PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO DA PALAVRA: tomar a sua cruz
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De que adianta ganhar o mundo todo...





17 de fevereiro de 2023


Sexta-feira da 6ª Semana do Tempo Comum


EVANGELHO


Mc 8,34–9,1


Naquele tempo, 34chamou Jesus a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; mas quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho vai salvá-la.

36Com efeito, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a própria vida? 37E o que poderia o homem dar em troca da própria vida? 38Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras diante dessa geração adúltera e pecadora, também o Filho do Homem se envergonhará dele quando vier na glória do seu Pai com seus santos anjos”.

9,1Disse-lhes Jesus: “Em verdade vos digo, alguns dos que aqui estão não morrerão sem antes terem visto o Reino de Deus chegar com poder”.


MEDITAÇÃO


De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a própria vida? (Mc 8, 36)


O chamado de Jesus é para que o sigamos. “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga”. Começa-se por renunciar a si mesmo, já não ser mais o centro e a medida de tudo. Trata-se de você acolher Jesus como guia de sua existência, escolhendo o seu caminho. Caminhar com ele, nos caminhos dele. Não andar atrás de outro que não seja Jesus, nem ficar dando voltas em torno de si mesmo. Renunciar a ser o centro de sua própria vida. E carregar a própria cruz: o peso de suas responsabilidades, as dificuldades e os problemas que lhe tocam. Não fugir dos problemas próprios da existência. E não deixar que eles nos desviem do caminho do Mestre. Somos seguidores dele. Ele nos leva ao Pai. É para lá que a gente está indo. Com ele.


O que no final vai mesmo valer a pena? No fim do caminho, estaremos frente à frente com Deus ou teremos nos desviado tanto dele durante a vida, que poderemos estar irremediavelmente distantes, perdidos. É uma possibilidade, porque Deus nos criou dotados de liberdade.


É que a gente corre tanto, desgasta-se na luta pela sobrevivência, procurando dar conta das responsabilidades inerentes à existência humana (ou dos fardos que arrumamos por nossa conta pra carregar)... Corremos tanto que podemos até esquecer para onde nós estamos indo. Deus não nos chamou à vida apenas para passar de fase: ser criança, jovem, adulto, velho... velho não, idoso. E terminar o nosso tempo bem velhinhos. Deus tem um projeto maior, mais nobre: chegarmos à plenitude e à felicidade de filhos, herdeiros de sua glória. Essa é a meta.


Como é triste vermos uma pessoa viver agarrada exclusivamente às coisas desta terra, coisas que passam, que ninguém leva quando morre. É claro, a gente tem que lutar, tem que se empenhar pra ter as coisas, para melhorar a própria qualidade de vida. Mas, aqui não é tudo, nem isso é o mais importante. Deus é que é o nosso endereço, a nossa meta. Estamos aqui vivendo, por iniciativa dele. Saímos dele. Voltamos a ele. O caminho que nos leva a ele é Jesus. É em Deus, a nossa completa realização.





Guardando a mensagem


Jesus nos convida ao seu seguimento. Ele sabe para onde nos levar. Ele nos leva para nossa completa felicidade, nos leva ao Pai. Toda a nossa vida é uma grande caminhada. Seguindo Jesus, acertamos o caminho. Jesus colocou duas condições para quem aceita o convite para segui-lo: renunciar a si mesmo e carregar a própria cruz. Foi o caminho que ele também tomou: esvaziou-se a si mesmo, na sua encarnação; e carregou com fidelidade a cruz da paixão, cruz do nosso pecado. Foi assim que ele venceu. Ele é o caminho. Vale a pena a vida que trilhar esse caminho.


De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a própria vida? (Mt 16, 26)


Rezando a palavra


Senhor Jesus,

o risco é nós sermos seguidores de nós mesmos. Esse sentimento de autonomia é uma coisa positiva, claro. Mas, Senhor, quando leva a pessoa a excluir Deus de sua existência, aí a pessoa fica dando voltas sobre si mesma, sem rumo, nem direção. Sem Deus, que é nossa meta última, nós acabamos endeusando os bens dessa terra ou pessoas que nos pareçam maravilhosas. No fim, os bens passam e as pessoas decepcionam. Senhor, como cristãos, escolhemos um caminho pra seguir. Renunciando a nós mesmos e carregando o peso dessa vida, nós seguimos contigo. Tu és o caminho, a verdade e a vida. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.


Vivendo a palavra

No seu caderno espiritual, escreva uma breve oração, inspirando-se no que Jesus nos disse: “Se alguém quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga”.

Comunicando

Talvez você não tenha visto este Especial que preparamos para a televisão na entrada do ano. Está no meu Canal do Youtube. Estou lhe deixando o link.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

O QUE NO FINAL VAI MESMO VALER A PENA?



