PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO DA PALAVRA: Não deixe ninguém para trás.

Não deixe ninguém para trás.

 


21 de abril de 2024

4º Domingo da Páscoa 

  Domingo do Bom Pastor. 

61º Dia Mundial de Oração pelas Vocações 


  Evangelho  


Jo 10,11-18

Naquele tempo, disse Jesus: 11“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas. 12O mercenário, que não é pastor e não é dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e dispersa. 13Pois ele é apenas um mercenário que não se importa com as ovelhas.
14Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, 15assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha vida pelas ovelhas.
16Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; elas escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.
17É por isso que meu Pai me ama, porque dou a minha vida, para depois recebê-la novamente. 18Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim mesmo; tenho poder de entregá-la e tenho poder de recebê-la novamente; essa é a ordem que recebi de meu Pai”.

  Meditação  


Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas (Jo 10, 11) 

Neste quarto Domingo da Páscoa celebramos o Domingo do Bom Pastor, com a Jornada Mundial de Oração pelas Vocações. Rezamos para que não nos faltem pastores e para que os pastores sejam bons, cuidando do rebanho com o zelo e o amor de Cristo. O tema desta Jornada de Oração é "Chamados a semear a esperança e a construir a paz".

Em sua Mensagem para o dia de hoje, o Papa Francisco escreveu: "Este dia proporciona-nos sempre uma boa ocasião para recordar, com gratidão, diante do Senhor o compromisso fiel, quotidiano e muitas vezes escondido daqueles que abraçaram uma vocação que envolve toda a sua vida". Ele cita, então, as mães e os pais; os cidadãos e cidadãs que se empenham em favor do bem comum; as pessoas consagradas; os chamados ao sacerdócio ordenado.

O tema do 'pastor' é o tema da liderança. Todos nós temos responsabilidade no pastoreio do rebanho de Deus. Pais e mães, educadores, catequistas, coordenadores, animadores, bispos, padres, diáconos, homens públicos, lideranças comunitárias somos todos pastores na família, no ambiente de trabalho, nas comunidades, na Igreja, na sociedade. Ser pastor é cuidar do rebanho. Podemos ser maus pastores ou bons pastores como Jesus. 

Jesus se apresenta como o bom pastor. E marca bem a diferença entre o bom pastor e o mercenário. Toma distância também do comportamento de estranhos e assaltantes. Esses tipos, podemos pensar, são como que tentações para quem pastoreia, para quem exerce liderança na família, na Igreja ou na sociedade. O assaltante pula o muro, não entra pela porta. O estranho não conhece, nem é conhecido. O mercenário abandona as ovelhas quando o lobo as ataca, não as defende com a própria vida.

O bom pastor entra pela porta, não pula o muro. Quem pula o muro é o assaltante. Que porta é essa? A porta do redil, a porta do cercado onde estão as ovelhas de noite. Jesus entrou em nossa história pela porta. Não caiu de paraquedas. Ele, sendo Deus, abaixou-se e fez-se um de nós, convivendo conosco, andando pelos nossos caminhos, conversando as nossas conversas. É o que nós chamamos de encarnação. O apóstolo João escreveu: “O verbo se fez carne e habitou entre nós”. Pastor pra valer tem que ser como Jesus. Entra pela porta: a porta do coração (porque ama e se aproxima das pessoas), a porta da convivência (que gera conhecimento e confiança), a porta da encarnação (porque assumiu a nossa condição, fez-se um de nós). 

O bom pastor não é um estranho, a sua voz é conhecida pelas ovelhas. Ao estranho, elas não seguem, não reconhecem sua voz, não confiam nele. A convivência, a aproximação, o conhecimento recíproco geram confiança. É assim que ele as chama pelo nome, pois as conhece e elas o atendem, pois o conhecem. É assim que ele as conduz: caminha à sua frente. O Espírito Santo é quem nos faz íntimos de Jesus. Quanto mais o conhecemos, mais o amamos, o compreendemos e o seguimos. 

O bom pastor dá a vida por suas ovelhas, não é como o mercenário que as abandona. Ele se sacrifica por elas, comunica-lhes vida. E como é que o pastor Jesus comunica a vida? Por sua presença, por suas atitudes, por sua pregação, e, sobretudo, por sua vida entregue na cruz. E continua hoje comunicando-nos a vida, particularmente, pelo dom de sua Palavra e pelo dom da Eucaristia. O mercenário não se importa com as ovelhas e as abandona na hora em que mais precisam dele. O bom pastor, renunciando aos seus interesses pessoais, sacrifica-se pelo rebanho. 




