Mostrando postagens com marcador amar os inimigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amar os inimigos. Mostrar todas as postagens

20200910

AMOR AOS INIMIGOS


Amem os seus inimigos. Façam o bem aos que odeiam vocês (Lc 6, 27)


10 de setembro de 2020.

Prepare o seu coração. Jesus nos mandou amar os inimigos. Essa atitude cristã supera o comportamento humano digamos “normal” que seria amar os amigos e odiar os inimigos. Viver na fé em Jesus Cristo nos faz superar essa posição.

Ter raiva é uma coisa natural. Deixar que a raiva tome conta da gente, aí é que não dá. Permitir que a raiva se transforme em rancor, ódio e nos cegue em nossas atitudes, aí não. Segundo o ensinamento de Jesus, o melhor caminho é acalmar o coração e tentar ver em quem nos ofende ou nos agride um irmão, uma pessoa que está equivocada, mas continua a merecer nossa consideração. Não responder-lhe na mesma medida, não desejar-lhe o mal, antes preservar sua boa imagem, querer o seu bem, rezar por ele ou por ela. É o que Jesus está nos dizendo neste evangelho de hoje.

Amar o próximo é o mandamento. Amar a Deus e amar o próximo. E quando o próximo é o nosso inimigo ou a nossa inimiga, aí a coisa se complica. Amem os seus inimigos, Jesus mandou. Esse é o caminho da perfeição, amar os inimigos. E fazemos assim, porque Deus faz assim. Disse Jesus: “Assim vocês serão filhos do Altíssimo, porque ele é bom para com os ingratos e maus”. O Pai é o modelo para o filho. O nosso Pai trata bem os maus, porque ele é pai de todos e a todos ama. Como filhos, nós o imitamos.

O dom da filiação divina, nós o recebemos no batismo, por meio do Espírito Santo. Somos filhos de Deus. Mas, Jesus está nos dizendo “assim vocês serão filhos do Altíssimo”. Então, mesmo tendo recebido a graça de sermos filhos de Deus, precisamos aprender a agir como ele, neste caso, amando os nossos inimigos. Na carta aos Hebreus, a esse propósito, há uma passagem interessante sobre Jesus que aprendeu a ser um filho obediente. “Embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu”. (Hebreus 5,8). Pelo sofrimento, Jesus aprendeu a obediência de filho. Jesus é o maior exemplo. Na cruz, humilhado, traído, torturado só pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, porque, disse ele, “eles não sabem o que fazem”. Rezou por eles. Também por eles, deu a vida.

Jesus está chamando a nossa atenção para o diferencial do cristão. Não agir como os pagãos ou pessoas reconhecidamente longe de Deus. Eles amam os seus amigos, tratam bem os seus iguais. Aos inimigos, eles pisam, maltratam, prejudicam. E acham tudo normal. Nós não podemos agir assim. Temos que imitar o Pai. Temos que imitar Jesus. Amar os inimigos, rezar pelos que nos perseguem, fazer o bem a quem nos maltrata.

Guardando a mensagem

Jesus nos mandou amar os inimigos, fazer o bem a quem nos odeia. E nos deu como modelo o Pai, o nosso Deus. O próprio Jesus é nosso espelho. Imitando Jesus, amamos a todos, queremos o bem de todos e, quando perseguidos, injuriados ou difamados, lutamos para não guardar mágoa, nem alimentar ódio em nosso coração. Antes, rezamos por quem nos faz o mal e queremos o bem de quem nos ofende. É nesse espírito que enfrentamos a defesa dos nossos direitos e a busca da verdade. Sem ódio no coração.

