançando rede, puxando rede, expostos ao vento frio... voltaram do mar ao raiar do dia, cansados, enfadados, sonolentos... e com as mãos vazias. Não conseguiram nada. É o retrato do fracasso, da luta inglória de tanta gente que, apesar do esforço, do trabalho duro, não vê as coisas irem pra frente, progredirem, melhorarem. Isso acontece no trabalho, na família, no país e na vida cristã também.

Jesus escolheu um daqueles barcos parados e subiu nele para falar ao povo reunido na praia. Sentou-se, como faziam os Mestres daquele tempo. Interessante é que ele escolheu a barca de Pedro, o líder daquele grupo de pescadores que tinham voltado do mar de mãos abanando. Ali, na barca, Jesus proclamou a Palavra de Deus. Depois, mandou o grupo de Pedro voltar ao mar, pescar de novo, mas dessa vez em águas mais fundas. Mas, olha só. Jesus não era pescador, era carpinteiro. Sabia fazer algum móvel rústico ou a cobertura de uma casa, não sabia nada de pescaria. É claro que os pescadores não acharam aquilo razoável. Pedro mesmo disse logo que eles já tinham passado a noite toda pescando... e não conseguiram nada. 

O mar não estava pra peixe. Mas, Jesus insistiu: “vão para águas mais profundas e lancem as redes”. Xi.. e agora: Vão ou não? Se eles forem, irão por alguma razão que não está na lógica humana... eles sabem que que não iam conseguir nada. Se forem, irão em atenção ao próprio Jesus, em confiança na sua palavra. “Como é, a gente vai?, devem ter se perguntado”. Só foi uma barca, a de Pedro. A outra não foi. Pedro e seus companheiros foram e pegaram tanto peixe que quase afundaram o barco. Foi preciso chamar o outro barco para ajudar a trazer os peixes.

Olha que cena maravilhosa. Não tinham pescado nada, a noite toda. Mas agora, tinham feito uma pescaria fantástica. O que mudou? Eles pescaram do mesmo jeito, não houve uma técnica nova. Com certeza, voltaram ao mesmo lugar onde já tinham estado. O que houve de novo? Vamos dizer assim: Eles foram seguindo a indicação de Jesus. A pescaria foi um gesto de obediência à palavra de Jesus. Permitiram que Jesus orientasse o seu trabalho. Isso é que é pescar em águas profundas. Não eram apenas trabalhadores esforçados realizando uma tarefa, eram trabalhadores orientados por Jesus, guiados por sua palavra, agindo na confiança em Deus.

Guardando a mensagem

Bom, talvez seja isso que esteja faltando na sua vida. Você corre muito, já está ficando de cabelo branco, planta muito e colhe pouco, trabalha exaustivamente e quase não vê nada prosperar. Está faltando alguma coisa, não acha? Jesus diria: você está precisando pescar em águas mais profundas. Deixar-se orientar por Deus. Agir em obediência à sua palavra. Trabalhar em sintonia e em comunhão com o Senhor. Aí pode ter certeza, a sua pescaria vai ser surpreendente. A família que você está construindo vai ser uma bênção. A missão vai dar muitos frutos.

Em atenção à tua palavra, vou lançar as redes (Lc 5,5)

Rezando a palavra

Senhor Jesus, 
Longe de tua graça, as coisas não dão certo mesmo. Muita coisa não vai bem em nossa vida, porque nos distanciamos de ti. Quando não estamos realizando nossa vida como adesão à tua vontade, o que colhemos é cansaço, fracasso. Pedro e seus companheiros, em atenção à tua palavra, conseguiram uma pescaria abundante. Como disseste: “Busquem em primeiro lugar o Reino de Deus, e tudo o mais lhes será dado em acréscimo”. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Recordando o desafio desse mês de setembro: ler o evangelho de São Marcos. Você já começou?  E está valendo aquela sugestão: colocar a Bíblia em destaque aí na sua casa. 

Desejando aprofundar um pouco mais a mensagem de hoje, estou deixando no final do texto da Meditação o texto “Os sete passos da pescaria abundante”. É só acessar www.padrejoaocarlos.com. Para quem recebe a Meditação no seu celular, é só clicar no link que estou lhe enviando. 