Guardando a mensagem

Nas famílias, nos ambiente de trabalho, nas comunidades, na sociedade somos também pastores, em funções de liderança. Como nos diz a primeira carta de Pedro, reconheçamos Jesus como pastor e guarda de nossas vidas. E o imitemos em nosso pastoreio. Não lideremos como mercenários, nem como estranhos, nem como assaltantes. Não pulemos o muro, entremos pela porta da convivência, da amizade, da solidariedade. Alcancemos ser reconhecidos em nossa liderança pela confiança que despertamos. Esforcemo-nos para levar o rebanho para boas pastagens, para a vida em abundância. Não deixemos ninguém para trás. Não nos rendamos às dificuldades e aos problemas. Isso exige sacrifício de nossa parte, renúncia, fidelidade. 

Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas (Jo 10, 11) 

Rezando a Palavra

Rezemos a oração composta por São Paulo VI para o 1º Dia Mundial das Vocações:

Ó Jesus, divino Pastor das almas, que chamaste os Apóstolos para fazer deles pescadores de homens, continua a atrair para ti almas ardentes e generosas de jovens, a fim de fazer deles teus seguidores e teus ministros; torna-os participantes da tua sede de redenção universal, (…) abre-lhes os horizontes do mundo inteiro, (…) para que, respondendo ao teu chamado, prolonguem aqui na terra a tua missão, edifiquem o teu Corpo místico, que é a Igreja, e sejam “sal da terra”, “luz do mundo”. 
Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém. 

Vivendo a Palavra

Rezemos, hoje, para que o Senhor dê à sua Igreja numerosos e santos sacerdotes, consagrados e consagradas na vida religiosa, missionários e servidores leigos e leigas, caminhando todos em unidade no compromisso da missão.

Comunicando

Tendo um tempinho hoje, leia a mensagem do papa Frnacisco para este Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Vou deixar o texto no final da mensagem. É só seguir  link. 




MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
PARA O 61º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

(21 de abril de 2024 – IV Domingo de Páscoa)


Chamados a semear a esperança e a construir a paz



Queridos irmãos e irmãs!

O Dia Mundial de Oração pelas Vocações convida-nos, cada ano, a considerar o precioso dom da chamada que o Senhor dirige a cada um de nós, seu povo fiel em caminho, pois dá-nos a possibilidade de tomar parte no seu projeto de amor e encarnar a beleza do Evangelho nos diferentes estados de vida. A escuta da chamada divina, longe de ser um dever imposto de fora – talvez em nome de um ideal religioso –, é antes o modo mais seguro que temos de alimentar o desejo de felicidade que trazemos no nosso íntimo: a nossa vida realiza-se e torna-se plena quando descobrimos quem somos, as qualidades que temos e o campo onde é possível pô-las a render, quando descobrimos que estrada podemos percorrer para nos tornarmos sinal e instrumento de amor, acolhimento, beleza e paz nos contextos onde vivemos.

Assim, este Dia proporciona-nos sempre uma boa ocasião para recordar, com gratidão, diante do Senhor o compromisso fiel, quotidiano e muitas vezes escondido daqueles que abraçaram uma vocação que envolve toda a sua vida. Penso nas mães e nos pais que não olham primeiro para si mesmos, nem seguem a tendência dum estilo superficial, mas organizam a sua existência cuidando das relações com amor e gratuidade, abrindo-se ao dom da vida e pondo-se ao serviço dos filhos e seu crescimento. Penso em todos aqueles que realizam, dedicadamente e em espírito de colaboração, o seu trabalho; naqueles que, em diferentes campos e de vários modos, se empenham por construir um mundo mais justo, uma economia mais solidária, uma política mais equitativa, uma sociedade mais humana, isto é, em todos os homens e mulheres de boa vontade que se dedicam ao bem comum. Penso nas pessoas consagradas, que oferecem a sua existência ao Senhor quer no silêncio da oração quer na atividade apostólica, às vezes na linha de vanguarda e sem poupar energias, servindo com criatividade o seu carisma e colocando-o à disposição de quantos encontram. E penso naqueles que acolheram a chamada ao sacerdócio ordenado, se dedicam ao anúncio do Evangelho, repartem a sua vida – juntamente com o Pão Eucarístico – pelos irmãos, semeiam esperança e mostram a todos a beleza do Reino de Deus.

