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20200917

AS DISCÍPULAS DE JESUS


Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças (Lc 8, 1-2).

18 de Setembro de 2020.

A situação da mulher no tempo de Jesus não era das melhores. A gente hoje conhece um pouco mais dos costumes dos povos do Oriente Médio e vê que ainda hoje a mulher vive uma condição de grande submissão e inferioridade. Na Palestina, a terra de Jesus, se vivia uma estrutura social patriarcal. O homem é que contava. Ele é quem mandava.

O evangelho é uma permanente proclamação de liberdade para os oprimidos, incluídas as mulheres. Ele foi proclamado e vivido por Jesus numa sociedade que discriminava a mulher. Jesus não estava de acordo com aquele jeito de a sociedade menosprezar a mulher e só dar valor ao homem. O evangelho o mostra conversando, no poço de Jacó, com uma mulher estrangeira, de outra religião, a samaritana. Ele hospeda-se na casa de Marta e Maria, suas amigas e discípulas. Algumas mulheres, inclusive, andavam com ele, no seu grupo de discípulos e o evangelho guarda até o nome de algumas delas. É o que nos conta o evangelho de hoje. Diz o texto: “Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças” (Lc 8, 1-2). E lista alguns nomes: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.

Para a sociedade daquele tempo, a mulher valia pela sua capacidade de gerar e criar filhos. Por isso, alguém elogiou a mãe de Jesus assim: "Feliz o ventre que te carregou e os seios que te amamentaram". Mas, Jesus não via só isso de importante na mulher. E em sua mãe via mais ainda. Por isso ele completou o elogio: "mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática" (Lc 11). Maria era mais importante ainda porque praticava a Palavra de Deus, porque realizava bem a sua vontade. 

Na verdade, as mulheres são apresentadas no evangelho como as mais fiéis a Jesus. Foram elas que chegaram até o final do caminho, na cruz. Os discípulos homens, quase todos, desapareceram na hora da paixão. Restaram as mulheres, com toda fidelidade. E mais: numa cultura em que o testemunho da mulher não tinha valor, foram elas as primeiras testemunhas da ressurreição de Cristo. 

E nós temos que continuar trabalhando para que a novidade do evangelho que Jesus viveu e anunciou não se perca e acabemos reforçando os preconceitos que ainda persistem discriminando as mulheres. Temos que viver a grande novidade que ele nos legou. Jesus nos libertou para vivermos a igualdade e a fraternidade. Paulo escreveu em Gl 3, 28: "Não há mais diferença entre judeu e grego, entre escravo e homem livre, entre homem e mulher, pois todos vocês são um só em Jesus Cristo". 

Guardando a Mensagem 

No evangelho, temos notícia que, além do grupo dos doze, também um grupo de mulheres integrava o grupo de Jesus e andava com ele. A valorização das mulheres é uma nota importante do seu ministério, particularmente sublinhado pelo evangelista Lucas. A discriminação da mulher continua ainda hoje, apesar das conquistas feitas pelas mulheres e também pelos homens. O papel dos cristãos é fermentar a sociedade com o bom fermento do evangelho. E o evangelho, que foi anunciado por Jesus dentro de uma sociedade patriarcal, liberta a mulher de sua condição de inferioridade e também o homem de sua condição de desumanização ao discriminar a mulher.

Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças (Lc 8, 1-2).

Rezando a palavra

Senhor Jesus, 
Homens e mulheres te seguimos, como teus discípulos e discípulas. Do grupo de mulheres mencionado no evangelho de hoje, está dito que tinham sido curadas e libertadas. De fato, nós que te seguimos conhecemos essa realidade. Nós, também, experimentamos a graça de Deus que nos alcançou em nossa pequenez, em nossa condição de pecadores. Sustenta-nos, Senhor, no caminho de construção da fraternidade e da justiça, vencendo toda discriminação e reconhecendo-nos mutuamente como filhos e filhas de Deus, cidadãos e cidadãs do Reino. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém. 

Vivendo a palavra

Reze, hoje, por sua comunidade, para que ela seja casa onde todos, homens e mulheres, se sintam filhos e filhas amados de Deus, vivendo em fraternidade exemplar. 

