PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO DA PALAVRA: odre
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Vou lhe dizer o que é o vinho novo.



   15 de janeiro de 2024.   

Segunda-feira da 2ª Semana do Tempo Comum


   Evangelho   


Mc 2,18-22

Naquele tempo, 18os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?”
19Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar.
21Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”.

   Meditação.   


Vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

Vou logo lhe dizer o que é um odre. Odre é uma bolsa feita de couro de animal para guardar ou transportar líquidos, particularmente vinho. Claro, no tempo de Jesus não existia garrafas de plástico ou de alumínio para isso. Tinha-se que recorrer a utensílios de barro, madeira ou couro. O odre era feito de couro curtido de carneiro ou de bode. Uma das extremidades servia como gargalo, fechada com uma rolha de madeira ou também amarrada fortemente.

Então, odre é uma bolsa de couro curtido de bode ou carneiro para guardar ou transportar líquidos, especialmente o vinho. O vinho novo ainda está fermentando e se expande dentro do recipiente. Se o odre for novo, ele tem elasticidade suficiente para continuar mantendo o vinho no seu interior. Se o odre for velho, já sem elasticidade, o vinho novo na sua fermentação acaba por arrebentá-lo e se derramar.

Tudo certo até agora? Ótimo. Então, posso lhe fazer uma pergunta: o vinho de Jesus é novo ou velho? Calma, primeiro vamos saber que vinho é esse.

O vinho representa festa, alegria, celebração de alguma coisa muito boa. Quando começou a sua pregação, Jesus disse que o tempo tinha se cumprido e o Reino de Deus tinha se aproximado. A presença dele renovando vidas, reunindo os dispersos, restaurando a aliança com Deus inaugura um novo tempo, o tempo do Reino de Deus. É o tempo da salvação que chegou. Esta obra redentora tem seu ponto mais alto na cruz, nos reconciliando com Deus, no sacrifício de sua vida em favor dos pecadores, sacrifício da nova e eterna aliança.

Com Jesus, chegou o novo tempo: o tempo da reconciliação, da restauração da aliança, da salvação. Em Jesus, Deus está fazendo novas todas as coisas. (Você está conseguindo me acompanhar? Ótimo). No evangelho, isso está dito de muitas formas. Em Caná da Galileia, no casamento, ele oferece o vinho melhor, vinho que estava faltando naquela festa de aliança. Na mesa da última ceia, ele oferece o cálice de vinho, cálice do seu sangue derramado pela remissão dos pecados. A santa ceia, a Missa, é a celebração do sacrifício da cruz pela qual ele nos alcançou a reconciliação e ação de graças pela salvação que nos chegou por ele.

A obra redentora de Jesus é um vinho novo. O evangelho que anuncia essa notícia é um vinho novo. A vida em Cristo, pela habitação do Espírito Santo em nós, é um vinho novo.

Vamos à palavra de Jesus, hoje: “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Dá para entender? “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Essa novidade que é a obra redentora, a vida em Cristo, anunciada no evangelho não cabe numa vida velha, num jeito pecador de se viver; pede uma vida nova, pede mudança de vida. “Vinho novo em odres novos”.


Guardando a mensagem

Muita gente estranhou o estilo de Jesus, comendo com os pecadores, participando de banquetes, contando histórias de festa. E nada de fazer jejum, com os seus seguidores, como os grupos tradicionais faziam. A presença de Jesus, inaugurando o Reino de Deus no meio do seu povo, é um tempo novo que começou. Seu evangelho anuncia a grande novidade: Deus está reinando entre nós, nos conduzindo para a plena realização, para a salvação. Ele está restaurando a aliança de Deus com seu povo. O clima é de casamento, de festa. Ele é o noivo. Só quem não está entendendo, pode pensar em jejum numa hora dessas. Agora, é hora de festa, de alegria. O evangelho de Jesus não é um vinho velho. É um vinho novo. Não pode ser guardado ou transportado pelo velho Adão pecador. É uma novidade que só cabe numa vida nova, restaurada pela graça.

Vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
há sempre um risco de sermos pessoas muito religiosas, mas não expressarmos em nossa vida religiosa a grande alegria da redenção que nos alcançaste por tua morte e ressurreição. Dá-nos, Senhor, ser odres novos para guardar e transportar essa novidade de vida que é a reconciliação que nos alcançaste na cruz. A tua obra redentora, anunciada no evangelho, não é mais um elemento a ornamentar a nossa vida velha, o nosso modo de pensar e viver no egoísmo, na injustiça, no pecado. Pela pregação de tua palavra e pelos sacramentos de tua Igreja, tu nos dás o vinho novo. Que sejamos, Senhor, odres novos para recebê-lo, conservá-lo e portá-lo a outros. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Leia o evangelho de hoje: Mc 2,18-22. E responda no seu caderno espiritual o que você entendeu por ‘roupa nova’.

Você que recebe a Meditação pelo seu celular pode ver melhor o que é um ODRE, na foto que está junto com o texto da Meditação. É só clicar no link que estou lhe enviando.

Comunicando

Hoje é o dia da Missa de Ação de Graças pelos 10 anos do Programa Tempo de Paz. É um dia de gratidão e compromisso. A Missa será celebrada na Basílica Salesiana do Sagrado Coração do Recife, às 9 horas. Você pode nos acompanhar presencialmente, pelo rádio ou pelo Youtube. Todas as emissoras que transmitem diariamente o programa estarão transmitindo a Santa Missa. Já estou lhe enviando o link para acesso ao Youtube.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

Vida nova em Cristo Jesus!

  



16 de janeiro de 2023

Segunda-feira da 2ª Semana do Tempo Comum


EVANGELHO


Mc 2,18-22

Naquele tempo, 18os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?”
19Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar.
21Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”.

MEDITAÇÃO


Vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

Vou logo lhe dizer o que é um odre. Odre é uma bolsa feita de couro de animal para guardar ou transportar líquidos, particularmente vinho. Claro, no tempo de Jesus não existia garrafas de plástico ou de alumínio para isso. Tinha-se que recorrer a utensílios de barro, madeira ou couro. O odre era feito de couro curtido de carneiro ou de bode. Uma das extremidades servia como gargalo, fechada com uma rolha de madeira ou também amarrada fortemente.

Então, odre é uma bolsa de couro curtido de bode ou carneiro para guardar ou transportar líquidos, especialmente o vinho. O vinho novo ainda está fermentando e se expande dentro do recipiente. Se o odre for novo, ele tem elasticidade suficiente para continuar mantendo o vinho no seu interior. Se o odre for velho, já sem elasticidade, o vinho novo na sua fermentação acaba por arrebentá-lo e se derramar.

Tudo certo até agora? Ótimo. Então, posso lhe fazer uma pergunta: o vinho de Jesus é novo ou velho? Calma, primeiro vamos saber que vinho é esse.

O vinho representa festa, alegria, celebração de alguma coisa muito boa. Quando começou a sua pregação, Jesus disse que o tempo tinha se cumprido e o Reino de Deus tinha se aproximado. A presença dele renovando vidas, reunindo os dispersos, restaurando a aliança com Deus inaugura um novo tempo, o tempo do Reino de Deus. É o tempo da salvação que chegou. Esta obra redentora tem seu ponto mais alto na cruz, nos reconciliando com Deus, no sacrifício de sua vida em favor dos pecadores, sacrifício da nova e eterna aliança.

Com Jesus, chegou o novo tempo: o tempo da reconciliação, da restauração da aliança, da salvação. Em Jesus, Deus está fazendo novas todas as coisas. (Você está conseguindo me acompanhar? Ótimo). No evangelho, isso está dito de muitas formas. Em Caná da Galileia, no casamento, ele oferece o vinho melhor, vinho que estava faltando naquela festa de aliança. Na mesa da última ceia, ele oferece o cálice de vinho, cálice do seu sangue derramado pela remissão dos pecados. A santa ceia, a Missa, é a celebração do sacrifício da cruz pela qual ele nos alcançou a reconciliação e ação de graças pela salvação que nos chegou por ele.

A obra redentora de Jesus é um vinho novo. O evangelho que anuncia essa notícia é um vinho novo. A vida em Cristo, pela habitação do Espírito Santo em nós, é um vinho novo.

Vamos à palavra de Jesus, hoje: “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Dá para entender? “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Essa novidade que é a obra redentora, a vida em Cristo, anunciada no evangelho não cabe numa vida velha, num jeito pecador de se viver; pede uma vida nova, pede mudança de vida. “Vinho novo em odres novos”.