Aos jovens, especialmente a quantos se sentem distantes ou olham a Igreja com desconfiança, gostaria de dizer: deixai-vos fascinar por Jesus, dirigi-Lhe as vossas perguntas importantes, através das páginas do Evangelho, deixai-vos desinquietar pela sua presença que sempre nos coloca, de forma benfazeja, em crise. Ele respeita mais do que ninguém a nossa liberdade, não Se impõe mas propõe-Se: dai-Lhe espaço e encontrareis a vossa felicidade no seu seguimento e, se vo-la pedir, na entrega total a Ele.

Um povo em caminho

A polifonia dos carismas e das vocações, que a Comunidade Cristã reconhece e acompanha, ajuda-nos a compreender plenamente a nossa identidade de cristãos: como povo de Deus em caminho pelas estradas do mundo, animados pelo Espírito Santo e inseridos como pedras vivas no Corpo de Cristo, cada um de nós descobre-se membro duma grande família, filho do Pai e irmão e irmã de seus semelhantes. Não somos ilhas fechadas em si mesmas, mas partes do todo. Por isso, o Dia Mundial de Oração pelas Vocações traz gravada a marca da sinodalidade: há muitos carismas e somos chamados a escutar-nos reciprocamente e a caminhar juntos para os descobrir discernindo aquilo a que nos chama o Espírito para o bem de todos.

Além disso, no momento histórico presente, o caminho comum conduz-nos para o Ano Jubilar de 2025. Caminhamos como peregrinos de esperança rumo ao Ano Santo, para, na descoberta da própria vocação e pondo em relação os diversos dons do Espírito, podermos ser no mundo portadores e testemunhas do sonho de Jesus: formar uma só família, unida no amor de Deus e interligada pelo vínculo da caridade, da partilha e da fraternidade.

Este Dia é dedicado de modo particular à oração para implorar do Pai o dom de santas vocações para a edificação do seu Reino: «Rogai ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe» (Lc 10, 2). E, como sabemos, a oração é feita mais de escuta que de palavras dirigidas a Deus. O Senhor fala ao nosso coração e quer encontrá-lo aberto, sincero e generoso. A sua Palavra fez-Se carne em Jesus Cristo, que nos revela e comunica toda a vontade do Pai. Neste ano de 2024, dedicado precisamente à oração como preparação para o Jubileu, somos chamados a descobrir o dom inestimável de poder dialogar com o Senhor, de coração a coração, tornando-nos assim peregrinos de esperança, porque «a oração é a primeira força da esperança. Tu rezas e a esperança cresce, avança. Diria que a oração abre a porta à esperança. A esperança existe, mas com a minha oração abro a porta» (Francisco, Catequese, 20/V/2020).

Peregrinos de esperança e construtores de paz

Mas que significa ser peregrinos? Quem empreende uma peregrinação procura, antes de mais nada, ter clara a meta, e conserva-a sempre no coração e na mente. Mas, para atingir esse destino, é preciso ao mesmo tempo concentrar-se no passo presente: para o realizar, é necessário estar leve, despojar-se dos pesos inúteis, levar consigo apenas o essencial e esforçar-se cada dia por que o cansaço, o medo, a incerteza e a escuridão não bloqueiem o caminho iniciado. Por isso ser peregrino significa partir todos os dias, recomeçar sempre, reencontrar o entusiasmo e a força de percorrer as várias etapas do percurso que, apesar das fadigas e dificuldades, sempre abrem diante de nós novos horizontes e panoramas desconhecidos.

Este é precisamente o sentido da peregrinação cristã: estamos em caminho à descoberta do amor de Deus e, ao mesmo tempo, à descoberta de nós mesmos, através duma viagem interior, mas sempre estimulados pela multiplicidade das relações. Portanto, peregrinos porque chamados: chamados a amar a Deus e a amar-nos uns aos outros. Assim, o nosso caminho sobre esta terra nunca se reduz a uma labuta sem objetivo nem a um vaguear sem meta; pelo contrário, cada dia, respondendo à nossa chamada, procuramos realizar os passos possíveis rumo a um mundo novo, onde se viva em paz, na justiça e no amor. Somos peregrinos de esperança, porque tendemos para um futuro melhor e empenhamo-nos na sua construção ao longo do caminho.

