PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO DA PALAVRA: vigilância
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Aguardar, acordados.

 



   03 de dezembro de 2023    

Primeiro Domingo do Advento


   Evangelho   


Mc 13,33-37

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 33“Cuidado! Ficai atentos, porque não sabeis quando chegará o momento. 34É como um homem que, ao partir para o estrangeiro, deixou sua casa sob a responsabilidade de seus empregados, distribuindo a cada um sua tarefa. E mandou o porteiro ficar vigiando.
35Vigiai, portanto, porque não sabeis quando o dono da casa vem: à tarde, à meia-noite, de madrugada ou ao amanhecer. 36Para que não suceda que, vindo de repente, ele vos encontre dormindo. 37O que vos digo, digo a todos: Vigiai!”.


   Meditação   


Não suceda que, vindo de repente, ele encontre vocês dormindo (Mc 13, 36)

Vigilância é a palavra-chave desse domingo. E este é o primeiro domingo do advento. Advento é esse período de quatro semanas que nos preparara para o natal. É um novo tempo litúrgico. Você vê logo, na Igreja, que muda a cor litúrgica. Agora, usa-se o roxo, mais de acordo com o clima penitencial desse tempo. E tem a coroa do advento, com quatro velas. A primeira se acende hoje.

O advento nos fala de alguém que vem ao nosso encontro. E quem vem? Claro, Jesus. É ele que vem. Na verdade, já veio na sua encarnação. Celebramos isso no natal. Mas, ele vem sempre ao nosso encontro, de muitas formas. E o aguardamos na sua última vinda, para manifestar definitivamente o Reino de Deus. Um dia, ele se despediu dos discípulos e subiu ao céu. Mas, avisou que voltaria. E recomendou muitas coisas. As primeiras gerações de cristãos viviam numa grande tensão, esperando a sua volta a qualquer momento. À medida que o tempo vai passando, essa sua demora pode gerar esquecimento e relaxamento. Por isso, é muito importante recordar algumas de suas recomendações para esse período de espera.

Dando uma olhada nas leituras dos quatro domingos do advento desse novo ano litúrgico, que é o ano B, e lendo os comentadores bíblicos, creio que podemos reconhecer quatro temas que são a síntese do anúncio desse período. E, como eu vou acompanhar você nesse advento com a Meditação (espero que você continue aceitando a minha companhia), vou adiantar quais são esses quatro temas. Eles formam o caminho do anúncio da palavra de Deus nesse tempo santo. Eles podem ser um caminho de crescimento para todos nós. O tema deste primeiro domingo é AGUARDAR ACORDADOS, em torno da vigilância. No segundo domingo, o tema é PREPARAR A SUA CHEGADA COM UMA VIDA SANTA, em torno da conversão. No terceiro domingo, o tema é ACOLHER O TESTEMUNHO, em torno do reconhecimento de Jesus. No quarto domingo, o tema é PARTICIPAR DO PROJETO DE DEUS, em torno do “sim” de Maria.

Voltemos ao evangelho de hoje. Vigilância é a palavra-chave, repetida quatro vezes no texto de hoje. As comunidades, depois de Jesus, deram muita ênfase a essa recomendação de Jesus para o tempo da espera, o tempo em que ele estaria fora. Eu disse ‘fora’, mas ele está sempre conosco, você sabe. “Vigiem, fiquem acordados”. Jesus contou uma espécie de parábola para isso ficar bem clarinho. Um homem viajou e deixou sua casa aos cuidados dos seus empregados, a cada um deixou uma tarefa. E recomendou muito ao porteiro, o que ficou responsável por todos: não sei a que horas eu volto, fiquem me esperando acordados.

Estamos aguardando a volta de Jesus. Pense nisso como a coisa mais bonita que poderia acontecer na sua vida. A volta do nosso Deus amado, a manifestação gloriosa do nosso Jesus, o triunfo dos justos com ele! Será o coroamento de toda a obra da criação e da salvação. A Bíblia termina com essa prece, clamando pela volta do Salvador: “Maranatha, vem, Senhor Jesus”. Aguardar acordados – isso é fácil de entender, não é verdade? O contrário seria dormir, cochilar, descuidar-se.




Guardando a mensagem

Precisamos viver aquela mesma tensão das primeiras comunidades, na espera do Senhor que partiu e volta a qualquer momento. Viver com compromisso, em santidade, dando o primeiro lugar a Deus em nossa vida. Nada de relaxamento, de preguiça, de estado de sonolência e indiferença. Aguardar acordados é cada empregado estar realizando bem a tarefa que recebeu. É estarmos todos cuidando bem da família, da comunidade, do mundo – isso tudo é a casa dele. Não queremos que ele chegue e nos pegue desprevenidos, despreparados, ociosos, dormindo. Queremos aguardá-lo em vigília, acordados. Foi o que ele nos pediu.

Não suceda que, vindo de repente, ele encontre vocês dormindo (Mc 13, 36)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
que tempo precioso este que estamos começando a viver na liturgia: o tempo do advento. O advento é o tempo da espera. Põe, Senhor, no nosso coração aqueles mesmos sentimentos e compromissos que estavam no coração de tua mãe Maria nos meses de tua gestação. Foi ela quem melhor te esperou, com tanta fé, tanto amor... Esta tua primeira vinda, vamos celebrar no natal, que começamos a preparar. E virás, definitivamente, para julgar os vivos e os mortos. E como não sabemos quando chegarás, estás nos orientando a assumir uma postura de fidelidade e vigilância, na tensão de tua vinda a qualquer momento. Sim, nós queremos esperar a tua volta, de maneira ativa, comprometida, operante. Estaremos acordados, vigilantes, te esperando. Que esta espera encha de sentido e alegria nossa vida e nos fortaleça nas dificuldades, nos dramas de nossa vida e de nossa história humana. 
Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Bênção do Advento

O Deus onipotente e misericordioso te santifique com o esplendor do advento do seu Filho, em cuja vinda crês e cuja volta esperas, e derrame sobre ti as suas bênçãos. Amém.

Durante esta vida, Deus te torne firme na fé, alegre na esperança e solícito na caridade. Amém.

E tu, que te alegras com fé e devoção pela vinda, segundo a carne, do nosso Redentor, sejas recompensado com o prêmio da vida eterna, quando ele vier de novo na majestade da sua glória. Amém.

