PE. JOÃO CARLOS - BLOG DA MEDITAÇÃO DA PALAVRA: eu sou o pão da vida
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O PAI E O PÃO



08 de agosto de 2021

19º Domingo do Tempo Comum

Dia dos Pais - Semana Nacional da Família

EVANGELHO


Jo 6,41-51

Naquele tempo, 41os judeus começaram a murmurar a respeito de Jesus, porque havia dito: “Eu sou o pão que desceu do céu”.
42Eles comentavam: “Não é este Jesus o filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como pode então dizer que desceu do céu?”
43Jesus respondeu: “Não murmureis entre vós. 44Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. 45Está escrito nos profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai, e por ele foi instruído, vem a mim. 46Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. 47Em verdade, em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna.
48Eu sou o pão da vida. 49Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. 50Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. 51Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”.

MEDITAÇÃO


Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente (Jo 6, 51)

E estamos celebrando o Dia dos Pais. Seu pai é vivo ou falecido?... Hoje, é um dia de gratidão e de preces. Gratidão dos filhos que têm seu pai por perto. Preces de todos, mas particularmente de quem já têm o seu pai na eternidade.

Pais e mães comunicam a vida. Na figura do pai, mas também da mãe, vemos o cuidado, a proteção, a manutenção da vida que foi gerada. Como o pai é hoje o festejado, consideremos como nele vemos a figura de quem protege, alimenta, orienta, educa. A sua tarefa é garantir o alimento para filho, o remédio, a segurança, a proteção. Mas, também a educação, a iniciação religiosa, a preparação para a vida, não é verdade?

A experiência de você ter um pai, amá-lo, senti-lo próximo, reconhecer a referência que ele é para a sua vida é muito importante para a sua experiência religiosa. Afinal, Deus se revelou como pai. Certamente, Deus é muito mais do que pai, além de mãe também. Mas, para nossos limites humanos, perceber Deus como pai já nos ajuda muito a compreendê-lo. Como pai, ele nos criou, nos deu a vida e nos sustenta. Ele foi um pai amoroso para o povo hebreu. Está escrito: “Do Egito, eu chamei o meu filho”. Quando o tirou do Egito, libertando-o da opressão, ele o acompanhou na grande travessia do deserto. Cuidou dele, protegendo-o, conduzindo-o pela liderança de Moisés e, particularmente, alimentando-o. Ele lhes deu o pão do céu para comer, o maná, uns grãozinhos que eles recolhiam cedinho, quando a neblina se desfazia.

Mas, você sabe muito bem, pai não é pai apenas porque gerou e porque põe a comida dentro de casa. Ele verdadeiramente é pai porque trabalha para alimentar e vestir os seus filhos, porque se sacrifica por eles, porque os inspira com sua vida. Neste sentido, podemos dizer, o pai dá a vida por seus filhos: empenha sua força de trabalho, sua saúde, seus melhores anos, tudo por seus filhos. E o que explica toda essa doação de si mesmo? Resposta: o amor, o amor pelos seus rebentos.

E essa experiência nos aproxima ainda mais da experiência de Deus. Deus é pai, não só porque nos criou e nos protege, nos guarda e cuida de nós. Ele é pai, especialmente, porque nos comunica algo de si mesmo, dá o melhor de si para nossa felicidade e realização, sacrifica-se por nós. Está no evangelho de São João: “Deus amou tanto o mundo, que enviou o seu próprio filho”. Por amor a nós, Deus deu o que de melhor ele tem: o seu filho. Jesus, nascido em nossa humanidade é a grande prova do amor do nosso Deus e Pai. Ele nos deu o seu próprio filho. E Jesus, aqui no meio dos seus irmãos, contou como o Pai nos ama, como se preocupa conosco, como nos recebe quando voltamos pra casa. E ele alimentou nossos sonhos com suas palavras, saciou nossa sede de fraternidade com sua presença, com seu ministério, com seus milagres.