Guardando a mensagem

Muita gente estranhou o estilo de Jesus, comendo com os pecadores, participando de banquetes, contando histórias de festa. E nada de fazer jejum, com os seus seguidores, como os grupos tradicionais faziam. A presença de Jesus, inaugurando o Reino de Deus no meio do seu povo, é um tempo novo que começou. Seu evangelho anuncia a grande novidade: Deus está reinando entre nós, nos conduzindo para a plena realização, para a salvação. Ele está restaurando a aliança de Deus com seu povo. O clima é de casamento, de festa. Ele é o noivo. Só quem não está entendendo, pode pensar em jejum numa hora dessas. Agora, é hora de festa, de alegria. O evangelho de Jesus não é um vinho velho. É um vinho novo. Não pode ser guardado ou transportado pelo velho Adão pecador. É uma novidade que só cabe numa vida nova, restaurada pela graça.

Vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
há sempre um risco de sermos pessoas muito religiosas, mas não expressarmos em nossa vida religiosa a grande alegria da redenção que nos alcançaste por tua morte e ressurreição. Dá-nos, Senhor, ser odres novos para guardar e transportar essa novidade de vida que é a reconciliação que nos alcançaste na cruz. A tua obra redentora, anunciada no evangelho, não é mais um elemento a ornamentar a nossa vida velha, o nosso modo de pensar e viver no egoísmo, na injustiça, no pecado. Pela pregação de tua palavra e pelos sacramentos de tua Igreja, tu nos dás o vinho novo. Que sejamos, Senhor, odres novos para recebê-lo, conservá-lo e portá-lo a outros. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Leia o evangelho de hoje: Mc 2,18-22. E responda no seu caderno espiritual o que você entendeu por ‘roupa nova’.

Você que recebe a Meditação pelo seu celular pode ver melhor o que é um ODRE, na foto que está junto com o texto da Meditação. É só clicar no link que estou lhe enviando.

Comunicando

Hoje é o dia da Missa de Ação de Graças pelos 9 anos do Programa Tempo de Paz. É um dia de gratidão e compromisso. A Missa será celebrada na Igreja de Santo Antonio, no centro do Recife, às 9 horas. Você pode nos acompanhar presencialmente, pelo rádio ou pelo Youtube. Todas as emissoras que transmitem diariamente o programa estarão transmitindo a Santa Missa. Já estou lhe enviando o link para acesso ao Youtube.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

VINHO NOVO EM ODRES NOVOS

 



17 de janeiro de 2022


EVANGELHO


Mc 2,18-22

Naquele tempo, 18os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?”
19Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar.
21Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”.

MEDITAÇÃO


Vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

Vou logo lhe dizer o que é um odre. Odre é uma bolsa feita de couro de animal para guardar ou transportar líquidos, particularmente vinho. Claro, no tempo de Jesus não existia garrafas de plástico ou de alumínio para isso. Tinha-se que recorrer a utensílios de barro, madeira ou couro. O odre era feito de couro curtido de carneiro ou de bode. Uma das extremidades servia como gargalo, fechada com uma rolha de madeira ou também amarrada fortemente.

Então, odre é uma bolsa de couro curtido de bode ou carneiro para guardar ou transportar líquidos, especialmente o vinho. O vinho novo ainda está fermentando e se expande dentro do recipiente. Se o odre for novo, ele tem elasticidade suficiente para continuar mantendo o vinho no seu interior. Se o odre for velho, já sem elasticidade, o vinho novo na sua fermentação acaba por arrebentá-lo e se derramar.

Tudo certo até agora? Ótimo. Então, posso lhe fazer uma pergunta: o vinho de Jesus é novo ou velho? Calma, primeiro vamos saber que vinho é esse.

O vinho representa festa, alegria, celebração de alguma coisa muito boa. Quando começou a sua pregação, Jesus disse que o tempo tinha se cumprido e o Reino de Deus tinha se aproximado. A presença dele renovando vidas, reunindo os dispersos, restaurando a aliança com Deus inaugura um novo tempo, o tempo do Reino de Deus. É o tempo da salvação que chegou. Esta obra redentora tem seu ponto mais alto na cruz, nos reconciliando com Deus, no sacrifício de sua vida em favor dos pecadores, sacrifício da nova e eterna aliança.

