BLOG DO PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO: Mateus
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domingo, 20 de setembro de 2026

Um discípulo bem parecido comigo.



   21 de setembro de 2026  

Dia de São Mateus, apóstolo e evangelista


   Evangelho.   


Mt 9,9-13

Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus.
10Enquanto Jesus estava à mesa, na casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?”
12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

   Meditação.   


Ele se levantou e seguiu Jesus (Mt 9, 9)

Como hoje é dia do apóstolo e evangelista São Mateus, a liturgia nos brinda com uma passagem bíblica muito especial, onde podemos meditar sobre o chamado de Jesus a Mateus e a cada um de nós.

A escolha de Jesus foi surpreendente. Ele chamou um cobrador de impostos para segui-lo, para fazer parte do seu grupo. Um cobrador de impostos? Pois é, este era o tipo de gente detestada, porque arrancava o dinheiro do povo em favor dos dominadores romanos. Estavam a serviço dos pagãos, eram, portanto, tidos como traidores e impuros. E ainda assim, Jesus o chamou. “Segue-me”. O homem vê a cara, mas Deus vê o coração. Jesus o chamou para ser seu discípulo. Ele mesmo explicou depois: “eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

A resposta de Mateus também foi surpreendente, foi imediata e generosa. Ele se levantou e seguiu Jesus. Deixou a sua posição cômoda, seu emprego de funcionário de uma rede de serviço associado ao Império e seguiu Jesus. Estava sentado na coletoria de impostos e levantou-se, acompanhando Jesus prontamente. E mais: deu um jantar em sua casa para Jesus e seus discípulos e convidou seus amigos de profissão, razão de escândalo e crítica para os fariseus. Mateus, desta forma, está homenageando seu Mestre e aproximando-o de outros pecadores como ele. Seu exemplo certamente levou outros a abraçarem o convite de Jesus, tornando-se discípulos do Reino de Deus.

Ele era um funcionário, trabalhava coletando impostos para os romanos, profissão mal vista pelo seu povo. Deixou tudo. Tudo o quê? Tudo o que representava segurança, estabilidade, ser um elo na rede de arrecadação de impostos. Largou isso. Deu outro rumo à sua vida. Zaqueu também era um cobrador de impostos, mal afamado. Ao que parece, ele não deixou a sua profissão, como Levi, mas também deu novo rumo a ela. Prometeu reparar a quem prejudicou. Vá então pensando no seu caso. Deixar tudo pode significar dar um rumo novo ao seu trabalho, à sua profissão, ao seu casamento.





Guardando a mensagem

Jesus chamou um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Fez dele um apóstolo. Mateus, o convidado, aceitou com prontidão e generosidade o convite. E logo arrumou um jeito de colocar Jesus em contato com seus colegas de profissão. E qual é a lição que você pode tirar desse evangelho? Bom, não aja como um fariseu, se escandalizando porque Jesus continua se misturando com os pecadores e os convidando a se tornarem seus discípulos. Ele veio para chamar os pecadores. Encante-se com Jesus, que age de uma forma assim tão surpreendente. E mais: reconheça que também você é um pecador, uma pecadora que precisa se levantar de seu comodismo, de sua zona de conforto para por o pé na estrada, na companhia de Jesus. E prepare-se para enfrentar a língua dos fariseus, porque de fariseu o mundo está cheio.

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
a prontidão de Mateus em largar tudo e te seguir nos encanta. Chamado, não ficou protelando a sua adesão. Entendendo que o convite para te seguir comportava largar aquele vínculo de serviço ao Império como cobrador de impostos e a segurança do seu emprego, ele soube largar tudo, sem demora, nem desculpas. É um exemplo para nós, Senhor, esse teu apóstolo e evangelista. Também nos encanta o fato de tu, Senhor, não o teres discriminado por sua condição de colaborador dos romanos, mas o teres convocado para a missão, ao teu lado. Precisamos aprender contigo, Senhor, a dar valor às pessoas. Precisamos aprender com Mateus a responder com generosidade ao teu chamado. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Será uma boa homenagem ao evangelista festejado hoje. Estou lhe enviando, pelo WhatsApp, um teste de cinco perguntas sobre o Evangelho de São Mateus. É só você marcar as respostas certas. O gabarito está junto com o texto da Meditação no meu Blog. Teste aí seus conhecimentos bíblicos. 