Pe. João Carlos Ribeiro, SDB






OS SETE PASSOS DA PESCARIA ABUNDANTE 
Pe. João Carlos




No evangelho de Lucas, que estamos lendo hoje, Lucas 5, 1-11, podemos identificar sete passos no encontro dos primeiros discípulos com Jesus. Esses passos podem ser os seus também. 

PRIMEIRO PASSO

Depois de uma noite de fracasso, eles estão lavando as redes, na praia. São pescadores de duas barcas. Trabalham juntos no Mar da Galileia. É curioso que eles estejam no mesmo local em que o povo se apinhou para ouvir Jesus. Então, eles e o povo estão na mesma situação. Todos vêm de uma noite de fracasso e frustração. 

SEGUNDO PASSO

Ouvem atentamente o ensinamento de Jesus. O Mestre está sentado na barca de Simão, ensinando ao povo. É a palavra de Deus que ele proclama. Ele está sempre falando do Reino de Deus que chegara, uma forma de falar do grande amor de Deus que abraça os seus filhos dispersos, querendo reuni-los como os pais reúnem seus filhos numa refeição festiva de família.

TERCEIRO PASSO

Simão adere à Palavra de Jesus. A palavra de Jesus torna-se uma orientação clara para eles: pescar em águas profundas. Simão explica, como pescador experiente daquele lago, que passaram a noite toda e nada conseguiram. Mas, diz que vai obedecer à sua palavra, vai lançar as redes em águas profundas. E vai mesmo, com a sua barca, a que Jesus estava nela. A outra barca não foi.

QUARTO PASSO

A barca de Pedro pegou tanto peixe, que as redes já estavam para se romper. Chamaram a outra barca para ajudar. Os dois barcos ficaram tão cheios que quase afundaram de tanto peso. Foi uma experiência maravilhosa. O mar era o mesmo. O que mudou foi que agora estavam agindo em obediência à palavra de Jesus. 

QUINTO PASSO

O espanto tomou conta de todos. O espanto de que aqui se fala é aquele sentimento de temor diante da grandeza de Deus que ali se manifestou. Isaías ficou tomado desse espanto, desse medo, desse temor sagrado, quando, em visão, se viu diante do trono de Deus. Nessa condição, seja Isaías, seja Pedro, reconhece sua indignidade, sua condição de pecador. 

SEXTO PASSO

Jesus tranquiliza Pedro e lhe confia a missão: “Não tenhas medo! De hoje em diante, tu serás pescador de homens”. Jesus, na barca, orientando a pesca é o divino pescador. Ele acaba de resgatar aqueles homens de uma vida fracassada. Agora, quer que eles também façam como ele, resgatem outros para a vida abundante. 

SÉTIMO PASSO

Eles deixam tudo e seguem a Jesus. Tornam-se os primeiros seguidores, os primeiros discípulos do Mestre. Esta resposta radical, generosa, pronta é um modelo para todos os outros seguidores de Jesus, para nós. E está narrada em três movimentos: levam as barcas para a margem, deixam tudo e seguem a Jesus. Deixaram tudo que lhes parecia importante na vida. Dão o primeiro lugar a Jesus. No seguimento de Jesus, sempre precisamos renunciar a muita coisa que nos parece importante, para colocar Jesus e seu evangelho no lugar mais importante de nossa vida. 

Você pode repassar esses sete passos e conferir o seu caminho com Jesus. Você também se encontrou com Jesus. E esse encontro pode mudar sua vida, se já não mudou. A mudança é na qualidade de vida: passar da vida superficial, epidérmica para a vida de comunhão com o Senhor, com a sua graça. Pescar em águas profundas! 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb



QUANDO A PESCARIA DÁ CERTO

Lancem a rede à direita da barca e acharão (Jo 21,6)


17 de abril de 2020.

A cena acontece dias após a ressurreição de Jesus. Os discípulos vão pescar e não conseguem nada naquela noite. Já de manhã, Jesus na praia deu a orientação certa: lancem a rede à direita da barca e acharão. Quase não conseguiram puxar a rede de tanto peixe, cento e cinquenta e três grandes peixes.