Guardando a Mensagem

Em Jesus, vemos a paternidade de Deus. Ele nos ama, ele nos alimenta. No tempo de Moisés, Deus alimentou os seus filhos com o maná, que o povo chamou de pão do céu. No tempo do Messias, Deus nos alimenta com o seu próprio filho: sua presença, suas palavras, suas ações libertadoras. De verdade, Jesus é o pão descido do céu. O maná foi um sinal, uma preparação. Jesus é o pão que dá a vida. Ele comunica a vida de Deus. E, como no pecado, nos fechamos e rejeitamos esse amor tão grande, ele, em sua morte de cruz, deu-se a si mesmo em nosso favor. E por sua entrega, nos comunicou o perdão de Deus, a sua graça, a vida divina. Ele é o pão da vida. Esse mistério de sua entrega, ele o celebrou na Última Ceia, com a pequena comunidade que caminhava consigo. E continua nos alimentando com esse mistério da cruz e da ressurreição: é o sacramento da Eucaristia. Jesus é o pão com que o nosso Deus e Pai nos alimenta, nos sustenta no caminho da plenitude e da salvação.

Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente (Jo 6, 51)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Neste Dia dos Pais, estamos ouvindo o teu evangelho, onde tu estás nos falando do Pai. Teus conterrâneos só te viam como filho de José, o carpinteiro, teu pai adotivo, o que tinhas como grande honra. Quando falavas ao povo sobre Deus, falavas com o coração cheio de amor por teu pai José e inspirado nele. Pai de verdade é o que, no seu amor, trabalha pelo filho, sofre por ele, sacrifica-se por ele. O alimento que põe na mesa é um sinal do seu amor. Desse jeito é Deus, o Pai. Cheio de amor, ele cuida dos seus filhos e os alimenta com um pão ainda mais extraordinário: o seu próprio filho. E tu, Senhor Jesus, alimentaste a fome do teu povo com tua palavra, com teus milagres e, na cruz, com o dom de tua própria vida. Tu és o pão que vem do céu. A Eucaristia que celebramos é memorial de tua cruz e de tua ressurreição. Assim, nos comunicas o perdão e a vida de Deus. Que Pai maravilhoso, nós temos! Que nobre pão ele deu para nos alimentar. Agora, é como explicou o apóstolo Paulo na carta aos Efésios, lida hoje: agora é viver no amor, como tu nos amaste e te entregaste a Deus por nós. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Sugiro uma atividade para você continuar a se alimentar dessa palavra. No evangelho de hoje (João 6,41-51), conte quantas vezes aparece as palavras Pai e Pão. É só para estimular a leitura atenta do texto. Quer conferir a resposta? Vou deixar no final do texto da Meditação de hoje. Mas, só confira depois de fazer a sua conta. E, claro, reze por seu pai.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb



No Evangelho:

A palavra PAI: pai (se referindo a José) – 1 vez; pais (se referindo aos antepassados): 1 vez; Pai (se referindo a Deus) – 4 vezes. Total: 6 vezes.

A palavra PÃO: pão – 6 vezes; maná – 1 vez. Total: 7 vezes.

A SANTA MISSA

E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo (Jo 6, 51)

30 de abril de 2020

Esse capítulo 6 de São João é uma bela catequese de Jesus sobre a Eucaristia. O povo que o rodeava depois da multiplicação dos pães e nós hoje também, todos precisamos dessa catequese. Só assim poderemos viver melhor o sacramento da Eucaristia, que ele celebrou na última ceia.



Pão é uma representação universal do alimento, de tudo que precisamos para viver. E Jesus, na sua catequese ao povo, em Cafarnaum, se compara com o pão. “Eu sou o pão da vida”. E retoma aquela imagem do Antigo Testamento, o maná. No deserto, quando caminhava para a terra prometida, o povo de Deus foi alimentado pelo maná. Era o pão descido do céu. O verdadeiro pão descido do céu, esse sim, é um pão que garante a vida eterna. Quem dele come, vence a morte. Esse pão é o próprio Jesus. ‘Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo’.


A Eucaristia, nos ensina a Igreja, é o memorial da Páscoa de Cristo, isto é, da obra da salvação realizada pela vida, morte e ressurreição de Cristo (Catecismo da Igereja Católica 1409). Jesus se ofereceu por nós, em sacrifício. Ele se deu por nós. Na ceia com os discípulos, ele fez a oferta de si mesmo a Deus. Na cruz, ele realizou essa oferta de sua vida. A Missa torna presente o sacrifício da cruz que foi oferecido uma única vez, em favor da humanidade.

