BLOG DO PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO: filho de Deus
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sábado, 22 de agosto de 2026

Quem é Jesus para você?


   23 de agosto de 2026.   

21º Domingo do Tempo Comum

Rezando pela Vocação dos Leigos


   Evangelho.   


Mt 16,13-20

Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e aí perguntou a seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros, que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso, eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.
20Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias.



   Meditação.   


Então Jesus lhes perguntou: “E vocês, quem dizem que eu sou?” (Mt 16, 15)

O que os outros dizem de mim me toca, de alguma forma. Se for coisa ruim, eu posso ficar com raiva, ficar triste ou posso até me deixar corrigir em alguma coisa. Se for coisa boa, eu aceito, com prazer, afaga o meu ego, mas pode também me fortalecer naquilo que já expresso de bom com minha vida. Tem gente que só aceita o que lhe convém. Mas, saber o que os outros pensam de mim pode ser bom, se servir para eu corrigir o rumo da minha vida ou me fortalecer no caminho que estou percorrendo.

Mas, não posso me guiar apenas pelo que os outros acham ou dizem. Não podemos ser gente movida pela opinião pública, influenciada pela ditadura do ‘politicamente correto’, movendo-nos apenas ao sabor das tendências do mundo de hoje. Precisamos estar atentos. A opinião pública pode ser manipulada pelos interesses de quem faz a comunicação de massa, pelas fakenews da desinformação nas redes sociais,
por ideologias perversas.

Nesse nosso mundo hiperconectado, de gente que pensa pouco e compartilha tudo o que não presta, está em gestação um tipo de cristão inseguro, ansioso, desconfiado. Não é o seu caso, claro. Inseguro, porque conhece pouco da fé cristã; ansioso, porque percebe que suas verdades estão sob cerrada crítica; e desconfiado, porque sua confiança nas instituições está abalada.

Num certo momento, Jesus quis saber o que os outros estavam dizendo sobre ele. O povo o reconhecia como um homem de Deus, na linha dos profetas. Ok. Quis saber mais: o que o seu grupo de discípulos pensava sobre ele. 'E segundo vocês, quem sou eu?' Pedro deu uma bela resposta: “Tu és o Messias, o filho do Deus vivo”. Jesus gostou do que ouviu. E reconheceu que aquilo era revelação de Deus, não simples conclusão do conhecimento humano. Ele era o Messias, o filho de Deus.

Jesus indagou, mas não se deixou influenciar pelo resultado da pesquisa; nem pelas acusações que foi colecionando nos três anos de ministério: comilão, amigo de pecadores e publicanos, infrator da Lei do sábado, aliado de Belzebu, blasfemo... Nada disso o intimidou na sua caminhada. E mesmo diante da boa resposta de Pedro, ele manteve cautela: orientou que não dissessem aquilo a ninguém. Aquela compreensão sobre ele ainda precisava ser purificada por sua paixão e morte.

Fica uma pergunta: Como Jesus conseguiu se manter firme no seu caminho, apesar da oposição que foi crescendo ao seu redor? A resposta está na montanha. Frequentemente, subia para orar, para conferir com o Pai o seu caminho e para fazer suas opções. 
É o que se pode chamar de discernimento. É preciso escutar todas as opiniões, dialogar para entendê-las e fazer-se entender e conferir a sua resposta e a dos outros com Deus, com a revelação divina. Nisto, nos ajudam a leitura orante da Palavra de Deus, o estudo da fé cristã e a oração que dá espaço à escuta de Deus.

A Igreja é de Cristo, mas é feita também de homens e mulheres, frágeis e pecadores. Jesus fez a pedra-alicerce de sua Igreja aquele discípulo que proclamou a fé verdadeira, revelada por Deus, apesar de sua fraqueza. “Sobre esta pedra, edificarei a minha Igreja”. E lhe deu as chaves do Reino dos céus: para ele, como servo fiel, abrir e fechar, ligar e desligar, isto é, cuidar da casa do Senhor com a autoridade dele.




Guardando a Mensagem

Nesses tempos em que os interesses definem que a verdade é relativa e a fé é apenas uma opinião privada, precisamos ouvir o que dizem sobre nós, mas não para nos moldar ao seu pensamento, nem para nos amesquinhar às suas intenções destruidoras da vida, da família, da casa comum. Ouvir para dialogar, para apresentar o testemunho de nossa fé, para aprender também e nos corrigir, se for o caso. Jesus constrói sua Igreja sobre homens como Pedro, que apesar de sua fraqueza, acolheu e professou a revelação de Deus. O Senhor constrói famílias santas sobre homens e mulheres que dão mais ouvido à sua voz que ao vozerio raivoso dos homens. O Senhor alicerça a construção de um novo mundo de justiça, de paz e de liberdade sobre homens e mulheres que ouvem e praticam a sua palavra.