Os discípulos elencados no texto eram, seguramente, pescadores experientes. Tinham sido chamados a ser pescadores de pessoas, no início da atividade missionária de Jesus. Trata-se, então, não apenas de uma simples pescaria de peixes, mas da atividade missionária da Igreja, o trabalho de pescar gente que os discípulos deviam realizar após sua convivência com Jesus; trabalho que se mostraria infrutífero, sem a presença e a direção de Jesus ressuscitado. Naquela experiência no lago, sem a orientação de Jesus, não conseguiram pescar nada.

É claro, além da referência à atividade missionária que se seguiria após a ressurreição de Jesus, o texto também nos ajuda a pensar em nossa relação com o ressuscitado em outras áreas de nossa vida. Sem a presença e a orientação de Jesus, nossa pescaria pode também ser infrutífera, mesmo que sejamos experientes pescadores. Entendeu? A pescaria pode ser o seu trabalho, a sua ocupação profissional, as responsabilidades que você tem na vida. Só a presença e a orientação de Jesus ressuscitado garantem o sucesso do nosso trabalho, o êxito de nossas lutas. Muita gente já experimentou isso, talvez você também já o tenha experimentado. Longe de Deus, nossa luta é infrutífera. Há um salmo na Bíblia que deixa isso bem clarinho: “Se o Senhor não constrói a casa, em vão trabalham os construtores” (Salmo 126).

Os discípulos, com certeza, já tinham lançado a rede naquele mesmo lugar. Mas o fato de agir em obediência à vontade de Deus, à sua Palavra, é que fez a diferença. Eles deram a direção do seu empenho pastoral ao próprio Jesus. E como seria darmos a Deus a direção do nosso trabalho, de nossa família ou de nossa atividade apostólica? O evangelho já dá uma pista.

No texto de hoje, depois de uma noite de trabalho em vão, ao amanhecer, lá está ele na praia, de pé, perguntando se pescaram alguma coisa. O amanhecer é uma referência à ressurreição. Também o fato de ele estar de pé reforça a ideia da ressurreição. É nessa condição de ressuscitado, que ele nos indica a direção que devemos tomar, o que precisamos realmente fazer. Nós o vemos e o ouvimos particularmente pela oração, pela meditação da Palavra de Deus, pelos ensinamentos da sua Igreja. Precisamos, então, dar ouvidos às suas indicações, obedecer docilmente às suas orientações. Nisto, contamos com a ajuda do Santo Espírito. Ele nos ensina a ouvir e seguir Jesus.

Guardando a mensagem

A barca de Pedro é a Igreja. Os pescadores são os missionários. A pescaria é a atividade apostólica. Sem a presença do ressuscitado e sua orientação, o fracasso é certo. Isso vale também para nossa vida cristã. O trabalho sem Deus é estéril. Eles passaram a noite toda pescando e não conseguiram nada. Bastou Jesus ali na praia indicar: “lancem a rede à direita do barco e acharão”. Que bela orientação para o nosso trabalho: não deixar Jesus de fora. Trabalhar, pastorear, empreender, lutar, casar, formar-se, mas contando sempre com sua presença e em obediência à vontade de Deus. Aí não tem como dar errado.

Lancem a rede à direita da barca e acharão (Jo 21, 6)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,

Quando os discípulos chegaram à praia encontraram o fogo já aceso, pão e peixe assado. E aquela refeição renovou as suas forças, depois de uma noite de trabalho sem fruto e de um alvorecer tão promissor com aquela pescaria abundante. Tu, Senhor Jesus, os alimentaste com pão e peixe. Tomaste o pão e o distribuíste com eles. Essa fração do pão é o sinal da Eucaristia. Fizeste o mesmo com o peixe. Na Eucaristia, nos sentamos à tua mesa e tu nos alimentas com a tua própria vida, vida entregue na cruz e transbordante na ressurreição. Na Eucaristia, tu nos fortaleces, nos renovas as forças. Obrigado, Senhor. Nesses dias de isolamento social, o teu povo está sentindo muita falta deste sagrado alimento, a santa Eucaristia. E tem feito a comunhão espiritual, como nos ensina a Igreja. Dá-nos a graça, Senhor, de viver em comunhão contigo, dóceis aos teus ensinamentos, obedientes à vontade do Pai. Só assim, sabemos, teremos sucesso em nossos empreendimentos, em nossa vida familiar e mesmo na luta contra esta pandemia. Longe dos teus caminhos, nossa pescaria é um fracasso. Seja bendito teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Só para estimular a leitura do texto de hoje (João 21, 1-14), eu tenho uma pergunta pra você: quantos discípulos estavam nessa pescaria?