Tal é, em última análise, a finalidade de cada vocação: tornar-se homens e mulheres de esperança. Como indivíduos e como comunidade, na variedade dos carismas e ministérios, todos somos chamados a «dar corpo e coração» à esperança do Evangelho neste mundo marcado por desafios epocais: o avanço ameaçador duma terceira guerra mundial aos pedaços, as multidões de migrantes que fogem da sua terra à procura dum futuro melhor, o aumento constante dos pobres, o perigo de comprometer irreversivelmente a saúde do nosso planeta. E a tudo isto vêm ainda juntar-se as dificuldades que encontramos diariamente com o risco de nos precipitar, às vezes, na resignação ou no derrotismo.

Por isso é decisivo, para nós cristãos, cultivar um olhar cheio de esperança no nosso tempo, para podermos trabalhar frutuosamente respondendo à vocação que nos foi dada ao serviço do Reino de Deus, Reino do amor, de justiça e de paz. Esta esperança – assegura-nos São Paulo – «não engana» (Rm 5, 5), porque se trata da promessa que o Senhor Jesus nos fez de permanecer sempre connosco e de nos envolver na obra de redenção que Ele quer realizar no coração de cada pessoa e no «coração» da criação. Tal esperança encontra o seu centro propulsor na Ressurreição de Cristo, que «contém uma força de vida que penetrou o mundo. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual. É verdade que muitas vezes parece que Deus não existe: vemos injustiças, maldades, indiferenças e crueldades que não cedem. Mas também é certo que, no meio da obscuridade, sempre começa a desabrochar algo de novo que, mais cedo ou mais tarde, produz fruto» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 276). E o apóstolo Paulo afirma ainda que fomos salvos na esperança (cf. Rm 8, 24). A redenção realizada na Páscoa dá a esperança, uma esperança certa, fiável, com a qual podemos enfrentar os desafios do presente.

Então ser peregrinos de esperança e construtores de paz significa fundar a própria existência sobre a rocha da ressurreição de Cristo, sabendo que todos os nossos compromissos, na vocação que abraçamos e levamos por diante, não caiem no vazio. Apesar dos fracassos e retrocessos, o bem que semeamos cresce de modo silencioso e nada pode separar-nos da meta última: o encontro com Cristo e a alegria de viver na fraternidade entre nós por toda a eternidade. Esta vocação final, devemos antecipá-la cada dia: a relação de amor com Deus e com os irmãos e irmãs começa desde agora a realizar o sonho de Deus, o sonho da unidade, da paz e da fraternidade. Que ninguém se sinta excluído desta chamada! Cada um de nós, no seu lugar próprio, no seu estado de vida, pode ser, com a ajuda do Espírito Santo, um semeador de esperança e de paz.

A coragem de se envolver

Por tudo isso digo mais uma vez, como durante a Jornada Mundial da Juventude em Lisboa: «rise up – levantai-vos!» Despertemos do sono, saiamos da indiferença, abramos as grades da prisão em que por vezes nos encerramos, para que possa cada um de nós descobrir a própria vocação na Igreja e no mundo e tornar-se peregrino de esperança e artífice de paz! Apaixonemo-nos pela vida e comprometamo-nos no cuidado amoroso daqueles que vivem ao nosso lado e do ambiente que habitamos. Repito-vos: tende a coragem de vos envolver! Padre Oreste Benzi, apóstolo incansável da caridade, sempre da parte dos últimos e indefesos, repetia que ninguém é tão pobre que não tenha algo para dar, e ninguém é tão rico que não precise de receber alguma coisa.

Levantemo-nos, pois, e ponhamo-nos a caminho como peregrinos de esperança, para que também nós, como fez Maria com Santa Isabel, possamos comunicar boas-novas de alegria, gerar vida nova e ser artesãos de fraternidade e de paz.

Roma, São João de Latrão, no IV Domingo de Páscoa, 21 de abril de 2024.

FRANCISCO

14 comentários:

  1. A paz abençoe nosso dia hoje e sempre amém

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  2. Oração pelas vocações: JESUS mestre divino, que chamaste os apóstolos para vos seguir, continuai a passar pelos nossos caminhos, nossas famílias, nossas escolas,e,continuai á repetir o convite a muitos de nossos jovens, dai força para que sejam fiéis, como apóstolos, leigos, religiosos e religiosas, para o bem do povo de de Deus e de toda a humanidade amém.

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  3. Sou grata a ti Senhor, ao Padre João Carlos e equipe , ao Papa Francisco e equipe e a todas as pessoas que acreditam e se esforçam diariamente e esperançosamente por um mundo justo, fraterno, inclusivo e pacífico na trilha de Jesus Cristo, ou apenas pelo bem comum da humildade e da nossa casa comum. Obrigada, obrigada, obrigada.