É hoje o quinto e último dia do Curso Bíblico sobre o Evangelho de São Marcos. Os cinco vídeos de uma hora vão ficar à sua disposição no Facebook e no Youtube para você, assim que encontrar um tempinho, ter também a possibilidade de ampliar seus conhecimentos sobre a Palavra de Deus. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

20190920

AS DISCÍPULAS DE JESUS

Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças (Lc 8, 1-2).
20 de setembro de 2019
A situação da mulher no tempo de Jesus não era das melhores. A gente hoje conhece um pouco mais dos costumes dos povos do Oriente Médio e vê que ainda hoje a mulher viva uma condição de grande submissão e inferioridade.  Na Palestina, a terra de Jesus, se vivia uma estrutura social patriarcal. O homem é que contava. Ele é quem mandava.
O evangelho é uma permanente proclamação de liberdade para os oprimidos, incluídas as mulheres. Ele foi proclamado e vivido por Jesus numa sociedade que discriminava a mulher. Jesus não estava de acordo com aquele jeito de a sociedade menosprezar a mulher e só dar valor ao homem. O evangelho o mostra conversando, no poço de Jacó, com uma mulher estrangeira, de outra religião, a samaritana. Ele hospeda-se na casa de Marta e Maria, suas amigas e discípulas. Algumas mulheres, inclusive, andavam com ele, no seu grupo de discípulos, e o evangelho guarda até o nome de algumas delas. É o que nos conta o evangelho de hoje. Diz o texto: “Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças” (Lc 8, 1-2). E lista alguns nomes: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.
Para a sociedade daquele tempo, a mulher valia pela sua capacidade de gerar e criar filhos. Por isso, alguém elogiou a mãe de Jesus assim: "Feliz o ventre que te carregou e os seios que te amamentaram". Mas, Jesus não via só isso de importante na mulher. E em sua mãe via mais ainda. Por isso ele completou o elogio: "mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática" (Lc 11). Maria era mais importante ainda porque praticava a Palavra de Deus, porque realizava bem a sua vontade.  
Na verdade, as mulheres são apresentadas no evangelho como as mais fiéis a Jesus. Foram elas que chegaram até o final do caminho, na cruz. Os discípulos homens, quase todos, desapareceram na hora da paixão. Restaram as mulheres, com toda fidelidade. E mais: numa cultura em que o testemunho da mulher não tinha valor, foram elas as primeiras testemunhas da ressurreição de Cristo. 
E nós temos que continuar trabalhando para que a novidade do evangelho que Jesus viveu e anunciou não se perca e acabemos reforçando os preconceitos que ainda persistem discriminando as mulheres. Temos que viver a grande novidade que ele nos legou. Jesus nos libertou para vivermos a igualdade e a fraternidade. Paulo escreveu em Gl 3, 28: "Não há mais diferença entre judeu e grego, entre escravo e homem livre, entre homem e mulher, pois todos vocês são um só em Jesus Cristo".   
Guardando a mensagem 
No evangelho, temos notícia que, além do grupo dos doze, também um grupo de mulheres integrava o grupo de Jesus e andava com ele. A valorização das mulheres é uma nota importante do seu ministério, particularmente sublinhado pelo evangelista Lucas. A discriminação da mulher continua ainda hoje, apesar das conquistas feitas pelas mulheres e também pelos homens. O papel dos cristãos é fermentar a sociedade com o bom fermento do evangelho. E o evangelho, que foi anunciado por Jesus dentro de uma sociedade patriarcal, liberta a mulher de sua condição de inferioridade e também o homem de sua condição de desumanização ao discriminar a mulher.
Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças (Lc 8, 1-2).
Rezando a palavra
Senhor Jesus, 
Homens e mulheres te seguimos, como teus discípulos e discípulas. Do grupo de mulheres mencionado no evangelho de hoje, está dito que tinham sido curadas e libertadas. De fato, nós que te seguimos conhecemos essa realidade. Nós, também, experimentamos a graça de Deus que nos alcançou em nossa pequenez, em nossa condição de pecadores.  Sustenta-nos, Senhor, no caminho de construção da fraternidade e da justiça, vencendo toda discriminação e reconhecendo-nos mutuamente como filhos e filhas de Deus, cidadãos e cidadãs do Reino. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém. 
Vivendo a palavra
Reze, hoje, por sua comunidade, para que ela seja casa onde todos, homens e mulheres, se sintam filhos e filhas amados de Deus, vivendo em fraternidade exemplar. 
Pe. João Carlos Ribeiro – 20 de setembro de 2019.