E Jesus nos une ao seu sacrifício. Nós nos unimos a ele pela fé, pela escuta de sua palavra, pela comunhão no seu sacrifício. Na Missa, unimos nossos sofrimentos, nossas dores com a dele. Estamos unidos com ele na oferta de sua vida. Estamos unidos com ele nos frutos de sua morte e ressurreição.

A ceia de páscoa com os discípulos foi também um grande louvor a Deus: pelos dons da criação, pela história da salvação, pela entrega obediente de Jesus. A missa é uma grande ação de graças, um grande louvor. A palavra Eucaristia quer dizer ação de graças. E, com Jesus, damos graças a Deus pela criação, pela redenção, pela santificação, pela obra maravilhosa de Deus entre nós. Louvamos a Deus, particularmente, pela morte e ressurreição de Jesus.

É assim que, começamos a compreender melhor o que ele disse ao povo: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para vida do mundo”.

Guardando a mensagem

O sacrifício de Jesus na cruz e a sua ressurreição nos trouxeram vida, alcançando-nos o perdão dos nossos pecados e a vida nova de filhos de Deus. O sacrifício foi o oferecimento de sua vida. Carne e sangue representam a sua vida humana sacrificada. Na última ceia, Jesus antecipou sua oferta na cruz, celebrando a ceia da páscoa com os seus discípulos. Foi na ceia que ele tomou o pão e o vinho e disse aos discípulos que comessem e bebessem deles, pois era o seu corpo entregue e o seu sangue derramado. E pediu aos discípulos: “Façam isso em memória de mim”. A Missa é o memorial de sua morte e de sua ressurreição. Nela, continuamos a apresentar ao Pai a oferta de Jesus em sua cruz. Nela, entramos em profunda comunhão com ele, escutando sua palavra e comungando no seu corpo e no seu sangue. A Missa é o grande louvor que elevamos a Deus, por Cristo, com Cristo e em Cristo.

E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo (Jo 6, 51)

Rezando a Palavra

Senhor Jesus,
Quando a comunidade cristã, a Igreja, se reúne para celebrar a Ceia do Senhor, estás presente e ages entre nós: na assembleia dos irmãos, na palavra proclamada, no ministro que te representa e, de maneira muito especial, no sacramento do pão e do vinho consagrados. E, nós, Senhor, nesta ceia santa, estamos unidos a ti. E é por ti que sobem ao Pai os nossos louvores, a nossa confissão de fé, a nossa intercessão pelas necessidades da Igreja e do mundo. E de novo, pelas mãos da Igreja, te ofereces pela salvação de todos. E por teu intermédio, descem tantas bênçãos e graças do céu em nossas vidas! Tu és o pão vivo que desceu do céu para a vida do mundo. Bendito seja o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a Palavra

Participe da Santa Missa que celebro hoje, às 11 horas da manhã, com transmissão pelo facebook, pelo instagram, pelo youtube e pelo aplicativo Tempo de Paz.

Novo encontro às 22 horas, na live da Oração da Noite, nas redes sociais. Espero por você. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