A gente se encontra às 10 da noite, no facebook. E aí pode conversar sobre a resposta a esta pergunta. Quantos discípulos estavam nessa pescaria? João, capítulo 21.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

E EU NEM SABIA QUE VOCÊ PESCAVA


MEDITAÇÃO 
PARA A QUINTA-FEIRA, 
DIA 30 DE OUTUBRO

Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram (Mt 4,20)

É muito interessante que Jesus tenha escolhido seus primeiros discípulos, que depois se tornaram apóstolos, entre os que estavam trabalhando no mar da Galileia. O mar é uma representação do mundo. E a pesca se tornou uma forma de representar a atividade missionária. O primeiro pescador é Jesus que, no mar, pesca discípulos, por assim dizer. Chama os dois irmãos Simão e André, que estavam lançando a rede ao mar. Ainda à beira do grande lago, encontra mais dois irmãos: Tiago e João. Eles estavam consertando as rede no barco, com o pai. Jesus, é assim, o primeiro pescador. Chama/pesca seus primeiros discípulos no mar.

Preste atenção no fato de que são quatro os primeiros convocados. Quatro é um número de totalidade, pois quatro são os pontos cardeais que abrangem todas as direções. Então, esses quatro primeiros chamados estão aí representando todos nós, seus discípulos. O Senhor nos encontra no mar do mundo e nos chama para o seu seguimento. Seguir Jesus altera o nosso modo de ser e de viver. Ele nos tira do mar, nos separa do mundo. 

Também nessa cena do evangelho de hoje está o modelo de resposta para todos os que forem chamados a ser discípulos de Jesus: deixar tudo e segui-lo. As duas duplas – André e Pedro; Tiago e João - responderam com a mesma generosidade: imediatamente deixaram tudo para seguir Jesus. Eles deixaram as redes, o barco e até o pai. Essa resposta pronta, generosa é um modelo para todos os chamados, para nós. É assim que temos que responder à convocação de Cristo. 

‘Sigam-me, eu farei de vocês pescadores de gente’, lhes disse Jesus. Eles até poderão fazer a mesma coisa que faziam antes. Mas, de uma nova forma, com um novo objetivo. Como o mar é uma representação judaica do mundo, os discípulos ao se tornaram apóstolos, missionários, terão aprendido a ser pescadores de gente no mar do mundo. O cristão é o discípulo, tirado do mundo para ser seguidor de Jesus. E, claro, voltará ao mundo, mas, agora, como pescador do Reino, como missionário. 

Vamos guardar a mensagem de hoje

Foram quatro os primeiros discípulos. Nessa cena do evangelho de hoje, está um modelo do chamado de todo discípulo. O Senhor nos chama do meio do mundo, da normalidade da vida. 

Aí está descrito também um modelo de resposta a este chamado: ‘deixaram tudo e o seguiram’. É assim que temos que responder ao convite de Jesus. Surpreendentemente, ele que nos separou do mundo, nos devolve ao mundo, como missionários, como apóstolos. De pescadores de peixe, nos tornamos pescadores do Reino. 

Eles imediatamente deixaram as redes e o seguiram (Mt 4, 20)

Vamos acolher com uma prece a mensagem de hoje

Senhor Jesus, 
neste dia da festa do apóstolo André, o primeiro a ser chamado no mar da Galileia, nós te agradeçamos, divino pescador, por nos teres chamado ao teu seguimento. És tu que tomas a iniciativa, que dás o primeiro passo, que vens nos chamar. Tu nos disseste um dia: ‘não foram vocês que me escolheram. Fui eu que escolhi vocês’. Ajuda-nos, Senhor, com o teu Santo Espírito, a corresponder a esse divino chamamento. Nós te rendemos graças também porque nos envias permanentemente como teus missionários ao mundo. Continuamos a trabalhar, a constituir família, a viver como cidadãos, mas com uma nova qualidade, com a perspectiva do Reino do nosso Deus. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém. 

Vamos vivenciar a palavra que meditamos hoje

Escreva no seu diário espiritual, aquele caderninho que você ficou de adquirir, uma breve oração que comece assim: Jesus, meu divino pescador...

Pe. João Carlos Ribeiro – 29.11.2017

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