Então Jesus lhes perguntou: “E vocês, quem dizem que eu sou?” (Mt 16, 15)

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
quiseste saber o que o povo e os teus discípulos estavam pensando e dizendo de ti. Não era uma pesquisa de mercado, na intenção de redefinir estratégicas para vender melhor o teu produto. Era um gesto de diálogo para conferir o nível de compreensão que estavam alcançando e levá-lo em conta no processo da evangelização. As opiniões dos outros de alguma forma sempre mexem conosco, sobretudo quando são maldosas, destruidoras, mal-intencionadas. Mesmo sentido tristeza, e às vezes raiva, não podemos deixar que elas nos paralisem, nos bloqueiem os passos. Isto aprendemos contigo. Contigo, também estamos aprendemos a valorizar gente de fé como Pedro, aberto ao que o Pai lhe revela. Queremos, hoje, Senhor, renovar nossos laços de amor e adesão à tua Igreja, a Igreja de Pedro, assistida pelo teu Santo Espírito. Ajuda-nos a construir famílias santas, edificadas sobre a fé da tua Igreja.
Neste domingo em que estamos rezando pela vocação dos leigos e leigas, dá-nos a graça de ser, neste mundo, a tua luz para iluminar os caminhos da família, da educação, da política, do trabalho, da economia. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a Palavra

Recentemente, lemos a parábola dos vinhateiros: todos somos chamados ao serviço da vinha do Senhor. No grande mutirão das testemunhas de Jesus no mundo, você tem seu lugar, sua participação. Hoje, pense aí, como você, enquanto leigo ou leiga, pode melhorar sua participação na missão da Igreja na família, na comunidade, na sociedade.

Comunicando

E vem shows por aí. Ontem, fiz show em Caetés, Abreu e Lima. Em Araripina, o show é no próximo sábado, dia 29. Em setembro, tem shows em Manaus, no dia 05; em Fortaleza, na Paróquia da Piedade, no dia 11; em Jaboatão, na Romaria da Família Salesiana, no dia 20. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb





sábado, 14 de janeiro de 2023

Todo o evangelho nos aponta Jesus, para que o acolhamos, o amemos e o sigamos

 


15 de janeiro de 2023

2º Domingo do Tempo Comum

Dia Missionário da AMA 

EVANGELHO


Jo 1,35-42

Naquele tempo, 35João estava de novo com dois de seus discípulos 36e, vendo Jesus passar, disse: “Eis o Cordeiro de Deus!” 37Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus. 38Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: “O que estais procurando?” Eles disseram: “Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?” 39Jesus respondeu: “Vinde ver”. Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde.40André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus. 41Ele foi encontrar primeiro seu irmão Simão e lhe disse: “Encontramos o Messias” (que quer dizer: Cristo). 42Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas” (que quer dizer: Pedra). 

MEDITAÇÃO


Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo (Jo 1, 33)

E chegamos ao segundo Domingo do Tempo Comum. A Palavra de Deus nos revela quem é Jesus. Ele é o servo de Deus, com a missão de ser luz para as nações (Isaías 49). Ele é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1). Ele é o Filho de Deus, habitado pelo Espírito do Senhor (João 1). 

A Palavra de Deus também nos revela quem somos nós. Nós fomos batizados com o Espírito Santo (João 1), assim, somos filhos de Deus. Nós fomos santificados em Cristo Jesus (1 Coríntios 1), assim somos chamados a ser santos, a viver em comunhão com Deus e em obediência à sua vontade. 

A Palavra do Senhor nos aponta a pessoa de Jesus. Os evangelhos são testemunhos sobre Jesus, para que nós o conheçamos, para que o acolhamos. E mesmo o Antigo Testamento é lido pelos cristãos na perspectiva da revelação da pessoa de Jesus, o Messias prometido e já figurado na atuação dos sábios, dos profetas e dos reis. A Escritura nos aponta a pessoa de Jesus.

A missão de João Batista foi preparar o povo para receber Jesus. O ponto alto de sua missão foi indicar Jesus ao seu povo, apontar-lhe o Messias ali presente. “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”. O grande testemunho de João sobre Jesus foi esse: ‘Ele é o Filho de Deus’.

