O Papa foi corajoso. Rompeu com uma tradição bimilenar. Temos apenas o registro da renúncia do Papa Celestino V, um monge que foi eleito Papa e renunciou após alguns meses de ministério, há 700 anos atrás. No final do mandato do Papa João Paulo II, chegamos a pensar que ele iria renunciar, dada a grave situação de saúde em que se encontrava. Visivelmente debilitado, suas últimas aparições nos deixavam penalizados. Torcíamos que ele apresentasse a renúncia, que não ficasse preso à tradição pela qual os Papas morrem no cargo, como os reis do passado. O Código de Direito Canônico, em sua nova formulação, permite que o Papa renuncie, na condição de que o faça livre de coações, em condição de plena liberdade. Bento XVI foi corajoso.
Neste mês de março, a Igreja está rezando pelo desarmamento e pela paz.
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