Vivendo a palavra

Estamos começando o tempo do advento, um tempo que tem um apelo muito forte para o nosso crescimento, para nossa conversão. A dica de hoje é simples e comprometedora. O que você poderia fazer nessas quatro semanas (antes do natal) para o seu crescimento em Cristo?  Esse será o seu propósito para esse tempo. Seria muito bom que você o anotasse no seu diário espiritual, aquele caderno que você disse que ia adquirir. Não tendo ainda seu diário espiritual, anote em sua agenda ou em outro local. O que você poderia fazer nesse advento para o seu crescimento em Cristo?  

Comunicando

Mesmo não podendo ir pessoalmente à COP 28, por causa de sua saúde fragilizada, o Papa Francisco mandou sua mensagem lida ontem pelo Cardeal Pietro Parolim. Na mensagem, o Papa diz que a devastação da criação é uma ofensa a Deus, um pecado, não só pessoal, mas também estrutural, que recai sobre os seres humanos, sobretudo os mais frágeis. A mensagem vale como uma pregação de advento, uma convocação do mundo à conversão. Vou deixar o texto da Mensagem do Papa junto com o evangelho e a meditação. Siga o link. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb



O cardeal Pietro Parolin na COP28 de Dubai


DISCURSO DO SANTO PADRE

Conferência dos Estados-Parte na Convenção-Quadro
das Nações Unidas 

sobre as alterações climáticas (COP 28)

Expo City (Dubai)
Sábado, 2 de dezembro de 2023

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Senhor Presidente,
Senhor Secretário-Geral das Nações Unidas,
Ilustres Chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e Senhores!

Infelizmente não posso acompanhar-vos, como desejaria, mas estou convosco, pela urgência da hora que vivemos. Estou convosco, porque, agora mais do que nunca, o futuro de todos depende do presente que escolhermos. Estou convosco, porque a devastação da criação é uma ofensa a Deus, um pecado não só pessoal mas também estrutural que recai sobre os seres humanos, sobretudo os mais débeis, um grave perigo que grava sobre cada um com o risco de desencadear um conflito entre as gerações. Estou convosco, porque a mudança climática é «um problema social global que está intimamente ligado à dignidade da vida humana» (Francisco, Exort. ap. Laudate Deum, 3). Estou convosco para formular uma pergunta a que somos chamados a responder agora: estamos a trabalhar para uma cultura da vida ou da morte? Com veemência, vos peço: escolhamos a vida, escolhamos o futuro! Escutemos os gemidos da terra, demos ouvidos ao grito dos pobres, prestemos atenção às esperanças dos jovens e aos sonhos das crianças! Temos uma grande responsabilidade: garantir que não lhes seja negado o próprio futuro.

Está comprovado que as alterações climáticas em curso derivam do sobreaquecimento da terra, causado principalmente pelo aumento na atmosfera dos gases com efeito de estufa, causado por sua vez pela atividade humana, que, nas últimas décadas, se tornou insustentável para o ecossistema. A ambição de produzir e possuir transformou-se em obsessão e resultou numa ganância sem limites, que fez do ambiente o objeto duma exploração desenfreada. O clima enlouquecido soa como um alerta para acabarmos com tal delírio de omnipotência. Com humildade e coragem, voltemos a reconhecer a nossa limitação como única estrada para uma vida plena.

Qual obstáculo impede este percurso? As divisões que existem entre nós. Mas um mundo inteiramente conexo, como o atual, não pode ser tratado por quem o governa como se fosse desconexo, com as negociações internacionais que «não podem avançar significativamente por causa das posições dos países que privilegiam os seus interesses nacionais sobre o bem comum global» (Francisco, Carta enc. Laudato si’, 169). Assistimos a posições rígidas, senão mesmo inflexíveis, que tendem a tutelar os lucros pessoais e das próprias empresas, justificando-se por vezes com aquilo que outros fizeram no passado, verificando-se balsos periódicos das responsabilidades. Entretanto o dever a que hoje estamos chamados tem a ver, não com o ontem, mas com o amanhã; um amanhã que, queiramos ou não, será de todos ou não existirá.

Magoam em particular as tentativas de descarregar as responsabilidades sobre a multidão dos pobres e o índice dos nascimentos. Trata-se de tabus que devem ser firmemente desmascarados. Não é culpa dos pobres, porque quase metade do mundo, a mais indigente, é responsável apenas por 10% das emissões poluidoras, enquanto nunca apareceu tão abissal o fosso entre o limitado grupo de facultosos e os inúmeros desvalidos. Na realidade, estes é que são as vítimas do que está a acontecer: pensemos nas populações indígenas, na desflorestação, no drama da fome, na insegurança hídrica e alimentar, nos fluxos migratórios induzidos. Quanto aos nascimentos, não se trata dum problema, mas dum recurso: não são contra a vida, mas a favor da vida, enquanto certos modelos ideológicos e utilitaristas, que se vão impondo com luvas de veludo a famílias e populações, representam verdadeiras colonizações. Que não seja penalizado o progresso de tantos países, já sobrecarregados com onerosas dívidas económicas; considere-se, antes, o impacto de umas poucas nações, responsáveis por uma preocupante dívida ecológica para com muitas outras (cf. ibid., 51-52). Seria justo encontrar adequadas modalidades de remissão das dívidas financeiras que pesam sobre vários povos, à luz da dívida ecológica também existente para com eles.

Senhoras e Senhores, permiti que, em nome da Casa Comum que habitamos, me dirija a vós como a irmãos e irmãs pondo a questão: Qual é a via de saída? Aquela que estais a percorrer nestes dias: a via do caminho em conjunto, o multilateralismo. De facto, «o mundo está a tornar-se tão multipolar e, simultaneamente, tão complexo que é necessário um quadro diferente para uma cooperação eficaz. Não basta pensar nos equilíbrios de poder (…). Trata-se de estabelecer regras universais e eficazes» (Exort. ap. Laudate Deum, 42). A propósito, preocupa constatar que o aquecimento da terra seja acompanhado por um resfriamento geral do multilateralismo, por uma crescente desconfiança na comunidade internacional, pela perda da «comum consciência de ser (…) uma família de nações» (São João Paulo II, Discurso à Assembleia Geral das Nações Unidas por ocasião do cinquentenário da sua fundação, Nova Iorque, 05/X/1995, 14). É essencial reconstruir a confiança, fundamento do multilateralismo.