20180331

UMA NOITE DE RENOVAÇÃO

Vocês procuram Jesus de Nazaré que foi crucificado? Ele ressuscitou. Não está aqui (Mc 16, 6)

31 de março de 2018.

Neste sábado santo, não estamos num velório. É verdade que estamos num dia de silêncio e recolhimento, em vigília, como que ao lado do sepulcro do Senhor. Estamos, propriamente, em concentração. Preparamo-nos para celebrar, com toda exultação, o mistério da vitória de Jesus sobre a morte. Não porque ele esteja morto e vá ressuscitar hoje à noite, nada disso. Mas, para fazer memória de sua vitória sobre a morte. Ele vive triunfante, ele é o ressuscitado. A morte e a ressurreição do Senhor são o grande mistério no qual vivemos mergulhados. É o que estamos celebrando no Tríduo Pascal: a sua entrega em nosso favor, a sua morte de cruz nos lavando do pecado, a sua ressurreição dos mortos nos comunicando a vida de Deus.

Bem cedo, diz o evangelho de São Marcos lido hoje, as três mulheres foram ao túmulo. Levaram perfumes para ungir o corpo de Jesus. Discutiam sobre quem rolaria a grande pedra para elas entrarem no túmulo. Não contavam com a ressurreição. Mas, tiveram uma grande surpresa. A pedra da entrada do túmulo tinha sido retirada. O túmulo estava vazio.

Não estamos apenas celebrando, com vibrante alegria, o fato que Jesus ressuscitou. Também estamos felizes porque nós ressuscitamos com ele. E mergulhamos neste mistério de morte e ressurreição, particularmente, pelo batismo. No batismo, renascemos nas águas de sua morte. Como disse Paulo, no batismo fomos sepultados com ele. E, ao sairmos das águas, ressurgimos com ele. Pelo batismo, começamos a viver a vida nova da graça que ele nos alcançou. Foi o que Jesus disse a Pedro: “Seu eu não te lavar, não terás parte comigo”. Somos lavados pelo batismo. Temos parte com ele.

As mulheres entraram no túmulo e lá viram um moço vestido de branco com um recado do ressuscitado para elas. Elas deviam avisar aos discípulos que o Mestre já os precedia na Galileia. Que eles se dirigissem para lá, onde a missão dele tinha começado. Testemunhas da ressurreição, elas agora são missionárias do ressuscitado.  

Faltar à celebração da Vigília Pascal de hoje, nem pensar. Ela é a mais importante celebração do ano. A liturgia de hoje se desenvolve em quatro momentos: a celebração da luz (Cristo vence as trevas e ilumina o mundo); a celebração da Palavra (A ressurreição de Cristo é o coroamento das  maravilhosas obras de Deus ao longo da história); a celebração da água (Pelo batismo, participamos da morte e da ressurreição do Senhor); e a celebração do pão eucarístico (Na ceia eucarística, anunciamos a morte do Senhor e proclamamos a sua ressurreição).  E a grande notícia da noite santa deste sábado, a Páscoa do Senhor, a sua Ressurreição da morte, se prolonga por todo o domingo de páscoa e por todos os domingos do ano. Faltar à celebração da Vigília Pascal de hoje, nem pensar.

Vamos guardar a mensagem

Podemos pensar que a celebração do sábado santo tem três marcas: a Ressurreição, o Batismo e a Missão. Ressurreição é a boa notícia da madrugada do primeiro dia da semana. Está recomeçando a primeira semana da criação, é o início de uma nova humanidade. O Batismo é a nossa adesão a Cristo e o modo pelo qual participamos de sua morte e de sua ressurreição. Lavados, purificados por sua morte, somos novas criaturas, nascidas do alto, pelo derramamento do seu Espírito. A continuação da missão de Jesus é consequência de sua vitória sobre o pecado, o mal e a morte. Somos seus missionários. A missão continua.

Vocês procuram Jesus de Nazaré que foi crucificado? Ele ressuscitou. Não está aqui (Mc 16, 6)

Vamos rezar a Palavra

Rezemos com as palavras do Exultet, o precônio pascal:

Exulte o céu e os anjos triunfantes, / mensageiros de Deus, desçam cantando, / façam soar trombetas fulgurantes, / a vitória de um Rei anunciando.
Alegre-se também a terra amiga / que em meio a tantas luzes resplandece / e, vendo dissipar-se a treva antiga, / ao sol do eterno Rei brilha e se aquece.
Que a mãe Igreja alegre-se igualmente, / erguendo as velas deste fogo novo. / E escutem reboando de repente, / o Aleluia cantado pelo povo.