Comunicando

E o Mês da Bíblia vai prosseguindo. O nosso curso bíblico sobre o Livro do Profeta Daniel chega hoje à 5ª aula, a tempo de você ainda poder se integrar e caminhar conosco nesse estudo. Assim, vou lhe esperar às 20 horas, no meu Canal do YouTube para a aula de hoje. Para inscrever-se, entre em contato pelo WhatsApp da AMA: 81 8239-6686.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb


 


Evangelho de São Mateus: Vida e Parábolas de Jesus (marque as respostas certas)


https://forms.gle/iQb9V


Gabarito 

  1. Resposta Correta: C (Bem-aventurados os pobres em espírito...).
  2. Resposta Correta: C (Os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a Palavra).
  3. Resposta Correta: B (Magos do Oriente; Herodes ficou alarmado...).
  4. Resposta Correta: A (Ele paga o mesmo valor a todos...).
  5. Resposta Correta: B ("Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.")                                                                                                                                                                                             

sábado, 6 de junho de 2026

O evangelho renova o mundo.


  07 de junho de 2026  

10º Domingo do Tempo Comum


  Evangelho. 


Mt 9,9-13

Naquele tempo, 9 Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: "Segue-me!" Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10 Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11 Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: "Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?" 12 Jesus ouviu a pergunta e respondeu: "Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13 Aprendei, pois, o que significa: 'Quero misericórdia e não sacrifício'. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores".

 

  Meditação. 


Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos (Mt 9, 10)

No tempo de Jesus, o povo detestava os cobradores de impostos. Certo, ninguém gosta de pagar imposto. E esses tais cobravam impostos para o império romano que dominava o mundo judeu. Pagar imposto aos romanos era um atestado de reconhecimento da dominação estrangeira sobre eles, uma humilhação. Com dois agravantes. Primeiro, essa dominação era de um povo pagão. E os hebreus evitavam qualquer aproximação dos pagãos, por considerá-los impuros. Não se entrava na casa de um pagão. Não se comia com um pagão. E segundo: os cobradores de impostos estavam autorizados a arrancar o quanto pudessem da população. Assim, facilmente se enriqueciam. 

Um judeu se passar a ser cobrador de impostos para os romanos passava a ser uma pessoa mal-vista, detestada. Ficava logo isolada, pois a sua aproximação dos pagãos era um sinal de impureza. Assim, ninguém devia ser amigo deles, nem comer com eles.  Eram chamados de pecadores públicos, publicanos, escória da sociedade.

Mas Jesus tinha um discípulo que era cobrador de impostos: Mateus.  Aliás, foi Jesus quem pessoalmente o convidou a segui-lo, quando ele estava trabalhando na coletoria de impostos. E mais: Jesus, acompanhado dos seus discípulos, participou de uma refeição com Mateus e outros cobradores de impostos e publicanos, na casa dele. 

Nesse fato, vemos com clareza como Jesus se move dentro desse horizonte acanhado que discriminava os pagãos e marginalizava os cobradores de impostos e outros profissionais. E como o Reino de Deus que ele anuncia integra, aproxima e põe na mesma mesa todos os filhos de Deus. 

Claro, a mentalidade do antigo povo de Deus não era essa. Assim, na cena entram os fariseus. Eles se escandalizam com essa atitude de Jesus. E cobram explicações aos discípulos. “Por que o Mestre de vocês come com os cobradores de impostos e pecadores?”. Eles, os fariseus, são os justos, os praticantes da Lei. Os outros são os pecadores, ignorantes, infiéis, impuros. 

A resposta de Jesus foi maravilhosa: “Quem tem saúde, não precisa de médico. Os doentes, sim, estes é que precisam de médico. Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores’. Os fariseus se achavam justos, justificados pela prática da Lei. Não precisavam de médico. 



Guardando a mensagem

A comunidade de Jesus (a sua Igreja) aprende com ele a acolher, integrar, fazer comunhão com todos os irmãos e irmãs, sem discriminação. Quando as comunidades se espalharam pelo mundo romano, não foi fácil viverem a comunhão na mesa e na eucaristia com os não-judeus. Assim, esse evangelho era sempre recordado, para mostrar como Jesus agia. Vivemos numa sociedade com grande desigualdade social. Como cristãos, precisamos vencer essas diferenças, para amar e acolher a todos como irmãos, reconhecendo em cada um, em cada uma a dignidade de filho de Deus, de filha de Deus. A igualdade social baseia-se no reconhecimento da dignidade do outro. Essa é a base da construção de uma sociedade renovada pelo evangelho. 

Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos  (Mt 9, 10)

Rezando a palavra


Senhor Jesus,
quando muitos olham para o outro com olhar de superioridade, julgando-se mais santos, mais capazes, mais importantes, tu chamas Mateus, um cobrador de impostos, um cidadão discriminado por sua colaboração com os romanos; tu o chamas para te seguir, para ser teu apóstolo. Quando muitos se isolam em nome de sua santidade ou da ameaça que o outro possa representar, tu te sentas à mesa com os cobradores de impostos e pecadores, fazes comunhão com eles. Continua, Senhor, a nos lembrar o ensinamento dos profetas: “Deus quer a misericórdia, não o sacrifício”, isto é, Deus quer o amor, a caridade mais que ritos religiosos. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Leia o evangelho de hoje (Mt 9, 9-13) e procure entender o convite de Jesus pra você: “Siga-me!”.

Comunicando

Para me encontrar nas redes sociais (YouTube, Instagram,Tiktok, Facebook, Spotify, etc.), é só procurar Padre João Carlos. Padre, por extenso.

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb



quinta-feira, 3 de julho de 2025

Uma sociedade renovada pelo evangelho.


  04 de julho de 2025.  

Sexta-feira da 13ª Semana do Tempo Comum

Dia de Santa Isabel de Portugal

1a. Sexta-feira do mês 


  Evangelho. 


Mt 9,9-13

Naquele tempo, 9 Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: "Segue-me!" Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10 Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11 Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: "Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?" 12 Jesus ouviu a pergunta e respondeu: "Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13 Aprendei, pois, o que significa: 'Quero misericórdia e não sacrifício'. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores".

 

  Meditação. 


Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos (Mt 9, 10)

No tempo de Jesus, o povo detestava os cobradores de impostos. Certo, ninguém gosta de pagar imposto. E esses tais cobravam impostos para o império romano que dominava o mundo judeu. Pagar imposto aos romanos era um atestado de reconhecimento da dominação estrangeira sobre eles, uma humilhação. Com dois agravantes. Primeiro, essa dominação era de um povo pagão. E os hebreus evitavam qualquer aproximação dos pagãos, por considerá-los impuros. Não se entrava na casa de um pagão. Não se comia com um pagão. E segundo: os cobradores de impostos estavam autorizados a arrancar o quanto pudessem da população. Assim, facilmente se enriqueciam. 

Um judeu se passar a ser cobrador de impostos para os romanos passava a ser uma pessoa mal-vista, detestada. Ficava logo isolada, pois a sua aproximação dos pagãos era um sinal de impureza. Assim, ninguém devia ser amigo deles, nem comer com eles.  Eram chamados de pecadores públicos, publicanos, escória da sociedade.

Mas Jesus tinha um discípulo que era cobrador de impostos: Mateus.  Aliás, foi Jesus quem pessoalmente o convidou a segui-lo, quando ele estava trabalhando na coletoria de impostos. E mais: Jesus, acompanhado dos seus discípulos, participou de uma refeição com Mateus e outros cobradores de impostos e publicanos, na casa dele. 

Nesse fato, vemos com clareza como Jesus se move dentro desse horizonte acanhado que discriminava os pagãos e marginalizava os cobradores de impostos e outros profissionais. E como o Reino de Deus que ele anuncia integra, aproxima e põe na mesma mesa todos os filhos de Deus. 

Claro, a mentalidade do antigo povo de Deus não era essa. Assim, na cena entram os fariseus. Eles se escandalizam com essa atitude de Jesus. E cobram explicações aos discípulos. “Por que o Mestre de vocês come com os cobradores de impostos e pecadores?”. Eles, os fariseus, são os justos, os praticantes da Lei. Os outros são os pecadores, ignorantes, infiéis, impuros. 

A resposta de Jesus foi maravilhosa: “Quem tem saúde, não precisa de médico. Os doentes, sim, estes é que precisam de médico. Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores’. Os fariseus se achavam justos, justificados pela prática da Lei. Não precisavam de médico. 



Guardando a mensagem

A comunidade de Jesus (a sua Igreja) aprende com ele a acolher, integrar, fazer comunhão com todos os irmãos e irmãs, sem discriminação. Quando as comunidades se espalharam pelo mundo romano, não foi fácil viverem a comunhão na mesa e na eucaristia com os não-judeus. Assim, esse evangelho era sempre recordado, para mostrar como Jesus agia. Vivemos numa sociedade com grande desigualdade social. Como cristãos, precisamos vencer essas diferenças, para amar e acolher a todos como irmãos, reconhecendo em cada um, em cada uma a dignidade de filho de Deus, de filha de Deus. A igualdade social baseia-se no reconhecimento da dignidade do outro. Essa é a base da construção de uma sociedade renovada pelo evangelho. 

Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos  (Mt 9, 10)

Rezando a palavra


Senhor Jesus,
quando muitos olham para o outro com olhar de superioridade, julgando-se mais santos, mais capazes, mais importantes, tu chamas Mateus, um cobrador de impostos, um cidadão discriminado por sua colaboração com os romanos; tu o chamas para te seguir, para ser teu apóstolo. Quando muitos se isolam em nome de sua santidade ou da ameaça que o outro possa representar, tu te sentas à mesa com os cobradores de impostos e pecadores, fazes comunhão com eles. Continua, Senhor, a nos lembrar o ensinamento dos profetas: “Deus quer a misericórdia, não o sacrifício”, isto é, Deus quer o amor, a caridade mais que ritos religiosos. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Leia o evangelho de hoje (Mt 9, 9-13) e procure entender o convite de Jesus pra você: “Siga-me!”.

Comunicando

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Pe. João Carlos Ribeiro, sdb


sexta-feira, 20 de setembro de 2024

O apóstolo e evangelista São Mateus.


   21 de setembro de 2024   

Dia de São Mateus, apóstolo e evangelista


   Evangelho.   


Mt 9,9-13

Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus.
10Enquanto Jesus estava à mesa, na casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos. 11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?”
12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

   Meditação.   


Ele se levantou e seguiu Jesus (Mt 9, 9)

Como hoje é dia do apóstolo e evangelista São Mateus, a liturgia nos brinda com uma passagem bíblica muito especial, onde podemos meditar sobre o chamado de Jesus a Mateus e a cada um de nós.

A escolha de Jesus foi surpreendente. Ele chamou um cobrador de impostos para segui-lo, para fazer parte do seu grupo. Um cobrador de impostos? Pois é, este era o tipo de gente detestada, porque arrancava o dinheiro do povo em favor dos dominadores romanos. Estavam a serviço dos pagãos, eram, portanto, tidos como traidores e impuros. E ainda assim, Jesus o chamou. “Segue-me”. O homem vê a cara, mas Deus vê o coração. Jesus o chamou para ser seu discípulo. Ele mesmo explicou depois: “eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

A resposta de Mateus também foi surpreendente, foi imediata e generosa. Ele se levantou e seguiu Jesus. Deixou a sua posição cômoda, seu emprego de funcionário de uma rede de serviço associado ao Império e seguiu Jesus. Estava sentado na coletoria de impostos e levantou-se, acompanhando Jesus prontamente. E mais: deu um jantar em sua casa para Jesus e seus discípulos e convidou seus amigos de profissão, razão de escândalo e crítica para os fariseus. Mateus, desta forma, está homenageando seu Mestre e aproximando-o de outros pecadores como ele. Seu exemplo certamente levou outros a abraçarem o convite de Jesus, tornando-se discípulos do Reino de Deus.

Ele era um funcionário, trabalhava coletando impostos para os romanos, profissão mal vista pelo seu povo. Deixou tudo. Tudo o quê? Tudo o que representava segurança, estabilidade, ser um elo na rede de arrecadação de impostos. Largou isso. Deu outro rumo à sua vida. Zaqueu também era um cobrador de impostos, mal afamado. Ao que parece, ele não deixou a sua profissão, como Levi, mas também deu novo rumo a ela. Prometeu reparar a quem prejudicou. Vá então pensando no seu caso. Deixar tudo pode significar dar um rumo novo ao seu trabalho, à sua profissão, ao seu casamento.




Guardando a mensagem

Jesus chamou um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Fez dele um apóstolo. Mateus, o convidado, aceitou com prontidão e generosidade o convite. E logo arrumou um jeito de colocar Jesus em contato com seus colegas de profissão. E qual é a lição que você pode tirar desse evangelho? Bom, não aja como um fariseu, se escandalizando porque Jesus continua se misturando com os pecadores e os convidando a se tornarem seus discípulos. Ele veio para chamar os pecadores. Encante-se com Jesus, que age de uma forma assim tão surpreendente. E mais: reconheça que também você é um pecador, uma pecadora que precisa se levantar de seu comodismo, de sua zona de conforto para por o pé na estrada, na companhia de Jesus. E prepare-se para enfrentar a língua dos fariseus, porque de fariseu o mundo está cheio.