JESUS E SEU POVO NA GRANDE LOUVAÇÃO

E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo (Jo 6, 51)
09 de maio de 2019.
Esse capítulo  6 de São João é uma bela catequese de Jesus sobre a Eucaristia.  O povo que o rodeava depois da multiplicação dos pães e nós hoje também, todos precisamos dessa catequese. Só assim poderemos viver melhor o sacramento da Eucaristia, que ele celebrou na última ceia.
Pão é uma representação universal do alimento, de tudo que precisamos para viver. E Jesus, na sua catequese ao povo, em Cafarnaum, se compara com o pão. “Eu sou o pão da vida”.  E retoma aquela imagem do Antigo Testamento, o maná. No deserto, quando caminhava para a terra prometida, o povo de Deus foi alimentado pelo maná. Era o pão descido do céu. O verdadeiro pão descido do céu, esse sim, é um pão que garante a vida eterna. Quem dele come, vence a morte. Esse pão é o próprio Jesus. ‘Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo’.
A Eucaristia, nos ensina a Igreja, é o memorial da Páscoa de Cristo, isto é, da obra da salvação realizada pela vida, morte e ressurreição de Cristo (Catecismo da Igereja Católica 1409). Jesus se ofereceu por nós, em sacrifício. Ele se deu por nós. Na ceia com os discípulos, ele fez a oferta de si mesmo a Deus. Na cruz, ele realizou essa oferta de sua vida. A Missa torna presente o sacrifício da cruz que foi oferecido uma única vez, em favor da humanidade.
E Jesus nos une ao seu sacrifício. Nós nos unimos a ele pela fé, pela escuta de sua palavra, pela comunhão no seu sacrifício. Na Missa, unimos nossos sofrimentos, nossas dores com a dele. Estamos unidos com ele na oferta de sua vida. Estamos unidos com ele nos frutos de sua morte e ressurreição.
A ceia de páscoa com os discípulos foi também um grande louvor a Deus: pelos dons da criação, pela história da salvação, pela entrega obediente de Jesus. A missa é uma grande ação de graças, um grande louvor. A palavra Eucaristia quer dizer ação de graças. E, com Jesus, damos graças a Deus pela criação, pela redenção, pela santificação, pela obra maravilhosa de Deus entre nós. Louvamos a Deus, particularmente, pela morte e ressurreição de Jesus.
É assim que, começamos  a compreender melhor o que ele disse ao povo: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para vida do mundo”.
Guardando a mensagem
O sacrifício de Jesus na cruz e a sua ressurreição nos trouxeram vida, alcançando-nos o perdão dos nossos pecados e a vida nova de filhos de Deus. O sacrifício foi o oferecimento de sua vida. Carne e sangue representam a sua vida humana sacrificada. Na última ceia, Jesus antecipou sua oferta na cruz, celebrando a ceia da páscoa com os seus discípulos. Foi na ceia que ele tomou o pão e o vinho e disse aos discípulos  que comessem e bebessem deles, pois era o seu corpo entregue e o seu sangue derramado. E pediu aos discípulos: “Façam isso em memória de mim”. A Missa é o memorial de sua morte e de sua ressurreição. Nela, continuamos a apresentar ao Pai a oferta de Jesus em sua cruz. Nela, entramos em profunda comunhão com ele, escutando sua palavra e comungando no seu corpo e no seu sangue. A Missa é o grande louvor que elevamos a Deus, por Cristo, com Cristo e em Cristo.
E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo (Jo 6, 51)
Rezando a Palavra
Senhor Jesus,
Quando a comunidade cristã, a Igreja, se reúne para celebrar a Ceia do Senhor, estás presente e ages entre nós: na assembleia dos irmãos, na palavra proclamada, no ministro que te representa e, de maneira muito especial, no sacramento do pão e do vinho consagrados. E, nós, Senhor, nesta ceia santa, estamos unidos a ti. E é por ti que sobem ao Pai os nossos louvores, a nossa confissão de fé, a nossa intercessão pelas necessidades da Igreja e do mundo. E de novo, pelas mãos da Igreja, te ofereces pela salvação de todos. E por teu intermédio, descem tantas bênçãos e graças do céu em nossas vidas! Tu és o pão vivo que desceu do céu para a vida do mundo. Bendito seja o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vivendo a Palavra
No seu caderno espiritual, copie a recomendação do apóstolo Paulo sobre nossa participação na Eucaristia em 1 Coríntios 11, 27-29.
Pe. João Carlos Ribeiro – 09.05.2019
A gente volta a se encontrar para a Oração de conclusão do dia, às 10 da noite, no facebook.

POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO.


Quem comer deste pão viverá eternamente (Jo 6, 51)

12 de agosto de 2018.


Pão é uma representação universal do alimento, de tudo que precisamos para viver. E Jesus, na sua catequese ao povo, em Cafarnaum, se compara com o pão: “Eu sou o pão da vida”. E retoma aquela imagem do antigo testamento, o maná.



No deserto, quando caminhavam para a terra prometida, o povo de Deus foi alimentado pelo maná. Era o pão descido do céu. E o maná, um alimento forte, colhido de manhãzinha , sustentava a marcha do povo. Mas, observa Jesus, aquele pão descido do céu não garantiu que eles vivessem para sempre, eles terminaram morrendo. 

O verdadeiro pão descido do céu, esse sim, é um pão que garante a vida eterna. Quem dele come, vence a morte. Esse pão é o próprio Jesus. ‘Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo’. 