Amem os seus inimigos. Façam o bem aos que odeiam vocês (Lc 6, 27)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
Está aí uma coisa difícil: amar os inimigos. Mas, esse é o jeito certo do cristão ser, para parecer contigo, para ter os teus mesmos sentimentos, como nos aconselhou o apóstolo Paulo. Ajuda-nos, Senhor, a tirar do nosso coração todo sentimento de rancor, de ódio, de vingança. Ajuda-nos a cultivar o amor cristão que vê no outro, mesmo no inimigo, um irmão ou uma irmã que precisa encontrar o caminho do bem. Abençoa, Senhor, os que nos fazem o mal. Eles também precisam encontrar a graça da conversão. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Identifique, hoje, na sua história de vida, alguém que lhe tenha feito muito mal. Fale com Jesus, em sua oração, pedindo-lhe forças para perdoar essa pessoa.

E não esqueça o desafio desse mês da Bíblia: ler o evangelho de São Marcos. Ele só tem 16 capítulos. Você já está em qual capítulo?

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb



20190316

SEM ÓDIO NO CORAÇÃO


Amem os seus inimigos e rezem por aqueles que perseguem vocês (Mt 5, 44). 


16 de março de 2019. 


Neste 11º dia da Quaresma, um passo exigente no terreno da caridade. Prepare o coração. Jesus nos mandou amar os inimigos. Essa atitude cristã supera o comportamento humano digamos “normal” que seria amar os amigos e odiar os inimigos. Viver na fé em Jesus Cristo nos faz superar essa posição. 

Ter raiva é uma coisa natural. Deixar que a raiva tome conta da gente, aí é que não dá. Permitir que a raiva se transforme em rancor, ódio e nos cegue em nossas atitudes, aí não. Segundo o ensinamento de Jesus, o melhor caminho é acalmar o coração e tentar ver em quem nos ofende ou nos agride um irmão, uma pessoa que está equivocada, mas continua a merecer nossa consideração. Não responder-lhe na mesma medida, não desejar-lhe o mal, antes preservar sua boa imagem, querer o seu bem, rezar por ele ou por ela. É o que Jesus está nos dizendo neste evangelho. 

Amar o próximo é o mandamento. Amar a Deus e amar o próximo. E quando o próximo for nosso inimigo ou a nossa inimiga, aí a coisa se complica. Amem os seus inimigos, mandou Jesus. Esse é o caminho da perfeição, amar os inimigos. E é nessa via que nós caminhamos, porque o Pai é perfeito. ‘Sejam perfeitos como o Pai do céu é perfeito’. Jesus foi claro: ‘tornem-se filhos do Pai que faz nascer o sol sobre maus e bons e manda chuva para justos e injustos’. O Pai é o modelo para o filho. O nosso Pai trata bem os maus, porque ele é pai de todos e a todos ama. Como filhos, nós o imitamos. 

Olha que interessante essa palavra de Jesus: “Tornem-se filhos do seu Pai que está nos céus”. O dom da filiação divina nós o recebemos no batismo, por meio do Espírito Santo. Somos filhos de Deus. Mas, Jesus está nos dizendo “tornem-se filhos do seu Pai”. Então, mesmo tendo recebido a graça de sermos filhos de Deus, precisamos aprender a agir como ele, neste caso, amando os nossos inimigos. Na carta aos Hebreus, a esse propósito, há uma passagem interessante sobre Jesus que aprendeu a ser um filho obediente. “Embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu.” (Hebreus 5,8). Pelo sofrimento, Jesus aprendeu a obediência de filho. Jesus é o maior exemplo. Ele falou e fez. Na cruz, humilhado, traído, torturado só pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, porque, disse ele, “eles não sabem o que fazem”. Rezou por eles. Também por eles, deu a vida. 

Jesus está chamando a nossa atenção para o diferencial do cristão. Não agir como os pagãos ou pessoas reconhecidamente pecadoras desse mundo. Eles amam os seus amigos, tratam bem os seus iguais. Temos que imitar o Pai. Temos que imitar Jesus. Amar os inimigos, rezar pelos que nos perseguem, fazer o bem a quem nos maltrata. 