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
a prontidão de Mateus em largar tudo e te seguir nos encanta. Chamado, não ficou protelando a sua adesão. Entendendo que o convite para te seguir comportava largar aquele vínculo de serviço ao Império como cobrador de impostos e a segurança do seu emprego, ele soube largar tudo, sem demora, nem desculpas. É um exemplo para nós, Senhor, esse teu apóstolo e evangelista. Também nos encanta o fato de tu, Senhor, não o teres discriminado por sua condição de colaborador dos romanos, mas o teres convocado para a missão, ao teu lado. Precisamos aprender contigo, Senhor, a dar valor às pessoas. Precisamos aprender com Mateus a responder com generosidade ao teu chamado. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

Sendo hoje dia do apóstolo e evangelista Mateus, fica bem você pegar sua Bíblia e ler nela essa passagem com muita atenção: Mateus 9, 9-13. 

Comunicando

Amanhã, acontece, em Jaboatão, área metropolitana do Recife, a Romaria da Família Salesiana ao Santuário Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora. “Eu te darei a Mestra” é o tema desta 81ª romaria.

E, ontem, terminou o nosso curso bíblico. Deixou saudades. Agora, é receber o certificado e guardá-lo com carinho. Guardar a bíblia, não. O curso nos ajuda a aumentar nossa intimidade com o texto bíblico e ter mais elementos para compreender a mensagem que a Palavra traz para nós, hoje. Uma boa notícia: segunda, tem mais. Segunda, faremos um encontro extra. Você já está convidado(a).

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb


quinta-feira, 4 de julho de 2024

Uma nova direção para a minha vida.

 



   05 de julho de 2024.   

Sexta-feira da 13ª Semana do Tempo Comum

    Evangelho.    


Mt 9,9-13

Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.
11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.


    Meditação.   


Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

A escolha de Jesus foi surpreendente. Ele chamou um cobrador de impostos para segui-lo, para fazer parte do seu grupo. Um cobrador de impostos? Pois é, este era o tipo de gente detestada, porque arrancava o dinheiro do povo em favor dos dominadores romanos. Estavam a serviço dos pagãos, eram, portanto, tidos como traidores e impuros. E ainda assim, Jesus o chamou. “Segue-me”. O homem vê a cara, mas Deus vê o coração. Jesus o chamou para ser seu discípulo. Ele mesmo explicou depois: “eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

A resposta de Mateus também foi surpreendente, foi imediata e generosa. Ele se levantou e seguiu Jesus. Deixou a sua posição cômoda, seu emprego de funcionário de uma rede a serviço do Império e seguiu Jesus. Estava sentado na coletoria de impostos e levantou-se, acompanhando Jesus prontamente. E mais: deu um jantar em sua casa para Jesus e seus discípulos e convidou seus colegas de profissão. Ist o foi razão de escândalo e crítica para os fariseus. Mateus, desta forma, está homenageando seu Mestre e aproximando-o de outros pecadores como ele. Seu exemplo certamente levou outros a abraçarem o convite de Jesus, tornando-se discípulos do Reino de Deus.

Ele era um funcionário, trabalhava coletando impostos para os romanos, profissão mal vista pelo seu povo. Deixou tudo. Tudo o quê? Tudo o que representava segurança, estabilidade, ser um elo na rede de arrecadação de impostos. Largou isso. Deu outro rumo à sua vida. Zaqueu também era um cobrador de impostos, e mal afamado. Ao que parece, ele não deixou a sua profissão, como Mateus, mas também deu novo rumo a ela. Prometeu reparar a quem prejudicara. Vá, então, pensando no seu caso. Deixar tudo pode significar dar um rumo novo ao seu trabalho, à sua profissão, ao seu casamento.

O seguimento de Cristo não é um detalhe em nossa existência. É um novo rumo que damos à nossa vida, uma nova direção. Seguir Jesus é a nossa resposta ao chamado que Deus nos faz. O próprio Jesus nos convida: "Segue-me". Segui-lo é permitir que ele vá à frente, é acompanhá-lo com a docilidade de um discípulo, de um aprendiz. É tê-lo como mestre. E, com ele, não aprendemos apenas as coisas espirituais. Pelo seu Santo Espírito, ele nos guia na direção que damos à nossa profissão, à nossa vida familiar, às nossas opções de vida. 