Podemos dizer assim: todo o evangelho é um João Batista indicando Jesus. O que os evangelhos querem é exatamente apresentar Jesus para que sejamos seus seguidores. Seguir Jesus é tomá-lo como modelo de vida, é tornar-se seu discípulo, para aprender a viver como ele. Os evangelhos nos convidam ao seguimento de Jesus.

João Batista, os evangelhos, os missionários nos apontam Jesus. “Eis o cordeiro de Deus”. Nós, em atenção a esta palavra, nos pomos no seguimento dele. Seguir Jesus é toma-lo como nosso Mestre, nosso orientador, nosso guia. É abraçar o seu evangelho, os seus ensinamentos. Seguir Jesus é acolher o seu sacrifício salvador na cruz, acolhendo a salvação que ele nos alcançou, o dom de, agora, sermos filhos de Deus. Seguir Jesus é pôr-se a caminho com ele, imitando seu modo humano de amar e servir, acolhendo-o como caminho, verdade e vida. E, claro, integrar-se no grupo dos discípulos que o seguem e cultivam a sua memória, a sua Igreja. Assim, nos tornamos discípulos do Senhor, seus seguidores.


Guardando a mensagem

Nós até que temos bastante informações sobre Jesus. Nós temos, inclusive, ouvido diariamente o seu evangelho. Mas, a Palavra nos aponta Jesus para o seguirmos. Nossa resposta à Palavra de Deus proclamada é nos tornarmos seguidores de Jesus. Segui-lo é tomá-lo como nosso mestre, nosso guia. Segui-lo é imitá-lo no seu amor e na sua fidelidade ao Pai e ao seu povo. Segui-lo é tomar cada dia a cruz de nossas dificuldades e lutas e subir o calvário com ele. E ressuscitar com ele, em cada vitória, em cada conquista, em cada etapa vencida. Nisso consiste a santidade, isto é, em vivermos habitados por sua graça, pelo Espírito Santo, sermos seus seguidores na normalidade de nossas vidas.

Aquele sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, este é quem batiza com o Espírito Santo (Jo 1, 33)

Rezando a palavra

Senhor Jesus, 
João Batista, no auge do seu trabalho de preparação do povo para te receber, te revelou como cordeiro de Deus, como aquele que iria batizar com o Espírito Santo, como Filho de Deus. Esse testemunho, nós o temos recebido pela pregação, pela meditação bíblica, pela evangelização. Senhor, que a nossa resposta à Palavra seja o teu seguimento, como nosso mestre, modelo e guia. São muitas as dificuldades que aparecem no nosso caminho, tentando nos afastar do teu seguimento. Às vezes, pensamos em deixar esse chamado à santidade para alguém mais esforçado e nos contentarmos com o mais ou menos, com uma vida cristã desidratada, claudicante. Que o teu Santo Espírito, que age em nós nos movendo para a comunhão contigo, não nos deixe esmorecer, nem desistir, nem trair esta sagrada vocação de filhos de Deus. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Além de ler o evangelho de hoje, no seu momento de oração pessoal, peça a Deus a graça de ser fiel no seguimento de Jesus.

Comunicando

Hoje, 15 de janeiro, ocorre o Dia Missionário mensal da AMA. A AMA é a nossa Associação Missionária Amanhecer. O Dia Missionário é uma jornada de oração e animação na missão que levamos juntos, nos meios de comunicação. E eu tenho dois convites para você neste dia missionário. O primeiro,  você baixar a atualização do aplicativo da Rádio Amanhecer, no seu celular. É bom desinstalar o aplicativo atual e baixar o novo. O segundo, pense se não está na hora de você também inscrever-se na AMA. Para isto, fale com a gente pelo whatsapp 81 3224-9284.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