Guardando a mensagem 

Jesus nos mandou amar os inimigos, fazer-lhe o bem. E nos deu como modelo o Pai, o nosso Deus. O próprio Jesus é nosso modelo. Imitando Jesus, amamos a todos, queremos o bem de todos e, quando perseguidos, injuriados ou difamados, lutamos para não guardar mágoa, nem alimentar ódio em nosso coração. Antes, rezamos por quem nos faz o mal e queremos o bem de quem nos ofende. É nesse espírito que enfrentamos a defesa dos nossos direitos e a busca da verdade. Sem ódio no coração. 

Amem os seus inimigos e rezem por aqueles que perseguem vocês (Mt 5, 44). 

Rezando a palavra 

Senhor Jesus, 
Está aí uma coisa difícil: amar os inimigos. Mas, esse é o jeito certo do cristão ser, para parecer contigo, para ter os mesmos sentimentos teus, como nos aconselhou o apóstolo. Ajuda-nos, Senhor, a tirar do nosso coração todo sentimento de rancor, de ódio, de inclinação à vingança. Ajuda-nos a cultivar o amor cristão que vê no outro, mesmo no inimigo, um irmão ou uma irmã que precisa encontrar o caminho do bem. Abençoa, Senhor, os que nos fazem o mal. Eles também são irmãos que precisam encontrar a graça da conversão. Hoje, Senhor, temos mais uma intenção para a nossa oração. Mais uma tragédia, com repercussão mundial: um atentado a mesquitas muçulmanas, na Nova Zelândia. Um crime bárbaro, com muitas mortes, por razões de ódio aos imigrantes. Ajuda-nos, Senhor, a vencer o mal com o bem. E não nos deixes perder a esperança. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém. 

Vivendo a palavra 

Identifique, hoje, na sua história de vida, alguém que lhe tenha feito muito mal. Fale com Jesus, em sua oração, pedindo-lhe forças para perdoar esse alguém. 

Pe. João Carlos Ribeiro – 16.03.2019

20190224

MEU INIMIGO É MEU IRMÃO




Se vocês amam somente aqueles que amam vocês, que recompensa terão? (Lc 6, 32)

24 de fevereiro de 2019.

Quando a gente admira alguém, mesmo sem querer, termina imitando essa pessoa. Conheci recentemente uma pessoa que admira demais a figura de Mahatma Gandhi, o grande líder da não-violência na Índia. Ele já leu tudo que encontrou sobre Gandhi, repete frases inteiras ditas por ele. Até a dissertação de mestrado, na Faculdade, foi sobre Gandhi. Claro, na sua vida, mesmo sem se dar conta, ele copia o modo de pensar e de viver de Gandhi. Quando a gente admira alguém, termina por imitá-lo.

Se há uma pessoa nesse mundo que merece ser admirada, amada e imitada, você sabe quem é: Jesus. Certo, ele é Deus. Mas, apresentou-se na nossa humanidade, verdadeiro homem, fazendo o nosso mesmo caminho. E assim tornou-se um exemplo, um modelo para nós. Para nós que o admiramos e o amamos, o seu modo de vida, o seu pensamento, o seu modo de agir e reagir, nós tomamos como regra par nossa vida. Somos seus discípulos, seguimos o seu caminho.

A primeira coisa que chama a atenção na pessoa de Jesus é a sua bondade, o seu amor, retrato do coração indulgente do Pai, seu Deus e nosso Deus, seu Pai e nosso Pai. Em Jesus, vemos a bondade, a misericórdia do Pai. Antes de nos ensinar, com as palavras, a sermos bons, prestativos, generosos, Jesus nos ensinou tudo isso com o seu exemplo. Ficamos impressionados como ele, traído, humilhado, maltratado, na cruz, perdoa os seus algozes. Não os julga, antes os defende diante do Pai. Sua generosidade não tem limites. Tramaram a sua morte e o crucificaram como blasfemo e malfeitor. Ele não só deixa-se conduzir para o matadouro como um cordeiro, mas dá livremente sua vida pelos que, diretamente, lhe tiram a vida e por todos nós que, indiretamente, o levamos ao calvário. 