Isto vale tanto para o cuidado da criação como para a paz: são as questões mais urgentes e estão interligadas. Quantas energias está desperdiçando a humanidade nas várias guerras em curso, como sucede em Israel e na Palestina, na Ucrânia e em muitas regiões da terra: conflitos que, em vez de resolver os problemas, aumentá-los-ão! Quantos recursos desperdiçados nos armamentos, que destroem vidas e arruínam a Casa Comum! Relanço uma proposta: «Com o dinheiro usado em armas e noutras despesas militares, constituamos um Fundo Mundial, para acabar de vez com a fome» (Francisco, Carta enc. Fratelli tutti, 262; cf. São Paulo VI, Carta Enc. Populorum progressio, 51) e realizar atividades que promovam o desenvolvimento sustentável dos países mais pobres, combatendo as mudanças climáticas.

É tarefa desta geração dar ouvidos aos povos, aos jovens e às crianças para lançar as bases dum novo multilateralismo. Por que não começar precisamente da Casa Comum? As alterações climáticas alertam para a necessidade duma mudança política. Saiamos das vielas estreitas dos particularismos e dos nacionalismos; são esquemas do passado. Abracemos uma visão alternativa, comum: esta permitirá uma conversão ecológica, porque «não há mudanças duradouras sem mudanças culturais» (Exort. ap. Laudate Deum, 70). Neste âmbito, posso garantir o empenho e o apoio da Igreja Católica, ativa de forma especial na educação procurando sensibilizar para a participação comum e promover estilos corretos de vida, pois a responsabilidade é de todos, sendo fundamental a responsabilidade de cada um.

Irmãs e irmãos, é essencial mudar o passo e de tal modo que não se reduza a uma modificação parcial da rota, mas seja um novo modo de avançar juntos. Se no caminho da luta contra as alterações climáticas, que se inaugurou no Rio de Janeiro em 1992, o Acordo de Paris marcou «um novo início» (Ibid., 47), agora temos necessidade de relançar o caminho. Precisamos de dar um sinal concreto de esperança. Que esta COP seja um ponto de viragem: manifeste uma vontade política clara e palpável que leve a uma decidida aceleração da transição ecológica através de formas que tenham três caraterísticas: sejam «eficientes, vinculantes e facilmente monitoráveis» (Ibid., 59). E encontrem realização em quatro campos: a eficiência energética, as fontes renováveis, a eliminação dos combustíveis fósseis, a educação para estilos de vida menos dependentes destes últimos.

Por favor, avancemos! Não voltemos atrás… Sabe-se que vários acordos e compromissos assumidos «tiveram um baixo nível de implementação, porque não se estabeleceram adequados mecanismos de controle, revisão periódica e sanção das violações» (Carta enc. Laudato si’, 167). Trata-se de não adiar mais, de implementar, e não apenas desejar, o bem dos vossos filhos, dos vossos cidadãos, dos vossos países, do nosso mundo. Que vós sejais os artífices duma política que dê respostas concretas e coesas, comprovando a nobreza da função que desempenhais, a dignidade do serviço que prestais. Porque o poder serve para isto: para servir. E não adianta conservar hoje uma autoridade que amanhã será recordada pela sua incapacidade de intervir quando era urgente e necessário (cf. ibid., 57). A história ficar-vos-á reconhecida por isso, e agradecer-vos-ão também as sociedades onde viveis e em cujo seio prolifera uma nefasta divisão de “claques”: entre catastrofistas e indiferentes, entre ambientalistas radicais e negativistas climáticos. E é inútil alinhar por uma das partes; neste caso, tal como na causa da paz, isso não oferece qualquer remédio. O remédio é a boa política: se um exemplo de concretização e coesão vier de cima, beneficiará a base, onde muitos, especialmente jovens, já estão empenhados em promover o cuidado da Casa Comum.

Possa o ano de 2024 marcar um ponto de viragem. Gostaria que fosse de bom auspício um episódio ocorrido em 1224. Naquele ano, Francisco de Assis compôs o Cântico das Criaturas. Fê-lo depois duma noite passada no meio de dores físicas, já completamente cego. Depois daquela noite de luta, de espírito aliviado por uma experiência espiritual, ele quis louvar o Altíssimo pelas criaturas que já não via, mas sentia como irmãos e irmãs, porque descendiam do mesmo Pai e partilhavam a existência com os outros homens e mulheres. Assim, inspirado por um sentido de fraternidade, foi capaz de transformar a dor em louvor e o cansaço em empenho. Pouco depois acrescentaria uma estrofe na qual louvava a Deus por aqueles que perdoam, e fê-lo para dirimir – com sucesso! – um escandaloso litígio entre o Governador local e o Bispo. Também eu, que trago o nome de Francisco, gostaria de vos dizer com o tom veemente duma oração: deixemos para trás as divisões e unamos forças! E, com a ajuda de Deus, saiamos da noite das guerras e das devastações ambientais para transformar o futuro comum numa alvorada de luz. Obrigado.

Ele tarda, mas não falha.

 


   25 de outubro de 2023.   

Dia de Santo Antonio de Sant'Ana Galvão


   Evangelho.   


Lc 12,39-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 39“Ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. 40Vós também ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.
41Então Pedro disse: “Senhor, tu contas esta parábola para nós ou para todos?” 42E o Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? 43Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim! 44Em verdade eu vos digo: o senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens. 45Porém, se aquele empregado pensar: ‘Meu patrão está demorando’, e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se, 46o senhor daquele empregado chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o partirá ao meio e o fará participar do destino dos infiéis.
47Aquele empregado que, conhecendo a vontade do senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes. 48Porém, o empregado que não conhecia essa vontade e fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!”

   Meditação   


Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? (Lc 12, 42)

Nós aguardamos a volta de Jesus. Estamos esperando a sua nova vinda. A sua vinda será um momento de júbilo para uns e de juízo para outros. Por isso, apesar da alegria da espera, ficamos um tanto temerosos.