Esse capítulo 6 de São João é uma bela catequese de Jesus sobre a Eucaristia. O povo que o rodeava depois da multiplicação dos pães e nós hoje também, todos precisamos dessa catequese. Só assim poderemos viver melhor o sacramento da Eucaristia, que ele celebrou na última ceia.

Jesus se ofereceu por nós, em sacrifício. Ele se deu por nós. Na ceia com os discípulos, ele fez a oferta de si mesmo a Deus. Na cruz, ele realizou essa oferta de sua vida. A Missa renova o seu sacrifício. Torna presente, diante de Deus, o sacrifício da cruz que foi oferecido uma única vez, em favor da humanidade. 

Jesus nos une ao seu sacrifício. Nós nos unimos a ele pela fé, pela escuta de sua palavra, pela comunhão no seu sacrifício. Na Missa, unimos nossos sofrimentos, nossas dores com a dele. Estamos unidos com ele na oferta de sua vida. Estamos unidos com ele nos frutos de sua morte e ressurreição.

Jesus eleva ao Pai, com o seu povo, uma grande louvação. A ceia de páscoa com os discípulos foi um grande louvor a Deus: pelos dons da criação, pela história da salvação, pela entrega obediente de Jesus. A missa é uma grande ação de graças, um grande louvor. A palavra Eucaristia quer dizer ação de graças. E, com Jesus, damos graças a Deus pela criação, pela redenção, pela santificação, pela obra maravilhosa de Deus entre nós. Louvamos a Deus, particularmente, pela morte e ressurreição de Jesus. 

É assim que começamos a compreender melhor o que ele disse ao povo: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para vida do mundo”.

Guardando a mensagem

O sacrifício de Jesus na cruz e a sua ressurreição é que nos trouxeram vida, alcançando-nos o perdão dos nossos pecados e a vida nova de filhos de Deus. O sacrifício foi o oferecimento de sua vida. Carne e sangue representam a sua vida humana sacrificada. Na última ceia, Jesus antecipou sua oferta na cruz, celebrando a ceia da páscoa com os seus discípulos. Foi na ceia que ele tomou o pão e o vinho e disse aos discípulos que comessem e bebessem deles, pois era o seu corpo entregue e o seu sangue derramado. E pediu aos discípulos: “Façam isso em memória de mim”. A Missa é o memorial de sua morte e de sua ressurreição. Nela, continuamos a apresentar ao Pai a oferta de Jesus em sua cruz. Nela, entramos em profunda comunhão com ele, escutando sua palavra e comungando no seu corpo e no seu sangue. A Missa é o grande louvor que elevamos a Deus, por Cristo, com Cristo e em Cristo.

Quem comer deste pão viverá eternamente (Jo 6, 51)

Rezando a palavra

Senhor Jesus, 

Quando a comunidade cristã, a Igreja, se reúne para celebrar a Ceia do Senhor, estás presente e ages entre nós: na assembleia dos irmãos, na palavra proclamada, no ministro que te representa e, de maneira muito especial, no sacramento do pão e do vinho consagrados. E, nós, Senhor, nesta ceia santa, estamos unidos a ti. E é por ti que sobem ao Pai os nossos louvores, a nossa confissão de fé, a nossa intercessão pelas necessidades da Igreja e do mundo. E de novo, pelas mãos da Igreja, te ofereces pela salvação de todos. E por teu intermédio, descem tantas bênçãos e graças do céu em nossas vidas! Tu és o pão vivo que desceu do céu para a vida do mundo. Bendito seja o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

No seu diário espiritual (ou seu caderno de anotações), copie a recomendação do apóstolo Paulo na Carta aos Efésios. Procure na sua Bíblia: Ef 5, 2. 

Pe. João Carlos Ribeiro – 12.08.2018

QUE COISA SUBLIME É A MISSA, A CEIA PASCAL!