Com Jesus, chegou o novo tempo: o tempo da reconciliação, da restauração da aliança, da salvação. Em Jesus, Deus está fazendo novas todas as coisas. (Você está conseguindo me acompanhar? Ótimo). No evangelho, isso está dito de muitas formas. Em Caná da Galileia, no casamento, ele oferece o vinho melhor, vinho que estava faltando naquela festa de aliança. Na mesa da última ceia, ele oferece o cálice de vinho, cálice do seu sangue derramado pela remissão dos pecados. A santa ceia, a Missa, é a celebração do sacrifício da cruz pela qual ele nos alcançou a reconciliação e ação de graças pela salvação que nos chegou por ele.

A obra redentora de Jesus é um vinho novo. O evangelho que anuncia essa notícia é um vinho novo. A vida em Cristo, pela habitação do Espírito Santo em nós, é um vinho novo.

Vamos à palavra de Jesus, hoje: “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Dá para entender? “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Essa novidade que é a obra redentora, a vida em Cristo, anunciada no evangelho não cabe numa vida velha, num jeito pecador de se viver; pede uma vida nova, pede mudança de vida. “Vinho novo em odres novos”.

Guardando a mensagem

Muita gente estranhou o estilo de Jesus, comendo com os pecadores, participando de banquetes, contando histórias de festa. E nada de fazer jejum, com os seus seguidores, como os grupos tradicionais faziam. A presença de Jesus, inaugurando o Reino de Deus no meio do seu povo, é um tempo novo que começou. Seu evangelho anuncia a grande novidade: Deus está reinando entre nós, nos conduzindo para a plena realização, para a salvação. Ele está restaurando a aliança de Deus com seu povo. O clima é de casamento, de festa. Ele é o noivo. Só quem não está entendendo, pode pensar em jejum numa hora dessas. Agora, é hora de festa, de alegria. O evangelho de Jesus não é um vinho velho. É um vinho novo. Não pode ser guardado ou transportado pelo velho Adão pecador. É uma novidade que só cabe numa vida nova, restaurada pela graça.

Vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Há sempre um risco de sermos pessoas muito religiosas, mas não expressarmos em nossa vida religiosa a grande alegria da redenção que nos alcançaste por tua morte e ressurreição. Dá-nos, Senhor, ser odres novos para guardar e transportar essa novidade de vida que é a reconciliação que nos alcançaste na cruz. A tua obra redentora, anunciada no evangelho, não é mais um elemento a ornamentar a nossa vida velha, o nosso modo de pensar e viver no egoísmo, na injustiça, no pecado. Pela pregação de tua palavra e pelos sacramentos de tua Igreja, tu nos dás o vinho novo. Que sejamos, Senhor, odres novos para recebê-lo, conservá-lo e portá-lo a outros. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Leia o evangelho de hoje, em sua Bíblia: Mc 2,18-22. E responda no seu caderno espiritual o que você entendeu por ‘roupa nova’.

Você que recebe a Meditação pelo seu celular pode ver melhor o que é um ODRE, na foto que está junto com o texto da Meditação. É só clicar no link que estou lhe enviando.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

VINHO NOVO EM ODRES NOVOS



18 de janeiro de 2021

EVANGELHO 


Mc 2,18-22

Naquele tempo, 18os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?”
19Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar.
21Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”.

MEDITAÇÃO 


Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

Vou logo lhe dizer o que é um odre. Odre é uma bolsa feita de couro de animal para guardar ou transportar líquidos, particularmente vinho. Claro, no tempo de Jesus não existia garrafas de plástico ou de alumínio para isso. Tinha-se que recorrer a utensílios de barro, madeira ou couro. O odre era feito de couro curtido de carneiro ou de bode. Uma das extremidades servia como gargalo, fechada com uma rolha de madeira ou também amarrada fortemente. 

Então, odre é uma bolsa de couro curtido de bode ou carneiro para guardar ou transportar líquidos, especialmente o vinho. O vinho novo ainda está fermentando e se expande dentro do recipiente. Se o odre for novo, ele tem elasticidade suficiente para continuar mantendo o vinho no seu interior. Se o odre for velho, já sem elasticidade, o vinho novo na sua fermentação acaba por arrebentá-lo e se derramar. 

Tudo certo até agora? Ótimo. Então, posso lhe fazer uma pergunta: o vinho de Jesus é novo ou velho? Calma, primeiro vamos saber que vinho é esse. 