18 de fevereiro de 2022

EVANGELHO


Mc 8,34–9,1

Naquele tempo, 34chamou Jesus a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; mas quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho vai salvá-la.
36Com efeito, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a própria vida? 37E o que poderia o homem dar em troca da própria vida? 38Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras diante dessa geração adúltera e pecadora, também o Filho do Homem se envergonhará dele quando vier na glória do seu Pai com seus santos anjos”.
9,1Disse-lhes Jesus: “Em verdade vos digo, alguns dos que aqui estão não morrerão sem antes terem visto o Reino de Deus chegar com poder”.

MEDITAÇÃO


De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a própria vida? (Mc 8, 36)

O chamado de Jesus é para que o sigamos. “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga”. Começa-se por renunciar a si mesmo, já não ser mais o centro e a medida de tudo. Trata-se de você acolher Jesus como guia de sua existência, escolhendo o seu caminho. Caminhar com ele, nos caminhos dele. Não andar atrás de outro que não seja Jesus, nem ficar dando voltas em torno de si mesmo. Renunciar a ser o centro de sua própria vida. E carregar a própria cruz: o peso de suas responsabilidades, as dificuldades e os problemas que lhe tocam. Não fugir dos problemas próprios da existência. E não deixar que eles nos desviem do caminho do Mestre. Somos seguidores dele. Ele nos leva ao Pai. É para lá que a gente está indo. Com ele.

O que no final vai mesmo valer a pena? No fim do caminho, estaremos frente à frente com Deus ou teremos nos desviado tanto dele durante a vida, que poderemos estar irremediavelmente distantes, perdidos. É uma possibilidade, porque Deus nos criou dotados de liberdade.

É que a gente corre tanto, desgasta-se na luta pela sobrevivência, procurando dar conta das responsabilidades inerentes à existência humana (ou dos fardos que arrumamos por nossa conta pra carregar)... Corremos tanto que podemos até esquecer para onde nós estamos indo. Deus não nos chamou à vida apenas para passar de fase: ser criança, jovem, adulto, velho... velho não, idoso. E terminar o nosso tempo bem velhinhos. Deus tem um projeto maior, mais nobre: chegarmos à plenitude e à felicidade de filhos, herdeiros de sua glória. Essa é a meta.

Como é triste vermos uma pessoa viver agarrada exclusivamente às coisas desta terra, coisas que passam, que ninguém leva quando morre. É claro, a gente tem que lutar, tem que se empenhar pra ter as coisas, para melhorar a própria qualidade de vida. Mas, aqui não é tudo, nem isso é o mais importante. Deus é que é o nosso endereço, a nossa meta. Estamos aqui vivendo, por iniciativa dele. Saímos dele. Voltamos a ele. O caminho que nos leva a ele é Jesus. É em Deus, a nossa completa realização.


Guardando a mensagem

Jesus nos convida ao seu seguimento. Ele sabe para onde nos levar. Ele nos leva para nossa completa felicidade, nos leva ao Pai. Toda a nossa vida é uma grande caminhada. Seguindo Jesus, acertamos o caminho. Jesus colocou duas condições para quem aceita o convite para segui-lo: renunciar a si mesmo e carregar a própria cruz. Foi o caminho que ele também tomou: esvaziou-se a si mesmo, na sua encarnação; e carregou com fidelidade a cruz da paixão, cruz do nosso pecado. Foi assim que ele venceu. Ele é o caminho. Vale a pena a vida que trilhar esse caminho.

De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a própria vida? (Mt 16, 26)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
o risco é nós sermos seguidores de nós mesmos. Esse sentimento de autonomia é uma coisa positiva, claro. Mas, Senhor, quando leva a pessoa a excluir Deus de sua existência, aí a pessoa fica dando voltas sobre si mesma, sem rumo, nem direção. Sem Deus, que é nossa meta última, nós acabamos endeusando os bens dessa terra ou pessoas que nos pareçam maravilhosas. No fim, os bens passam e as pessoas decepcionam. Senhor, como cristãos, escolhemos um caminho pra seguir. Renunciando a nós mesmos e carregando o peso dessa vida, nós seguimos contigo. Tu és o caminho, a verdade e a vida. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

No seu caderno espiritual, escreva uma breve oração, inspirando-se no que Jesus nos disse: “Se alguém quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga”.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

QUEM É O CENTRO DE SUA VIDA?