E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo (Jo 6, 51)
19 de abril de 2018.
Pão é uma representação universal do alimento, de tudo que precisamos para viver. E Jesus, na sua catequese ao povo, em Cafarnaum, se compara com o pão. “Eu sou o pão da vida”.  E retoma aquela imagem do antigo testamento, o maná.
No deserto, quando caminhavam para a terra prometida, o povo de Deus foi alimentado pelo maná. Era o pão descido do céu. E o maná, um alimento forte, colhido de manhãzinha , sustentava a marcha do povo. Mas, observa Jesus, aquele pão descido do céu não garantiu que eles vivessem para sempre, eles terminaram morrendo.
O verdadeiro pão descido do céu, esse sim, é um pão que garante a vida eterna. Quem dele come, vence a morte. Esse pão é o próprio Jesus. ‘Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo’.
Esse capítulo  6 de São João é uma bela catequese de Jesus sobre a Eucaristia.  O povo que o rodeava depois da multiplicação dos pães e nós hoje também, todos precisamos dessa catequese. Só assim poderemos viver melhor o sacramento da Eucaristia, que ele celebrou na última ceia.
Jesus se ofereceu por nós, em sacrifício. Ele se deu por nós. Na ceia com os discípulos, ele fez a oferta de si mesmo a Deus. Na cruz, ele realizou essa oferta de sua vida. A Missa renova o seu sacrifício. Torna presente, diante de Deus, o sacrifício da cruz que foi oferecido uma única vez, em favor da humanidade.
Jesus nos une ao seu sacrifício. Nós nos unimos a ele pela fé, pela escuta de sua palavra, pela comunhão no seu sacrifício. Na Missa, unimos nossos sofrimentos, nossas dores com a dele. Estamos unidos com ele na oferta de sua vida. Estamos unidos com ele nos frutos de sua morte e ressurreição.
Jesus eleva ao Pai, com o seu povo, uma grande louvação. A ceia de páscoa com os discípulos foi um grande louvor a Deus: pelos dons da criação, pela história da salvação, pela entrega obediente de Jesus. A missa é uma grande ação de graças, um grande louvor. A palavra Eucaristia quer dizer ação de graças. E, com Jesus, damos graças a Deus pela criação, pela redenção, pela santificação, pela obra maravilhosa de Deus entre nós. Louvamos a Deus, particularmente, pela morte e ressurreição de Jesus.
É assim que , começamos  a compreender melhor o que ele disse ao povo: “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para vida do mundo”.
Vamos guardar a mensagem
O sacrifício de Jesus na cruz e a sua ressurreição é que nos trouxeram vida, alcançando-nos o perdão dos nossos pecados e a vida nova de filhos de Deus. O sacrifício foi o oferecimento de sua vida. Carne e sangue representam a sua vida humana sacrificada. Na última ceia, Jesus antecipou sua oferta na cruz, celebrando a ceia da páscoa com os seus discípulos. Foi na ceia que ele tomou o pão e o vinho e disse aos discípulos  que comessem e bebessem deles, pois era o seu corpo entregue e o seu sangue derramado. E pediu aos discípulos: “Façam isso em memória de mim”. A Missa é o memorial de sua morte e de sua ressurreição. Nela, continuamos a apresentar ao Pai a oferta de Jesus em sua cruz. Nela, entramos em profunda comunhão com ele, escutando sua palavra e comungando no seu corpo e no seu sangue. A Missa é o grande louvor que elevamos a Deus, por Cristo, com Cristo e em Cristo.
E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo (Jo 6, 51)
Vamos rezar a Palavra
Senhor Jesus,
Quando a comunidade cristã, a Igreja, se reúne para celebrar a Ceia do Senhor, estás presente e ages entre nós: na assembleia dos irmãos, na palavra proclamada, no ministro que te representa e, de maneira muito especial, no sacramento do pão e do vinho consagrados. E, nós, Senhor, nesta ceia santa, estamos unidos a ti. E é por ti que sobem ao Pai os nossos louvores, a nossa confissão de fé, a nossa intercessão pelas necessidades da Igreja e do mundo. E de novo, pelas mãos da Igreja, te ofereces pela salvação de todos. E por teu intermédio, descem tantas bênçãos e graças do céu em nossas vidas! Tu és o pão vivo que desceu do céu para a vida do mundo. Bendito seja o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vamos viver a Palavra
No seu diário espiritual (ou seu caderno de anotações),  copie a recomendação do apóstolo Paulo sobre nossa participação na Eucaristia em 1 Coríntios 11, 27-29.

Pe. João Carlos Ribeiro – 19.04.2018

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