Vigilância é a palavra-chave do evangelho de hoje. As comunidades, depois de Jesus, deram muita ênfase a essa recomendação de Jesus para o tempo da espera, o tempo em que ele estaria fora. Eu disse ‘fora’, mas ele está sempre conosco, você sabe. “Vigiem, porque vocês não sabem a hora em que virá o Senhor!” Jesus contou pequenas parábolas para isso ficar bem clarinho. Falou do pai de família que, se soubesse que o ladrão viria naquela noite, ficaria vigiando e não deixaria que sua casa fosse arrombada. Falou do servo que o Senhor deixou tomando conta de sua casa, cuidando de sua família. O servo vigilante está atento e alimenta bem a família. O servo relaxado espanca os empregados e cai na farra e na bebida, descuidando-se de suas obrigações. O servo fiel e prudente vai ser muito bem recompensado. O servo relaxado vai ser despedido e castigado.

Jesus, com essa história, quis nos incentivar a estar sempre vigilantes. Nós cuidamos de algo de que fomos encarregados. E disso, seremos cobrados, vamos prestar contas. Na parábola, o empregado cuidava da casa do seu senhor, de sua família. Esse é um ensinamento importante: nós estamos encarregados de cuidar de pessoas, pessoas que podem estar sob nossa responsabilidade, mas não são nossa propriedade. Pai e mãe cuidam de sua casa, das pessoas que estão sob sua dependência. E precisam estar sempre atentos, vigilantes para o mal não penetrar em sua casa, como Jesus falou na parábola. Ele disse: “Se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada”.

O fato de Jesus estar demorando, não quer dizer que ele não vem. E não pode ser motivo para relaxamento, despreocupação, abandono da missão. Vigilância é o ensinamento de hoje.




Guardando a mensagem

Jesus alertou sobre a vigilância: estarmos atentos, acordados, despertos, não permitindo que o mal penetre em nossa casa, em nossa família. Na verdade, a casa que cuidamos é dele, pois aí estamos como encarregados, investidos de autoridade e de responsabilidade por ele mesmo. E é a ele que daremos conta. Cuidar das pessoas é a nossa missão. Vigilância é a nossa atitude permanente. Mesmo ele não voltando logo, precisamos estar sempre preparados, cumprindo bem nossas tarefas, realizando bem a nossa missão.

Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? (Lc 12, 42)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
na parábola que contaste, tem o administrador fiel que cuidou bem de sua casa, alimentou bem seus dependentes, zelou para que tudo andasse direitinho, estava sempre vigilante, atento. E disseste: “Feliz o empregado que o senhor quando voltar o encontrar assim”. Nós queremos, Senhor, ser zelosos e vigilantes como esse empregado elogiado. Ajuda-nos, Senhor, a cumprir bem nossas obrigações em nossas famílias, em nossas comunidades; ajuda-nos a providenciar o necessário para vivermos dignamente e dá-nos sabedoria para conduzir bem aqueles que colocaste sob nossa responsabilidade. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Arrume um tempinho, hoje, para rezar por sua família. Faça como o empregado elogiado da parábola: cuide bem de sua casa.

Comunicando

Como todas as quartas-feiras, hoje é dia de programa no Youtube no Canal Padre João Carlos. O programa "Encontros" de hoje trata do serviço missionário e do Outubro Rosa e começa às oito da noite.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

Ele está pra chegar.


   24 de outubro de 2023.   

Terça-feira do 29º Domingo do Tempo Comum 


   Evangelho.   


Lc 12,35-38

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 35“Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. 36Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater. 37Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade, eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá. 38E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar!”

   Meditação.   


Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar (Lc 12 ,37)

Você lembra da cara dos seus pais quando voltaram de uma viagem e encontraram a casa toda arrumadinha!! Puxa, eles ficaram muito contentes. E elogiaram sua responsabilidade, seu compromisso, seu esforço em fazer tudo bem feito. Esse é o tema do evangelho de hoje.

O tema é o da vigilância. Este tema é desenvolvido nos evangelhos, com diversas histórias e comparações. Recebemos uma tarefa e vamos prestar contas dela a qualquer momento. Precisamos estar atentos e vigilantes. Nada de dormir no ponto.

O empregado está esperando a volta do seu patrão, que foi a uma festa de casamento e volta a qualquer momento. É necessário que esteja acordado na hora em que o patrão voltar, para abrir a porta para ele, assim que bater. O patrão, de tão satisfeito, é quem vai por a mesa para o seu empregado.

Nessa alegoria, o senhor é o próprio Jesus. Ele viajou (é a ascensão ao céu), mas, vai voltar e ninguém sabe a hora certa em que vai chegar (é a sua nova vinda). O empregado sou eu, é você. Ficamos na responsabilidade de cuidar de sua casa, de sua família. A casa pode ser minha família (que não é minha), a minha comunidade (que não é minha), a organização a que pertenço. Nós não somos os donos, somos os empregados. Vamos prestar contas. Vamos ser avaliados. E a hora de sua chegada pode ser a qualquer momento, ele vem sem programação. Mas, vai ficar muito feliz se encontrar tudo em ordem. Vai cear com o seu empregado, contar as novidades de sua viagem, mostrar sua gratidão e sua confiança nele.

É certo que ele vem. E vem, definitivamente, no final dos tempos. Mas, de verdade, vem sempre. Vem numa grande oportunidade. Se não estamos preparados, perdemos (uma promoção, um concurso, um casamento, uma porta de realização, um salto em nossa vida espiritual). É, ele sempre vem. Se não vem, manda chamar a gente. É a morte. Essa é a hora da avaliação de nossa vida. Aprovados, iremos para o banquete eterno que ele mesmo nos servirá. Se não manda chamar, manda um aviso. É a doença. A doença me diz: você não está aqui pra sempre, você é frágil; você recebeu uma tarefa: valorize mais os meios que lhe foram dados para realizar a sua missão: a saúde, as pessoas que lhe querem bem, as qualidades, as capacidades que Deus lhe deu.




Guardando a mensagem

Jesus contou várias histórias ou alegorias para enfatizar a necessidade de estarmos vigilantes, no período de sua ausência física. Ele nos deixou responsáveis por sua missão, por sua casa, pelo bem do seu povo. Nós não sabemos quando ele voltará. E como ele não tem hora pra chegar, há sempre a tentação de a gente relaxar na execução das tarefas ou de abandonar o nosso posto de responsáveis. Ele chega a qualquer hora. Precisamos estar atentos, vigilantes, ativos. De prontidão. A alegria dele é, na hora em que chegar, ele nos encontrar acordados, à sua espera.

Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar (Lc 12 ,37)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
disseste “que os seus rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas”. Rins cingidos é estar com o cinto afivelado, em posição de quem está pronto para sair ou realizar uma tarefa. Lâmpadas acesas é também o sinal de vigilância, de se estar desperto, de olho no que está acontecendo. Estás nos orientando, Senhor, a assumir uma postura de fidelidade e vigilância, na tensão de tua vinda a qualquer momento. Nós queremos esperar a tua volta, de maneira ativa, comprometida, operante. Queremos ver a tua expressão de satisfação, na tua volta, aos nos encontrares acordados, vigilantes. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Durante o dia de hoje, diga várias vezes essa invocação que está no livro do Apocalipse: “Vem, Senhor Jesus” (Ap 22, 20).

Comunicando

Sendo hoje dia 24, hoje é dia da comemoração mensal de N. Senhora Auxiliadora. Neste sentido, rezamos a Santa Missa na Capelinha da AMA, no Recife, começando às 14 horas, com transmissão pela Rádio Amanhecer. Aproveite e baixe o aplicativo na loja do seu celular. Rádio Amanhecer. 
 
Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

Uma recomendação para o tempo da espera





19 de outubro de 2022

Quarta-feira da 20ª Semana do Tempo Comum


EVANGELHO


Lc 12,39-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 39“Ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. 40Vós também ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.
41Então Pedro disse: “Senhor, tu contas esta parábola para nós ou para todos?” 42E o Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? 43Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim! 44Em verdade eu vos digo: o senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens. 45Porém, se aquele empregado pensar: ‘Meu patrão está demorando’, e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se, 46o senhor daquele empregado chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o partirá ao meio e o fará participar do destino dos infiéis.
47Aquele empregado que, conhecendo a vontade do senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes. 48Porém, o empregado que não conhecia essa vontade e fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!”

MEDITAÇÃO


Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? (Lc 12, 42)

Nós aguardamos a volta de Jesus. Estamos esperando a sua nova vinda. A sua vinda será um momento de júbilo para uns e de juízo para outros. Por isso, apesar da alegria da espera, ficamos um tanto temerosos.

Vigilância é a palavra-chave do evangelho de hoje. As comunidades, depois de Jesus, deram muita ênfase a essa recomendação de Jesus para o tempo da espera, o tempo em que ele estaria fora. Eu disse ‘fora’, mas ele está sempre conosco, você sabe. “Vigiem, porque vocês não sabem a hora em que virá o Senhor!” Jesus contou pequenas parábolas para isso ficar bem clarinho. Falou do pai de família que, se soubesse que o ladrão viria naquela noite, ficaria vigiando e não deixaria que sua casa fosse arrombada. Falou do servo que o Senhor deixou tomando conta de sua casa, cuidando de sua família. O servo vigilante está atento e alimenta bem a família. O servo relaxado espanca os empregados e cai na farra e na bebida, descuidando-se de suas obrigações. O servo fiel e prudente vai ser muito bem recompensado. O servo relaxado vai ser despedido e castigado.

Jesus, com essa história, quis nos incentivar a estar sempre vigilantes. Nós cuidamos de algo de que fomos encarregados. E disso, seremos cobrados, vamos prestar contas. Na parábola, o empregado cuidava da casa do seu senhor, de sua família. Esse é um ensinamento importante: nós estamos encarregados de cuidar de pessoas, pessoas que podem estar sob nossa responsabilidade, mas não são nossa propriedade. Pai e mãe cuidam de sua casa, das pessoas que estão sob sua dependência. E precisam estar sempre atentos, vigilantes para o mal não penetrar em sua casa, como Jesus falou na parábola. Ele disse: “Se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada”.

O fato de Jesus estar demorando, não quer dizer que ele não vem. E não pode ser motivo para relaxamento, despreocupação, abandono da missão. Vigilância é o ensinamento de hoje.


Guardando a mensagem

Jesus alertou sobre a vigilância: estarmos atentos, acordados, despertos, não permitindo que o mal penetre em nossa casa, em nossa família. Na verdade, a casa que cuidamos é dele, pois aí estamos como encarregados, investidos de autoridade e de responsabilidade por ele mesmo. E é a ele que daremos conta. Cuidar das pessoas é a nossa missão. Vigilância é a nossa atitude permanente. Mesmo ele não voltando logo, precisamos estar sempre preparados, cumprindo bem nossas tarefas, realizando bem a nossa missão.

Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? (Lc 12, 42)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
na parábola que contaste, tem o administrador fiel que cuidou bem de sua casa, alimentou bem seus dependentes, zelou para que tudo andasse direitinho, estava sempre vigilante, atento. E disseste: “Feliz o empregado que o senhor quando voltar o encontrar assim”. Nós queremos, Senhor, ser zelosos e vigilantes como esse empregado elogiado. Ajuda-nos, Senhor, a cumprir bem nossas obrigações em nossas famílias, em nossas comunidades; ajuda-nos a providenciar o necessário para vivermos dignamente e dá-nos sabedoria para conduzir bem aqueles que colocaste sob nossa responsabilidade. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Arrume um tempinho, hoje, para rezar por sua família. Faça como o empregado elogiado da parábola: cuide bem de sua casa.

Comunicando

Nesta sexta-feira, dia 21, faço show na comunidade de Tejucupapo, em Goiana, litoral norte de Pernambuco, na festa de N. Sra. do Rosário.

No sábado, dia 22, em São Paulo, participo da celebração do aniversário de reabertura da Rádio 9 de julho, no Mosteiro da Luz, às 16 horas.

No domingo, dia 23, celebro a Santa Missa na Comunidade Nossa Senhora Aparecida, no Jd Maria Sampaio, Paróquia de São Sebastião, Diocese de Campo Limpo, às 8 da manhã.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

O SERVO VIGILANTE



20 de outubro de 2021

EVANGELHO


Lc 12,39-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 39“Ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. 40Vós também ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.
41Então Pedro disse: “Senhor, tu contas esta parábola para nós ou para todos?” 42E o Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? 43Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim! 44Em verdade eu vos digo: o senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens. 45Porém, se aquele empregado pensar: ‘Meu patrão está demorando’, e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se, 46o senhor daquele empregado chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o partirá ao meio e o fará participar do destino dos infiéis.
47Aquele empregado que, conhecendo a vontade do senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes. 48Porém, o empregado que não conhecia essa vontade e fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!”