De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se perde a própria vida (Mc 8, 36)

21 de fevereiro de 2020



O chamado de Jesus é para que o sigamos. “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga”. Começa-se por renunciar a si mesmo, já não ser mais o centro e a medida de tudo. Trata-se de você acolher Jesus como guia de sua existência, escolhendo o seu caminho. Caminhar com ele, nos caminhos dele. Não andar atrás de outro que não seja Jesus, nem ficar dando voltas em torno de si mesmo. Renunciar a ser o centro de sua própria vida. E carregar a própria cruz: o peso de suas responsabilidades, as dificuldades e os problemas que lhe tocam. Não fugir dos problemas próprios da existência. E não deixar que eles nos desviem do caminho do Mestre. Somos seguidores dele. Ele nos leva ao Pai. É para lá que a gente está indo. Com ele.

O que no final vai mesmo valer a pena? No fim do caminho, estaremos frente à frente com Deus ou teremos nos desviado tanto dele durante a vida, que poderemos estar irremediavelmente distantes, perdidos. É uma possibilidade, porque Deus nos criou dotados de liberdade.

É que a gente corre tanto, desgasta-se na luta pela sobrevivência, procurando dar conta das responsabilidades inerentes à existência humana (ou dos fardos que arrumamos por nossa conta pra carregar)... Corremos tanto que podemos até esquecer para onde nós estamos indo. Deus não nos chamou à vida apenas para passar de fase: ser criança, jovem, adulto, velho... velho não, idoso. E terminar o nosso tempo bem velhinhos. Deus tem um projeto maior, mais nobre: chegarmos à plenitude e à felicidade de filhos, herdeiros de sua glória. Essa é a meta.

Como é triste vermos uma pessoa viver agarrada exclusivamente às coisas desta terra, coisas que passam, que ninguém leva quando morre. É claro, a gente tem que lutar, tem que se empenhar pra ter as coisas, para melhorar a própria qualidade de vida. Mas, aqui não é tudo, nem isso é o mais importante. Deus é que é o nosso endereço, a nossa meta. Estamos aqui vivendo, por iniciativa dele. Saímos dele. Voltamos a ele. O caminho que nos leva a ele é Jesus. É em Deus, a nossa completa realização.

Guardando a mensagem

Jesus nos convida ao seu seguimento. Ele sabe para onde nos levar. Ele nos leva para nossa completa felicidade, nos leva ao Pai. Toda a nossa vida é uma grande caminhada. Seguindo Jesus, acertamos o caminho. Jesus colocou duas condições para quem aceita o convite para segui-lo: renunciar a si mesmo e carregar a própria cruz. Foi o caminho que ele também tomou: esvaziou-se a si mesmo, na sua encarnação; e carregou com fidelidade a cruz da paixão, cruz do nosso pecado. Foi assim que ele venceu. Ele é o caminho. Vale a pena a vida que trilhar esse caminho.

De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro mas perder a sua vida? (Mt 16, 26)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,

O risco é nós sermos seguidores de nós mesmos. Esse sentimento de autonomia é uma coisa positiva, claro. Mas, Senhor, quando leva a pessoa a excluir Deus de sua existência, aí a pessoa fica dando voltas sobre si mesma, sem rumo, nem direção. Sem Deus, que é nossa meta última, nós acabamos endeusando os bens dessa terra ou pessoas que nos pareçam maravilhosas. No fim, os bens passam e as pessoas decepcionam. Senhor, como cristãos, escolhemos um caminho pra seguir. Renunciando a nós mesmos e carregando o peso dessa vida, nós seguimos contigo. Tu és o caminho, a verdade e a vida. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

No seu caderno espiritual, escreva uma breve oração, inspirando-se no que Jesus nos disse: “Se alguém quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e me siga”.

21 de fevereiro de 2020

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

COMO É QUE ANDA A SUA FÉ EM CRISTO?

E vocês, quem dizem que eu sou? (Mc 8, 29)

16 de setembro de 2018.

É, Jesus não alisou mesmo. Deu uma bronca daquelas em Pedro. “Vai pra longe de mim, satanás!”. O que foi que Pedro fez de errado, meu Deus?!

No evangelho deste 24º Domingo do Tempo Comum, Jesus faz duas perguntas ao grupo dele: O que o povo está dizendo que eu sou? Foi a primeira. “Bom, uns dizem que o senhor é João Batista; Outros acham que o senhor é Elias; e tem gente que diz que o senhor é um dos profetas”. Aí veio a segunda pergunta: E vocês, o que acham que eu sou?  Pedro deu a resposta: “Tu és o Messias”. Foi uma boa resposta, não acha? Messias é o ungido de Deus que o povo estava esperando. Então, a resposta estava certa. Messias é na língua hebraica. Messias é o mesmo que Cristo, que é uma palavra grega. Muita gente pensa que Cristo é o sobrenome de Jesus – Jesus Cristo... Na verdade, estamos dizendo que Jesus é o Messias, o Cristo, o Ungido de Deus.