Vamos viver a Palavra

Um modo de sublinhar o valor deste tempo de graça é desejar FELIZ PÁSCOA às pessoas de sua convivência, parentes e amigos. Então, a partir de hoje, não economize votos de FELIZ PÁSCOA COM CRISTO.

Pe. João Carlos Ribeiro -30.03.2018

20170922

JESUS E AS DISCÍPULAS

Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças (Lucas 8, 1-2)

A situação da mulher no tempo de Jesus não era das melhores. A gente hoje conhece um pouco mais dos costumes dos povos do Oriente Médio e vê que ainda hoje a mulher vive uma condição de grande submissão e inferioridade.  Na Palestina, a terra de Jesus, se vivia uma estrutura social patriarcal. O homem é que contava.

O evangelho é uma permanente proclamação de liberdade para os oprimidos, incluídas as mulheres. Ele foi proclamado e vivido por Jesus numa sociedade que discriminava a mulher. Jesus não estava de acordo com aquele jeito da sociedade menosprezar a mulher e só dar valor ao homem. O evangelho mostra ele conversando, no poço de Jacó, com uma mulher estrangeira, de outra religião, de reconhecida má conduta, a samaritana. Ele hospeda-se na casa de Marta e Maria, suas amigas e discípulas. Algumas mulheres inclusive andavam com ele, no seu grupo de discípulos, e o evangelho guarda até o nome de algumas delas. É o que está no evangelho de hoje. Elas andavam com Jesus e seus discípulos e lhes davam suporte em suas atividades. Eram discípulas também.

Na verdade, as mulheres são apresentadas no evangelho como as mais fiéis a Jesus. Foram elas que chegaram até o final do caminho, na cruz. Os discípulos homens, quase todos, desapareceram na hora da paixão. Restaram as mulheres, com toda fidelidade. E mais: numa cultura em que o testemunho da mulher não valia nada, foram elas as primeiras testemunhas da ressurreição de Cristo.

Vamos guardar a mensagem de hoje

Inspirados na prática de Jesus, nós precisamos continuar trabalhando para que a novidade do evangelho que ele viveu e anunciou não se perca e acabemos reforçando os preconceitos que ainda persistem discriminando as mulheres. Precisamos viver a grande novidade que ele nos legou. Jesus nos libertou para vivermos a igualdade e a fraternidade. O papel dos cristãos é fermentar a sociedade com o bom fermento do evangelho. E o evangelho, que foi anunciado por Jesus dentro de uma sociedade patriarcal, liberta a mulher de sua condição de inferioridade e também o homem de sua condição de desumanização ao discriminar a mulher.

Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças (Lucas 8, 1-2)

Vamos acolher a mensagem de hoje com uma prece

Senhor Jesus,
Somos cristãos, abraçamos o teu evangelho, mas ainda andamos longe de viver integralmente a tua palavra. No teu modo humano de viver, em tuas palavras guardadas no livro santo, há uma proclamação da igualdade fundamental entre todos os seres humanos. Mas, infelizmente, continuamos repetindo o modo preconceituoso, excludente que herdamos de nossa cultura machista e autoritária, mal suportando as conquistas que as mulheres fizeram ao longo de séculos para serem  respeitadas em seus direitos fundamentais. Dá-nos, Senhor, compreender e ensinar o que o apóstolo Paulo escreveu na carta aos Gálatas:  “Não há mais diferença entre judeu e grego, entre escravo e homem livre, entre homem e mulher, pois todos vocês são um só em Jesus Cristo” (Gl 3, 28). Seja o teu santo nome bendito, hoje e sempre Amém.


Pe. João Carlos Ribeiro – 16.09.2016/21.09.2017

20140308

Jesus e as mulheres

A situação da mulher no tempo de Jesus não era das melhores. A gente hoje conhece um pouco mais dos costumes dos povos do Oriente Médio e vê que ainda hoje a mulher viva uma condição de grande submissão e inferioridade.  Na Palestina, a terra de Jesus, se vivia uma estrutura social patriarcal. O homem é que contava. O homem é quem mandava.

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