MEDITAÇÃO

Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? (Lc 12, 42)

Nós aguardamos a volta de Jesus. Estamos esperando a sua nova vinda. A sua vinda será um momento de júbilo para uns e de juízo para outros. Por isso, apesar da alegria da espera, ficamos um tanto temerosos.

Vigilância é a palavra-chave do evangelho de hoje. As comunidades, depois de Jesus, deram muita ênfase a essa recomendação de Jesus para o tempo da espera, o tempo em que ele estaria fora. Eu disse ‘fora’, mas ele está sempre conosco, você sabe. “Vigiem, porque vocês não sabem a hora em que virá o Senhor!” Jesus contou pequenas parábolas para isso ficar bem clarinho. Falou do pai de família que, se soubesse que o ladrão viria naquela noite, ficaria vigiando e não deixaria que sua casa fosse arrombada. Falou do servo que o Senhor deixou tomando conta de sua casa, cuidando de sua família. O servo vigilante está atento e alimenta bem a família. O servo relaxado espanca os empregados e cai na farra e na bebida, descuidando-se de suas obrigações. O servo fiel e prudente vai ser muito bem recompensado. O servo relaxado vai ser despedido e castigado.

Jesus, com essa história, quis nos incentivar a estar sempre vigilantes. Nós cuidamos de algo de que fomos encarregados. E disso, seremos cobrados, vamos prestar contas. Na parábola, o empregado cuidava da casa do seu senhor, de sua família. Esse é um ensinamento importante: nós estamos encarregados de cuidar de pessoas, pessoas que podem estar sob nossa responsabilidade, mas não são nossa propriedade. Pai e mãe cuidam de sua casa, das pessoas que estão sob sua dependência. E precisam estar sempre atentos, vigilantes para o mal não penetrar em sua casa, como Jesus falou na parábola. Ele disse: “Se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada”.

O fato de Jesus estar demorando, não quer dizer que ele não vem. E não pode ser motivo para relaxamento, despreocupação, abandono da missão. Vigilância é o ensinamento de hoje.

Guardando a mensagem

Jesus alertou sobre a vigilância: estarmos atentos, acordados, despertos, não permitindo que o mal penetre em nossa casa, em nossa família. Na verdade, a casa que cuidamos é dele, pois aí estamos como encarregados, investidos de autoridade e de responsabilidade por ele mesmo. E é a ele que daremos conta. Cuidar das pessoas é a nossa missão. Vigilância é a nossa atitude permanente. Mesmo ele não voltando logo, precisamos estar sempre preparados, cumprindo bem nossas tarefas, realizando bem a nossa missão.

Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? (Lc 12, 42)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Na parábola que contaste, tem o administrador fiel que cuidou bem de sua casa, alimentou bem seus dependentes, zelou para que tudo andasse direitinho, estava sempre vigilante, atento. E disseste: “Feliz o empregado que o senhor quando voltar o encontrar assim”. Nós queremos, Senhor, ser zelosos e vigilantes como esse empregado elogiado. Ajuda-nos, Senhor, a cumprir bem nossas obrigações em nossas famílias, em nossas comunidades; ajuda-nos a providenciar o necessário para vivermos dignamente e dá-nos sabedoria para conduzir bem aqueles que colocaste sob nossa responsabilidade. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Arrume um tempinho, hoje, para rezar por sua família. Faça como o empregado elogiado da parábola: cuide bem de sua casa.

Para você ler o Evangelho de hoje e a Meditação, é só clicar no link que estou lhe enviando.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

AGUARDAR ACORDADOS


28 de novembro, 1o. Domingo do Advento 

EVANGELHO


Mc 13,33-37

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 33“Cuidado! Ficai atentos, porque não sabeis quando chegará o momento. 34É como um homem que, ao partir para o estrangeiro, deixou sua casa sob a responsabilidade de seus empregados, distribuindo a cada um sua tarefa. E mandou o porteiro ficar vigiando.

35Vigiai, portanto, porque não sabeis quando o dono da casa vem: à tarde, à meia-noite, de madrugada ou ao amanhecer. 36Para que não suceda que, vindo de repente, ele vos encontre dormindo. 37O que vos digo, digo a todos: Vigiai!”.


MEDITAÇÃO


Não suceda que, vindo de repente, ele encontre vocês dormindo (Mc 13, 36)

Vigilância é a palavra-chave desse domingo. E este é o primeiro domingo do advento. Advento é esse período de quatro semanas que nos preparara para o natal. É um novo tempo litúrgico. Você vê logo, na Igreja, que muda a cor litúrgica. Agora, usa-se o roxo, mais de acordo com o clima penitencial desse tempo. E tem a coroa do advento, com quatro velas. A primeira se acende hoje.

O advento nos fala de alguém que vem ao nosso encontro. E quem vem? Claro, Jesus. É ele que vem. Na verdade, já veio na sua encarnação. Celebramos isso no natal. Mas, ele vem sempre ao nosso encontro, de muitas formas. E o aguardamos na sua última vinda, para manifestar definitivamente o Reino de Deus. Um dia, ele se despediu dos discípulos e subiu ao céu. Mas, avisou que voltaria. E recomendou muitas coisas. As primeiras gerações de cristãos viviam numa grande tensão, esperando a sua volta a qualquer momento. À medida que o tempo vai passando, essa sua demora pode gerar esquecimento e relaxamento. Por isso, é muito importante recordar algumas de suas recomendações para esse período de espera.

Dando uma olhada nas leituras dos quatro domingos do advento desse novo ano litúrgico, que é o ano B, e lendo os comentadores bíblicos, creio que podemos reconhecer quatro temas que são a síntese do anúncio desse período. E, como eu vou acompanhar você nesse advento com a Meditação (espero que você continue aceitando a minha companhia), vou adiantar quais são esses quatro temas. Eles formam o caminho do anúncio da palavra de Deus nesse tempo santo. Eles podem ser um caminho de crescimento para todos nós. O tema deste primeiro domingo é AGUARDAR ACORDADOS, em torno da vigilância. No segundo domingo, o tema é PREPARAR A SUA CHEGADA COM UMA VIDA SANTA, em torno da conversão. No terceiro domingo, o tema é ACOLHER O TESTEMUNHO, em torno do reconhecimento de Jesus. No quarto domingo, o tema é PARTICIPAR DO PROJETO DE DEUS, em torno do “sim” de Maria.