Depois da resposta de Pedro - uma linda profissão de fé - Jesus começou a ensinar aos discípulos. Eles precisavam saber de algumas coisas importantes, para entenderem melhor quem era ele. Ele iria sofrer muito, ser rejeitado pelos líderes do povo, ser morto e ressuscitaria depois de três dias. E Jesus aproveitou, chamou o povo e explicou que quem quisesse segui-lo precisava renunciar a si mesmo e tomar a própria cruz. Ficou todo mundo pensativo com esses ensinamentos do Mestre.

A pergunta de Jesus está valendo para nós hoje. Como é a sua fé em Jesus? Como é a fé que você tem em Jesus?

Pode ser que a sua fé seja como aquela do povo do tempo de Jesus: uma fé confusa. Eles não sabiam bem quem era Jesus. Tinham uma vaga ideia. Parecia-lhes que ele fosse João Batista, ou talvez Elias, ou um dos profetas antigos. Uma fé confusa. Por que alguém teria hoje uma fé confusa? Uma razão seria: falta de conhecimento da pessoa de Jesus. Outra razão seria: falta de intimidade com Jesus, tem apenas um conhecimento de longe, não um conhecimento afetivo.

Pode ser que a sua fé seja como aquela de Pedro naquele momento: uma fé sem a cruz.  Para Pedro, sendo Jesus o Messias, só teria coisa boa na vida dele. A paixão, o sofrimento, a morte não estavam no seu entendimento. Muita gente tem uma fé assim. Uma fé sem cruz. Não sabe que é a fé que nos sustenta nas horas difíceis, na hora da paixão.

Pode ser que a sua fé seja a que Jesus fala no evangelho de hoje: uma fé sem seguimento. Crê, mas não segue. Como Jesus explicou, para segui-lo é necessário renunciar a si mesmo e carregar a própria cruz atrás dele. A verdadeira fé nos leva a seguir Jesus, a viver a sua palavra, a abraçar o seu evangelho.

Pode ser que a sua fé seja como aquela que o apóstolo Tiago descreveu na sua carta: uma fé sem obras.  Ele deu logo um exemplo: chega um faminto na sua porta e você dá só uma palavra de conforto. Que fé é essa que não tem compaixão do seu irmão, que não se compromete com o bem dele, que não faz você repartir o seu pão? Foi quando ele disse: “A fé sem obras é morta”.

Guardando a mensagem

Não basta crer em Jesus. Mesmo a fé de Pedro precisava ainda integrar a paixão, morte e ressurreição do Senhor. Há muita gente com uma fé confusa. Para se ter uma fé esclarecida, é necessário conhecer melhor o Senhor Jesus e ter intimidade com ele. Há muita gente com uma fé que corre da cruz, fica em crise na hora do sofrimento. É a fé que nos sustenta nas horas difíceis. Há muita gente com uma fé sem seguimento. Diz que crê em Jesus, mas não o segue, não vive o seu Evangelho. A fé nos leva a ser discípulos e membros de sua Igreja. Há muita gente que tem uma fé sem obras. A fé nos leva ao compromisso, à caridade, ao testemunho.

E vocês, quem dizem que eu sou? (Mc 8, 29)

Rezando a palavra

Rezemos o trecho do Credo niceno-constantinopolitano que se refere a Jesus:

Creio em um só Senhor, Jesus Cristo,

Filho unigênito de Deus,

nascido do Pai, antes de todos os séculos:
Deus de Deus, luz da luz,
Deus verdadeiro de Deus verdadeiro.
Gerado, não criado, consubstancial ao Pai.
Por ele todas as coisas foram feitas.
Ele, por amor de nós, e para nossa salvação,
desceu dos céus;
e se encarnou por obra do Espírito Santo,
em Maria Virgem, e se fez homem.

Também por amor de nós foi crucificado,
sob Pôncio Pilatos;

padeceu e foi sepultado.

Ressuscitou ao terceiro dia,
conforme as Escrituras,
e subiu aos Céus,
onde está sentado à direita do Pai.
E de novo há de vir, em sua glória,
para julgar os vivos e os mortos;
E o seu reino não terá fim.


Vivendo a palavra

Mas, afinal, por que Jesus deu uma bronca em Pedro? Por que lhe disse: “Vai pra longe de mim, satanás!”. Ah, você precisa esclarecer melhor isso, lendo em sua Bíblia o evangelho de hoje: Marcos 8, 27-35. Aproveite e ponha a resposta por escrito no seu caderno espiritual.

Pe. João Carlos Ribeiro – 16.09.2018


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