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02 setembro 2014

Orientar é preciso

E as eleições estão chegando. E estou vendo muita gente despreocupada com o debate eleitoral. E isso não é bom. Há quem generalize seu desgosto com a política, considerando que todos os candidatos são iguais e corruptos. E gente renunciando a discutir o assunto, apegando-se apenas às pesquisas. Pelo jeito, muita gente vai chegar na hora da votação sem saber em quem votar. Isso tudo mostra despolitização, desinteresse e falta de responsabilidade com o futuro.

A primeira coisa a lembrar é que não se trata apenas de votar para presidente. Presidente é apenas uma das escolhas, mesmo que seja tão significativa. Nas eleições de 5 de outubro, estão em jogo também a escolha de um senador por Estado, deputados federais, governadores e deputados estaduais. Não se pode chegar nessa data sem ter escolhido os seus candidatos e os ter escolhido com critério, com conhecimento, com convicção.

03 outubro 2012

Meu voto é coisa séria

Pe. João Carlos Ribeiro

Domingo é de eleições. E aí? Está preparado? Está preparada? Já sabe em quem vai votar? Esse seu voto está em sintonia com sua vida de fé? Perguntas importantes para quem se sente responsável pela comunidade onde vive, pelo Município onde mora. E para quem caminha nessa vida iluminado pela fé.

Em muitas Dioceses e Paróquias, as lideranças da Igreja evidenciaram alguns princípios para ajudar o povo de Deus a votar com maior responsabilidade e espírito cidadão. Várias dioceses católicas publicaram cartilhas com dicas interessantes e boas chamadas de atenção. A CNBB também emitiu um comunicado na mesma linha. Todos insistem em alguns pontos: votar é exercer o sagrado direito de participar nos destinos da vida pública; voto nulo ou em branco é sinal de omissão e falta de responsabilidade frente a um compromisso tão fundamental; votar sem consciência ou vender o voto são faltas graves contra a fraternidade; eleger candidatos pensando em vantagens pessoais é coisa criminosa e reprovável.

A educação para a cidadania não é tarefa fácil, sobretudo pelo descrédito em que se encontra a atividade política. E as razões para isso não é difícil enumerá-las: o histórico recorrente da corrupção em todos os níveis, o troca-troca partidário pós-eleições, o enriquecimento ilícito de muitos mandatários. É claro que isso não é a regra geral e não se aplica a todos os políticos. É também preciso dizer que se se chegou a isso em parte se deve também ao próprio eleitorado, por sua atitude pouco crítica e nenhum acompanhamento do mandato dos eleitos. Por isso, as recomendações dos setores de formação das comunidades cristãs são: levar a sério a lei da ficha limpa, discernir bem em quem vai dar seu voto e assumir a responsabilidade pelo acompanhamento do mandato dos seus candidatos eleitos.