Voltemos ao evangelho de hoje. Vigilância é a palavra-chave, repetida quatro vezes no texto de hoje. As comunidades, depois de Jesus, deram muita ênfase a essa recomendação de Jesus para o tempo da espera, o tempo em que ele estaria fora. Eu disse ‘fora’, mas ele está sempre conosco, você sabe. “Vigiem, fiquem acordados”. Jesus contou uma espécie de parábola para isso ficar bem clarinho. Um homem viajou e deixou sua casa aos cuidados dos seus empregados, a cada um deixou uma tarefa. E recomendou muito ao porteiro, o que ficou responsável por todos: não sei a que horas eu volto, fiquem me esperando acordados.

Estamos aguardando a volta de Jesus. Pense nisso como a coisa mais bonita que poderia acontecer na sua vida. A volta do nosso Deus amado, a manifestação gloriosa do nosso Jesus, o triunfo dos justos com ele! Será o coroamento de toda a obra da criação e da salvação. A Bíblia termina com essa prece, clamando pela volta do Salvador: “Maranatha, vem, Senhor Jesus”. Aguardar acordados – isso é fácil de entender, não é verdade? O contrário seria dormir, cochilar, descuidar-se.

Guardando a mensagem

Precisamos viver aquela mesma tensão das primeiras comunidades, na espera do Senhor que partiu e volta a qualquer momento. Viver com compromisso, em santidade, dando o primeiro lugar a Deus em nossa vida. Nada de relaxamento, de preguiça, de estado de sonolência e indiferença. Aguardar acordados é cada empregado estar realizando bem a tarefa que recebeu. É estarmos todos cuidando bem da família, da comunidade, do mundo – isso tudo é a casa dele. Não queremos que ele chegue e nos pegue desprevenidos, despreparados, ociosos, dormindo. Queremos aguardá-lo em vigília, acordados. Foi o que ele nos pediu.

Não suceda que, vindo de repente, ele encontre vocês dormindo (Mc 13, 36)

Rezando a palavra

Rezamos com as palavras de Isaías 63 (primeira leitura de hoje):

Senhor, tu és nosso Pai, nosso redentor; eterno é o teu nome. 
Nunca se ouviu dizer, nem chegou aos ouvidos de ninguém, jamais olhos viram que um Deus, exceto tu, tenha feito tanto pelos que nele esperam. 
Vens ao encontro de quem pratica a justiça com alegria, de quem se lembra de ti em seus caminhos.
Senhor, tu és nosso pai, nós somos barro; tu, nosso oleiro, e nós todos, obra de tuas mãos.
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Estamos começando o tempo do advento, um tempo que tem um apelo muito forte para o nosso crescimento, para nossa conversão. A dica de hoje é simples e comprometedora. O que você poderia fazer nessas quatro semanas (antes do natal) para o seu crescimento em Cristo?  Esse será o seu propósito para esse tempo. Seria muito bom que você o anotasse no seu diário espiritual, aquele caderno que você disse que ia adquirir. Não tendo ainda seu diário espiritual, anote em sua agenda ou em outro local. O que você poderia fazer nesse advento para o seu crescimento em Cristo?  

Para compreender melhor o que eu estou lhe dizendo, leia a Meditação. Para isto, estou lhe enviando link para leitura do evangelho e da meditação de hoje. Um santo início do Tempo do Advento!

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

SERVOS VIGILANTES



21 de outubro de 2020

EVANGELHO : 


Lc 12,39-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 39“Ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. 40Vós também ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.

41Então Pedro disse: “Senhor, tu contas esta parábola para nós ou para todos?” 42E o Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? 43Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim! 44Em verdade eu vos digo: o senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens. 45Porém, se aquele empregado pensar: ‘Meu patrão está demorando’, e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se, 46o senhor daquele empregado chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o partirá ao meio e o fará participar do destino dos infiéis.

47Aquele empregado que, conhecendo a vontade do senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes. 48Porém, o empregado que não conhecia essa vontade e fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!”


20 de outubro de 2020

MEDITAÇÃO


Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? (Lc 12, 42)


Nós aguardamos a volta de Jesus. Estamos esperando a sua nova vinda. A sua vinda será um momento de júbilo para uns e de juízo para outros. Por isso, apesar da alegria da espera, ficamos um tanto temerosos.

Vigilância é a palavra-chave do evangelho de hoje. As comunidades, depois de Jesus, deram muita ênfase a essa recomendação de Jesus para o tempo da espera, o tempo em que ele estaria fora. Eu disse ‘fora’, mas ele está sempre conosco, você sabe. “Vigiem, porque vocês não sabem a hora em que virá o Senhor!” Jesus contou pequenas parábolas para isso ficar bem clarinho. Falou do pai de família que, se soubesse que o ladrão viria naquela noite, ficaria vigiando e não deixaria que sua casa fosse arrombada. Falou do servo que o Senhor deixou tomando conta de sua casa, cuidando de sua família. O servo vigilante está atento e alimenta bem a família. O servo relaxado espanca os empregados e cai na farra e na bebida, descuidando-se de suas obrigações. O servo fiel e prudente vai ser muito bem recompensado. O servo relaxado vai ser despedido e castigado. 

Jesus, com essa história, quis nos incentivar a estar sempre vigilantes. Nós cuidamos de algo de que fomos encarregados. E disso, seremos cobrados, vamos prestar contas. Na parábola, o empregado cuidava da casa do seu senhor, de sua família. Esse é um ensinamento importante: nós estamos encarregados de cuidar de pessoas, pessoas que podem estar sob nossa responsabilidade, mas não são nossa propriedade. Pai e mãe cuidam de sua casa, das pessoas que estão sob sua dependência. E precisam estar sempre atentos, vigilantes para o mal não penetrar em sua casa, como Jesus falou na parábola. Ele disse: “Se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada”.
O fato de Jesus estar demorando, não quer dizer que ele não vem. E não pode ser motivo para relaxamento, despreocupação, abandono da missão. Vigilância é o ensinamento de hoje.