É desse Jesus, nosso Mestre que recebemos, hoje, o precioso ensinamento de sermos bons e generosos com quem não gosta da gente, com quem nos faz o mal. Podemos organizar sua palavra de hoje em sete ensinamentos: AMAR os inimigos, FAZER O BEM a quem nos faz o mal, FALAR BEM dos que falam mal da gente, REZAR pelos que nos caluniam, DAR OUTRA CHANCE a quem nos ofende, EMPRESTAR sem esperar retorno e SER GENEROSOS com quem nos prejudica. 

Se este ensinamento viesse de outra pessoa, dificilmente, nós poderíamos aceitar, porque é uma coisa que contraria o nosso modo humano de pensar e de agir. E, contudo, nós temos consciência que esse foi o seu caminho e, portanto, há de ser o nosso caminho também. Nisto, reside um diferencial, um traço da identidade do filho de Deus. E, com humildade, reconhecemos que progredimos nesse caminho, com a graça do Espírito Santo que está em nós. Agindo assim, somos seus verdadeiros imitadores, seus discípulos. 

Para nos confirmar nesse ensinamento, nos é lembrada a história de Davi que, sendo perseguido pelo rei Saul e seu exército, teve a chance de matar o rei, mas o poupou, num gesto magnânimo de quem renuncia à violência contra o inimigo, por amor e respeito á sua pessoa. É o que está contato no Primeiro Livro de Samuel. Esse modo de agir, que imitamos em Jesus, está em sintonia com nossa experiência de Deus, como nos faz rezar o Salmo 102: “O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso e compassivo. Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas”. 

Guardando a mensagem

Como todo mundo, procuramos corresponder com estima e afeição a quem nos quer bem. Amamos a quem nos ama. Ajudamos alguém, esperando ser correspondidos, pelo menos, com a gratidão. Afinal, como todo mundo, fazemos o bem a quem nos trata bem. Ouvindo a palavra de Jesus, nos damos conta que o que nos faz cristãos, seus seguidores é muito mais: amar e fazer o bem a quem não gosta de nós e a quem nos machuca ou persegue. O grande diferencial está em amar os inimigos. Isso nos espanta, porque é uma coisa muito exigente. Mas, ficamos convencidos que esse é o caminho e que isso é possível, sobretudo, vendo o exemplo de Jesus. 

Se vocês amam somente aqueles que amam vocês, que recompensa terão? (Lc 6, 32)

Rezando a palavra

Senhor Jesus, 

Queremos ouvir e viver a tua palavra de hoje: “O que vocês querem que os outros lhes façam, façam vocês a eles”. Assim, nos damos conta do valor dos outros, de sua dignidade, mesmo que não agradeçam, nem reconheçam nossa boa vontade ou ajam como nossos inimigos. E vemos que nisto está um diferencial de sermos teus seguidores: como tu, e segundo tua palavra, sermos capazes de amar, fazer o bem, falar bem e rezar por quem nos faz o mal. Senhor, que coisa difícil! Mas, coisa santa, digna de pessoas redimidas na tua cruz, alimentadas por tua palavra e por tua Eucaristia, habitadas pelo Santo Espírito. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Leia o evangelho de hoje em sua Bíblia (Lc 6,27-38) e escolha uma palavra para viver, de maneira especial, no dia de hoje.


Pe. João Carlos Ribeiro – 24.02.2019.

20180913

JESUS NOS ORIENTOU A FAZER UMA COISA MUITO DIFÍCIL

Amem os seus inimigos. Façam o bem aos que odeiam vocês (Lc 6, 27)

13 de setembro de 2018.

Prepare o seu coração. Jesus nos mandou amar os inimigos. Essa atitude cristã supera o comportamento humano digamos “normal” que seria amar os amigos e odiar os inimigos. Viver na fé em Jesus Cristo nos faz superar essa posição.