O vinho representa festa, alegria, celebração de alguma coisa muito boa. Quando começou a sua pregação, Jesus disse que o tempo tinha se cumprido e o Reino de Deus tinha se aproximado. A presença dele renovando vidas, reunindo os dispersos, restaurando a aliança com Deus inaugura um novo tempo, o tempo do Reino de Deus. É o tempo da salvação que chegou. Esta obra redentora tem seu ponto mais alto na cruz, nos reconciliando com Deus, no sacrifício de sua vida em favor dos pecadores, sacrifício da nova e eterna aliança. 

Com Jesus, chegou o novo tempo: o tempo da reconciliação, da restauração da aliança, da salvação. Em Jesus, Deus está fazendo novas todas as coisas. (Você está conseguindo me acompanhar? Ótimo). No evangelho, isso está dito de muitas formas. Em Caná da Galileia, no casamento, ele oferece o vinho melhor, vinho que estava faltando naquela festa de aliança. Na mesa da última ceia, ele oferece o cálice de vinho, cálice do seu sangue derramado pela remissão dos pecados. A santa ceia, a Missa, é a celebração do sacrifício da cruz pela qual ele nos alcançou a reconciliação e ação de graças pela salvação que nos chegou por ele. 

A obra redentora de Jesus é um vinho novo. O evangelho que anuncia essa notícia é um vinho novo. A vida em Cristo, pela habitação do Espírito Santo em nós, é um vinho novo. 

Vamos à palavra de Jesus, hoje: “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Dá para entender? “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Essa novidade que é a obra redentora, a vida em Cristo, anunciada no evangelho não cabe numa vida velha, num jeito pecador de se viver; pede uma vida nova, pede mudança de vida. “Vinho novo em odres novos”.

Guardando a mensagem

Muita gente estranhou o estilo de Jesus, comendo com os pecadores, participando de banquetes, contando histórias de festa. E nada de fazer jejum, com os seus seguidores, como os grupos tradicionais faziam. A presença de Jesus, inaugurando o Reino de Deus no meio do seu povo, é um tempo novo que começou. Seu evangelho anuncia a grande novidade: Deus está reinando entre nós, nos conduzindo para a plena realização, para a salvação. Ele está restaurando a aliança de Deus com seu povo. O clima é de casamento, de festa. Ele é o noivo. Só quem não está entendendo, pode pensar em jejum numa hora dessas. Agora, é hora de festa, de alegria. O evangelho de Jesus não é um vinho velho. É um vinho novo. Não pode ser guardado ou transportado pelo velho Adão pecador. É uma novidade que só cabe numa vida nova, restaurada pela graça. 

Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Há sempre um risco de sermos pessoas muito religiosas, mas não expressarmos em nossa vida religiosa a grande alegria da redenção que nos alcançaste por tua morte e ressurreição. Dá-nos, Senhor, ser odres novos para guardar e transportar essa novidade de vida que é a reconciliação que nos alcançaste na cruz. A tua obra redentora, anunciada no evangelho, não é mais um elemento a ornamentar a nossa vida velha, o nosso modo de pensar e viver no egoísmo, na injustiça, no pecado. Pela pregação de tua palavra e pelos sacramentos de tua Igreja, tu nos dás o vinho novo. Que sejamos, Senhor, odres novos para recebê-lo, conservá-lo e portá-lo a outros. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém. 

Vivendo a palavra 

Leia o evangelho de hoje, em sua Bíblia: Mc 2,18-22. E responda no seu caderno espiritual o que você entendeu por ‘roupa nova’.

Você que recebe a Meditação pelo seu celular pode ver melhor o que é  um ODRE, na foto que está junto com o texto da Meditação. É só clicar no link que estou lhe enviando. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

VINHO NOVO EM ODRES NOVOS

Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)