Guardando a mensagem

Jesus alertou sobre a vigilância: estarmos atentos, acordados, despertos, não permitindo que o mal penetre em nossa casa, em nossa família. Na verdade, a casa que cuidamos é dele, pois aí estamos como encarregados, investidos de autoridade e de responsabilidade por ele mesmo. E é a ele que daremos conta. Cuidar das pessoas é a nossa missão. Vigilância é a nossa atitude permanente. Mesmo ele não voltando logo, precisamos estar sempre preparados, cumprindo bem nossas tarefas, realizando bem a nossa missão.

Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa para dar comida a todos na hora certa? (Lc 12, 42)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Na parábola que contaste, tem o administrador fiel que cuidou bem de sua casa, alimentou bem seus dependentes, zelou para que tudo andasse direitinho, estava sempre vigilante, atento. E disseste: “Feliz o empregado que o senhor quando voltar o encontrar assim”. Nós queremos, Senhor, ser zelosos e vigilantes como esse empregado elogiado. Ajuda-nos, Senhor, a cumprir bem nossas obrigações em nossas famílias, em nossas comunidades; ajuda-nos a providenciar o necessário para vivermos dignamente e dá-nos sabedoria para conduzir bem aqueles que colocaste sob nossa responsabilidade. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Arrume um tempinho, hoje, para rezar por sua família. Faça como o empregado elogiado da parábola: cuide bem de sua casa.

Sexta-feira, às três da tarde, começa o nosso 3o. Acampamento Tempo de Paz. Você já se inscreveu? Você não vai sair de casa, nem gastar nenhum tostão, mas vai fazer um belo insvestimento em sua formação cristã e missionária. E sexta à noite, dentro do acampamento, vou fazer show com minha banda e gostaria de contar com sua audiência. Acompanhe tudo pelo youtube e pelo facebook.

Para você ler o Evangelho de hoje e a Meditação, é só clicar no link que estou lhe enviando.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

ESPERANDO O SENHOR





Vigiem, porque vocês não sabem a hora em que virá o Senhor! (Mt 24, 42)

27 de agosto de 2020.

Nós aguardamos Jesus. Estamos esperando a sua volta. O final do Livro do Apocalipse apresenta a Igreja como uma noiva que anseia pela chegada do noivo para o grande casamento. Será uma grande manifestação de triunfo do Cristo Senhor e do seu povo. A sua vinda será um momento de júbilo para uns e de juízo para outros. Por isso, apesar da alegria da espera, ficamos um tanto temerosos. Ele, ao partir, nos entregou a tarefa de cuidar de sua casa. E disso nos pedirá conta.

Vigilância é a palavra-chave do evangelho de hoje. As comunidades, depois de Jesus, deram muita ênfase a essa recomendação de Jesus para o tempo da espera, o tempo em que ele estaria fora. Eu disse ‘fora’, mas ele está sempre conosco, você sabe. “Vigiem, porque vocês não sabem a hora em que virá o Senhor!” Jesus contou pequenas parábolas para isso ficar bem clarinho. Falou do pai de família que, se soubesse que o ladrão viria naquela noite, ficaria vigiando e não deixaria que sua casa fosse arrombada. Falou do servo que o Senhor deixou tomando conta de sua casa, cuidando de sua família. O servo vigilante está atento e alimenta bem a família. O servo relaxado espanca os empregados e cai na farra e na bebida, descuidando-se de suas obrigações. O servo fiel e prudente vai ser muito bem recompensado. O mau servo vai ser despedido e castigado. 

Todo mundo entende essas parábolas de Jesus. E sabe bem que, mesmo ele não voltando logo, precisamos estar sempre preparados, cumprindo bem nossas tarefas, realizando bem a nossa missão. Nós cuidamos de algo de que fomos encarregados. E disso, seremos cobrados, vamos prestar contas. Na parábola, o empregado cuidava da casa do seu senhor. E é isso que nós precisamos aprender: a coisa principal é cuidar das pessoas, pessoas que podem estar sob nossa responsabilidade, mas não são nossa propriedade. O pai e a mãe de família cuidam de sua casa, das pessoas que estão sob sua dependência. E precisam estar sempre atentos, vigilantes para o mal não penetrar em sua casa, como Jesus falou na parábola.

Precisamos viver aquela mesma tensão das primeiras comunidades, na espera do Senhor que partiu e volta a qualquer momento. Viver com compromisso, em santidade, dando o primeiro lugar a Deus em nossa vida. Nada de relaxamento, de preguiça, de estado de sonolência e indiferença. Aguardar acordados é estar realizando bem a tarefa que recebemos, cuidando bem da família, da comunidade, do mundo – isso tudo é a casa dele. Não queremos que ele chegue e nos pegue desprevenidos, ociosos, cochilando no serviço. Queremos aguardá-lo em vigília, acordados. Foi o que ele nos pediu.

Guardando a mensagem

Jesus alertou sobre a vigilância: estarmos atentos, acordados, despertos... não permitindo que o mal, como um ladrão, penetre em nossa casa, em nossa família. Fomos encarregados de cuidar de sua casa. Para isso, ele nos deu autoridade e nos pede responsabilidade. E é a ele que daremos conta. Cuidar das pessoas é a nossa missão. A qualquer momento, poderemos ser cobrados. Vigilância é a nossa atitude permanente.

Vigiem, porque vocês não sabem a hora em que virá o Senhor! (Mt 24, 42)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Na parábola que contaste, tem o administrador fiel que cuidou bem da casa do seu senhor, alimentou bem seus dependentes, zelou para que tudo andasse direito, estando sempre vigilante, atento. E disseste: “Feliz o empregado que o senhor quando voltar o encontrar assim”. Nós queremos, Senhor, ser zelosos e vigilantes como esse empregado elogiado. Ajuda-nos, Senhor, a cumprir bem nossas obrigações na família, na Igreja, na sociedade. Dá-nos sabedoria para conduzir bem aqueles que colocaste sob nossa responsabilidade. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Hoje é Dia de Santa Mônica, uma cristã do século IV que alcançou, por sua perseverante oração, a conversão do esposo pagão e do filho Agostinho. Inspirando-se nela, reze pelos seus, pedindo ao Bom Deus especialmente a conversão, a fé, a vida de santidade para os de sua casa. 

Toda noite, às 21:30h, eu estou no Youtube e no Facebook comentando a Meditação do dia. Então, quando quiser, apareça por lá. 



Pe. João Carlos Ribeiro, sdb




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