Ter raiva é uma coisa natural. Deixar que a raiva tome conta da gente, aí é que não dá. Permitir que a raiva se transforme em rancor, ódio e nos cegue em nossas atitudes, aí não. Segundo o ensinamento de Jesus, o melhor caminho é acalmar o coração e tentar ver em quem nos ofende ou nos agride um irmão, uma pessoa que está equivocada, mas   continua a merecer nossa consideração. Não responder-lhe na mesma medida, não desejar-lhe o mal, antes preservar sua boa imagem, querer o seu bem, rezar por ele ou por ela. É o que Jesus está nos dizendo neste evangelho de hoje.

Amar o próximo é o mandamento. Amar a Deus e amar o próximo. E quando o próximo é o nosso inimigo ou a nossa inimiga, aí a coisa se complica. Amem os seus inimigos, Jesus mandou. Esse é o caminho da perfeição, amar os inimigos. E fazemos assim, porque Deus faz assim. Disse Jesus: “Assim vocês serão filhos do Altíssimo, porque ele é bom para com os ingratos e maus”. O Pai é o modelo para o filho. O nosso Pai trata bem os maus, porque ele é pai de todos e a todos ama. Como filhos, nós o imitamos.

O dom da filiação divina, nós o recebemos no batismo, por meio do Espírito Santo. Somos filhos de Deus. Mas, Jesus está nos dizendo “assim vocês serão filhos do Altíssimo”. Então, mesmo tendo recebido a graça de sermos filhos de Deus, precisamos aprender a agir como ele, neste caso, amando os nossos inimigos. Na carta aos Hebreus, a esse propósito, há uma passagem interessante sobre Jesus que aprendeu a ser um filho obediente. “Embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu”. (Hebreus 5,8). Pelo sofrimento, Jesus aprendeu a obediência de filho. Jesus é o maior exemplo. Na cruz, humilhado, traído, torturado só pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, porque, disse ele, “eles não sabem o que fazem”. Rezou por eles. Também por eles, deu a vida.

Jesus está chamando a nossa atenção para o diferencial do cristão. Não agir como os pagãos ou pessoas reconhecidamente longe de Deus. Eles amam os seus amigos, tratam bem os seus iguais. Aos inimigos, eles pisam, maltratam, prejudicam.  E acham tudo normal. Nós não podemos agir assim. Temos que imitar o Pai. Temos que imitar Jesus. Amar os inimigos, rezar pelos que nos perseguem, fazer o bem a quem nos maltrata.

Guardando a mensagem

Jesus nos mandou amar os inimigos, fazer o bem a quem nos odeia. E nos deu como modelo o Pai, o nosso Deus. O próprio Jesus é nosso espelho. Imitando Jesus, amamos a todos, queremos o bem de todos e, quando perseguidos, injuriados ou difamados, lutamos para não guardar mágoa, nem alimentar ódio em nosso coração. Antes, rezamos por quem nos faz o mal e queremos o bem de quem nos ofende. É nesse espírito que enfrentamos a defesa dos nossos direitos e a busca da verdade. Sem ódio no coração.

Amem os seus inimigos. Façam o bem aos que odeiam vocês (Lc 6, 27)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,

Está aí uma coisa difícil: amar os inimigos. Mas, esse é o jeito certo do cristão ser, para parecer contigo, para ter os teus mesmos sentimentos, como nos aconselhou o apóstolo Paulo. Ajuda-nos, Senhor, a tirar do nosso coração todo sentimento de rancor, de ódio, de vingança. Ajuda-nos a cultivar o amor cristão que vê no outro, mesmo no inimigo, um irmão ou uma irmã que precisa encontrar o caminho do bem. Abençoa, Senhor, os que nos fazem o mal. Eles também precisam encontrar a graça da conversão. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Identifique, hoje, na sua história de vida, alguém que lhe tenha feito muito mal. Fale com Jesus, em sua oração, pedindo-lhe forças para perdoar essa pessoa.

Pe. João Carlos Ribeiro – 13.09.2018