20 de janeiro de 2020.
Vou logo lhe dizer o que é um odre. Odre é uma bolsa feita de couro de animal para guardar ou transportar líquidos, particularmente vinho. Claro, no tempo de Jesus não existia garrafas de plástico ou de alumínio para isso. Tinha-se que recorrer a utensílios de barro,  madeira ou couro. O odre era feito de couro curtido de carneiro ou de bode. Uma das extremidades servia como gargalo, fechada com uma rolha de madeira ou também amarrada fortemente. 
Então, odre é uma bolsa de couro curtido de bode ou carneiro para guardar ou transportar líquidos, especialmente o vinho. O vinho novo ainda está fermentando e se expande dentro do recipiente. Se o odre for novo, ele tem elasticidade suficiente para continuar mantendo o vinho no seu interior. Se o odre for velho, já sem elasticidade, o vinho novo na sua fermentação acaba por arrebentá-lo e se derramar. 
Tudo certo até agora? Ótimo. Então, posso lhe fazer uma pergunta: o vinho de Jesus é novo ou velho? Calma, primeiro vamos saber que vinho é esse. 
O vinho representa festa, alegria, celebração de alguma coisa muito boa. Quando começou a sua pregação, Jesus disse que o tempo tinha se cumprido e o Reino de Deus tinha se aproximado. A presença dele renovando vidas, reunindo os dispersos, restaurando a aliança com Deus inaugura um novo tempo, o tempo do Reino de Deus. É o tempo da salvação que chegou. Esta obra redentora tem seu ponto mais alto na cruz, nos reconciliando com Deus, no sacrifício de sua vida em favor dos pecadores, sacrifício da nova e eterna aliança. 
Com Jesus, chegou o novo tempo: o tempo da reconciliação, da restauração da aliança, da salvação. Em Jesus, Deus está fazendo novas todas as coisas. (Você está conseguindo me acompanhar? Ótimo). No evangelho, isso está dito de muitas formas. Em Caná da Galileia, no casamento, ele oferece o vinho melhor, vinho que estava faltando naquela festa de aliança. Na mesa da última ceia, ele oferece o cálice de vinho, cálice do seu sangue derramado pela remissão dos pecados. A santa ceia, a Missa, é a celebração do sacrifício da cruz pela qual ele nos alcançou a reconciliação e ação de graças pela salvação que nos chegou por ele. 
A obra redentora de Jesus é um vinho novo. O evangelho que anuncia essa notícia é um vinho novo. A vida em Cristo, pela habitação do Espírito Santo em nós, é um vinho novo. 
Vamos à palavra de Jesus, hoje: “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Dá para entender? “Ninguém põe vinho novo em odres velhos”. Essa novidade que é a obra redentora, a vida em Cristo, anunciada no evangelho não cabe numa vida velha, num jeito pecador de se viver; pede uma vida nova, pede mudança de vida. “Vinho novo em odres novos”.
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Muita gente estranhou o estilo de Jesus, comendo com os pecadores, participando de banquetes, contando histórias de festa. E nada de fazer jejum, com os seus seguidores, como os grupos tradicionais faziam. A presença de Jesus, inaugurando o Reino de Deus no meio do seu povo, é um tempo novo que começou. Seu evangelho anuncia a grande novidade: Deus está reinando entre nós, nos conduzindo para a plena realização, para a salvação. Ele está restaurando a aliança de Deus com seu povo. O clima é de casamento, de festa. Ele é o noivo. Só quem não está entendendo, pode pensar em jejum numa hora dessas. Agora, é hora de festa, de alegria. O evangelho de Jesus não é um vinho velho. É um vinho novo. Não pode ser guardado ou transportado pelo velho Adão pecador. É uma novidade que só cabe numa vida nova, restaurada pela graça. 
Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos (Mc 2, 22)
Rezando a palavra
Senhor Jesus,
Há sempre um risco de sermos pessoas muito religiosas, mas não expressarmos em nossa vida religiosa a grande alegria da redenção que nos alcançaste por tua morte e ressurreição. Dá-nos, Senhor, ser odres novos para guardar e transportar essa novidade de vida que é a reconciliação que nos alcançaste na cruz. A tua obra redentora, anunciada no evangelho, não é mais um elemento a ornamentar a nossa vida velha, o nosso modo de pensar e viver no egoísmo, na injustiça, no pecado. Pela pregação de tua palavra e pelos sacramentos de tua Igreja, tu nos dás o vinho novo. Que sejamos, Senhor, odres novos para recebê-lo, conservá-lo e  portá-lo a outros. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. 
Vivendo a palavra 
Leia o evangelho de hoje, em sua Bíblia: Mc 2,18-22. E responda no seu caderno espiritual o que você entendeu por ‘roupa nova’.
20 de janeiro de 2020
Pe. João Carlos Ribeiro, sdb



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