quinta-feira, 22 de março de 2018

AS PEDRAS E AS OBRAS


Por ordem do Pai, mostrei a vocês muitas obras boas. Por qual delas vocês querem me apedrejar? (Jo 10, 32)
23 de março de 2018.
Estamos já no 38º dia da Quaresma. Domingo já é o Domingo de Ramos. E o que celebramos na Semana Santa? Claro, o imenso amor de Deus que se manifestou na morte redentora de Jesus, pela qual nos reconciliou e nos uniu a si e ao Pai. Mas, no drama da paixão, não aparece só o amor fiel de Deus e a fidelidade do seu filho Jesus. Aparece também o pecado do ser humano, sua maldade, sua rejeição ao projeto de Deus. Foi isso precisamente que levou Jesus à cruz.
Olha o evangelho de hoje. Eles acham que Jesus está pecando gravemente, blasfemando, ao equiparar-se a Deus, ao revelar sua identidade de Filho de Deus. É só mais uma forma de expressar a sua rejeição profunda e total a Jesus. Já o tinham censurado sobre o seu comportamento com relação ao sábado. Já o tinham condenado por sua convivência com os marginalizados, os publicanos, as pessoas mal vistas por sua lei religiosa. Eles realmente não suportavam Jesus. A perseguição vinha crescendo lentamente. Só estava faltando uma oportunidade para darem cabo dele. Na cena de hoje, já estão de pedras na mão para apedrejá-lo.
Mas, você me diga uma coisa: por que esse ódio, essa violência toda? O que é isso no coração dessa gente que os cega à ação de Deus, tão clara na pessoa de Jesus? Na verdade, esses opositores são os dirigentes, as lideranças do povo, segundo o evangelho de São João. Eles têm interesses a defender. Vêem Jesus como uma ameaça. O que os incomoda? Incomoda a sua pregação, porque anuncia o Reino de Deus que chegou como novo tempo de reconciliação e fraternidade. Incomodam suas atitudes de atenção e defesa dos marginalizados e sofredores. Incomoda sua denúncia sobre a comercialização da fé no Templo. Incomodam suas curas, seus milagres, as histórias que contam sobre ele. Em cada história dessas, Jesus está libertando pessoas da cegueira, da exclusão, da paralisia, da morte. É, é o pecado que os cega. Embora, falem em nome de Deus, estão agindo contra Deus, negando-se a acolher a Palavra de Deus proclamada por Jesus e a própria Palavra feita carne que é Jesus.
Estão armados de pedras. Querem apedrejá-lo. Mas, Jesus continua dialogando, explicando, revelando-se. Algum ali há de entender, de abrir o coração. Às pedras deles, Jesus opõe as suas obras. Não crêem em sua palavra, tudo bem. Então, creiam nas obras que faz. Elas são ações em continuidade com a obra do Deus criador. Lembra que ele disse: “Meu pai trabalha e eu também trabalho”?  As obras manifestam que o Pai está com ele, que age nele.
Vamos guardar a mensagem
As pedras representam a violência que produz a morte. Eles estão prontos para o apedrejamento do inocente. Estão no pecado, afastaram-se de Deus, mesmo invocando o seu nome. Reagem violentamente contra o enviado de Deus. O pecado gera morte. Honram o deus da cabeça deles, mas na verdade, utilizam-se do nome de Deus em favor dos seus interesses. As obras, invocadas por Jesus, são suas ações que geram vida. Elas vêm de Deus, elas manifestam o amor vivificador de Deus. As obras confirmam as suas palavras. Elas manifestam decididamente o projeto de salvação de Deus. O que está nos dizendo o evangelho de hoje? Está nos convidando à conversão. As pedras são sinais da morte que o pecado gera. As obras são sinais da vida plena que Jesus nos trouxe. Passemos da morte para a vida. Acolhamos Jesus. Convertamo-nos!
Por ordem do Pai, mostrei a vocês muitas obras boas. Por qual delas vocês querem me apedrejar? (Jo 10, 32)
Vamos rezar a Palavra
Senhor Jesus,
Uma vez lançaste um desafio. Queriam apedrejar a mulher adúltera. “Quem não tiver pecados, atire a primeira pedra”. Foram soltando as pedras, bem devagar e se retirando, envergonhados. Não ficou um pra contar a história. Somos todos pecadores. E este é o tempo da graça, do perdão. Queres nos conceder a vida nova, que vem pela grande obra de tua morte redentora. Mas, só nos desarmando, reconhecendo nosso pecado, abrindo o coração para a conversão podemos receber a vida nova que nos alcançaste na cruz. Dá-nos, Senhor, a graça da conversão. Não as pedras, a violência. Mas, a acolhida amorosa de tuas obras, de tua grande obra: a salvação. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.
Vamos viver a Palavra
Não tem jeito. Você vai precisar ler a passagem de hoje na sua Bíblia: João 10, 31-42. E fazer uma conta. A conta é só pra você ficar atento ao texto. Quantas vezes aparecem as palavras pedras ou apedrejar e obras? Podendo, me mande o resultado de sua pesquisa. Amanhã, você confere aqui a sua resposta.
Pe. João Carlos Ribeiro – 22.03.2018

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