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  4. Que Deus ilumine o caminho de todos em suas vocações,que nós todos os dias sejamos fiel e sempre estendendo e praticando a paz e esperança a nossos irmãos 🙏🙏🙏

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  5. Reconhecemos o bom pastor, Jesus Cristo! Aquele que nos dar a paz, o amor e chama a termos esperança, e partilhar com os irmãos. Um domingo abençoado do bom Pastor!

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  6. Glória a Vós Senhor!
    Quando Jesus diz Eu sou o Bom Pastor, conheço as minhas ovelhas, imaginemos que esta palavra Bom, traduz tudo, somos nós a quem Ele está se referindo, ou seja ninguém nos conhece melhor do que o Pai, Ele sabe de tudo, mais tudo é tudo mesmo, nos conhece melhor do que nós mesmos, por isso faz a comparação com um mercenário, afirmando então que o mesmo nos abandona nas horas mais difíceis, não se importa conosco porquê não demonstra sentimentos, não nos conhece, recebe o que quer e vai embora, por não saber que haverá um só rebanho e um só Pastor não se preocupa em nos guardar e nem nos proteger.
    Pois se soubesse com certeza como nós, seria bem mais justo e por amor daria também sua vida para recebe lá novamente, porque aqueles que entendem a lógica do Reino sabem, que Jesus não estava se restringindo apenas naqueles que estava falando diretamente, mas se referindo a toda humanidade, todas as gerações, por outro lado também sabemos que, quem quiser guardar sua vida á perderá e quem decidir doa-la á ganhará na eternidade.
    Então ovelhas, só nós compete estarmos atentos a vós do Bom Pastor e sermos obedientes que no mais Ele nos guia, nos protege e nos fortalece para o Seu rebanho,.

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  7. Senhor Jesus, Bom pastor , que continua chamando, que esse chamado encontre respostas de corações abertos e dispostos a fazer o caminho da missão. Que não encontre outro ofício se não o de serem bons pastores.

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  8. SENHOR JESUS! Meu único e BOM PASTOR, dai-me a luz da sabedoria para caminhar o teu caminho SEMPRE. Atendei as preces que trago no meu coração que o SENHOR conhece. Abençoai-me Padre João Carlos em nome de JESUS. Eu estou precisando. Amém

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  9. Bom dia Pe João Carlos, sua benção, que Deus em sua infinita bondade, nos conceda saúde, paz, amor, união a mim a minha família, que sejamos abençoados todos nós, que Deus abençoe nosso Papa Francisco em sua vocações sacerdotais e ao nosso Pe João Carlos. Amém 🙏🙏🙏🙏🙏

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  10. Muito importante pra mim, é acompanhar a Palavra Diária na simples e maravilhosa interpretação do Padre João Carlos, obrigado por me fazer sentir a cada sílabas escutadas me tornar um Cristão mais forte e com mais esperança em poder dar mais aos que necessitam da nossa contribuição.
    Amém 🙏🌹

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  11. Boa tarde abençoada para todos nós!
    Nas diferenças é que está a beleza da palavra e da Força Divina!
    Não devemos deixar ninguém para trás! Vamos acolher e amar a todos!
    Aidael Andrade Bezerra

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  12. Ó Deus, luz perfeita dos bem-aventurados, eu LHE agradeço pela vida de Santo Anselmo. Todavia, me ajude viver cheio do Espírito Santo. Me ajude fazer o bem. Me ajude seguir o caminho do amor, da união, da salvação, da ressurreição e da cura. Me ajude vencer o sofrimento. Me ajude fugir do pecado e da omissão. Me ajude construir a minha vida sobre a pedra angular. Me ajude ser um bom filho. Me ajude ser um bom cristão. Isso eu LHE peço em nome de Jesus Cristo. Amém.

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  13. Amém gratidão senhor pelas graças alcançadas, em minha vida e na vida da minha família. Que Deus nos abençoe hoje amanhã e sempre, ótima semana pra todos nós cheia de bênçãos de Deus.

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  14. Que Deus abençoe a todos nós e as vocações,muita luz no caminho do nosso querido Papa Francisco

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Desejando comunicar-se em particular com o Pe. João Carlos, use esse email: padrejcarlos@gmail.com ou o whatsapp 81 3224-9284.

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