Guardando a mensagem

Jesus chamou um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Fez dele um apóstolo. Mateus, o convidado, aceitou com prontidão e generosidade o convite. E logo arrumou um jeito de colocar Jesus em contato com seus colegas de profissão. E qual é a lição que você pode tirar desse evangelho? Bom, não aja como um fariseu, se escandalizando porque Jesus continua se misturando com os pecadores e os convidando a se tornarem seus discípulos. Ele veio para chamar os pecadores. Encante-se com Jesus, que age de uma forma assim tão surpreendente. E mais: Reconheça que também você é um pecador, uma pecadora que precisa se levantar de seu comodismo, de sua zona de conforto para por o pé na estrada, na companhia de Jesus. E prepare-se para enfrentar a língua dos fariseus, porque de fariseu o mundo está cheio.

Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
a prontidão de Mateus em largar tudo e te seguir nos encanta. Chamado, não ficou protelando a sua adesão. Entendendo que o convite para te seguir comportava largar aquele vínculo de serviço ao Império como cobrador de impostos e a segurança do seu emprego, ele soube largar tudo, sem demora, nem desculpas. É um exemplo para nós, Senhor, esse teu apóstolo e evangelista. Também nos encanta o fato de tu, Senhor, não o teres discriminado por sua condição de colaborador dos romanos, mas o teres convocado para a missão, ao teu lado. Precisamos aprender contigo, Senhor, a dar valor às pessoas, fugindo de preconceitos e de qualquer discriminação. E precisamos aprender com Mateus a responder com generosidade ao teu chamado. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

No seu caderno espiritual, responda: ‘Como tem sido a minha resposta ao chamado de Jesus?’

Comunicando

Em minha passagem aqui em São Paulo, ontem, foi um dia dedicado à Canção Nova, em Cachoeira Paulista. Hoje, os compromissos são em Aparecida do Norte, na TV e na Rádio. 

Amanhã, sábado, estarei, na parte da manhã, na Expo-Católica, nos stands da Rádio 9 de julho e da Rede Vida. A Expo-Católica é uma grande feira de produtos e serviços católicos, que está acontecendo em São Paulo.  

Amanhã, à noite, e domingo pela manhã, celebro a Santa Missa na Paróquia N. Sra. de Fátima, na cidade de Guarujá. No domingo à noite, a celebração será na Paróquia de N. Sra. das Graças da cidade de Praia Grande. Nas duas cidades, vou encontrar ouvintes da Rádio Boa Nova de Praia Grande. 

Segunda-feira, encontro os ouvintes da Rádio 9 de julho, em Missa na Catedral da Sé, em São Paulo, ao meio dia. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

quinta-feira, 6 de julho de 2023

A sua resposta também precisa ser generosa.

 



   07 de julho de 2023.   

Sexta-feira da 13ª Semana do Tempo Comum

    Evangelho.    


Mt 9,9-13

Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.
11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.


    Meditação.   


Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

A escolha de Jesus foi surpreendente. Ele chamou um cobrador de impostos para segui-lo, para fazer parte do seu grupo. Um cobrador de impostos? Pois é, este era o tipo de gente detestada, porque arrancava o dinheiro do povo em favor dos dominadores romanos. Estavam a serviço dos pagãos, eram, portanto, tidos como traidores e impuros. E ainda assim, Jesus o chamou. “Segue-me”. O homem vê a cara, mas Deus vê o coração. Jesus o chamou para ser seu discípulo. Ele mesmo explicou depois: “eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

A resposta de Mateus também foi surpreendente, foi imediata e generosa. Ele se levantou e seguiu Jesus. Deixou a sua posição cômoda, seu emprego de funcionário de uma rede a serviço do Império e seguiu Jesus. Estava sentado na coletoria de impostos e levantou-se, acompanhando Jesus prontamente. E mais: deu um jantar em sua casa para Jesus e seus discípulos e convidou seus colegas de profissão. Ist o foi razão de escândalo e crítica para os fariseus. Mateus, desta forma, está homenageando seu Mestre e aproximando-o de outros pecadores como ele. Seu exemplo certamente levou outros a abraçarem o convite de Jesus, tornando-se discípulos do Reino de Deus.

Ele era um funcionário, trabalhava coletando impostos para os romanos, profissão mal vista pelo seu povo. Deixou tudo. Tudo o quê? Tudo o que representava segurança, estabilidade, ser um elo na rede de arrecadação de impostos. Largou isso. Deu outro rumo à sua vida. Zaqueu também era um cobrador de impostos, e mal afamado. Ao que parece, ele não deixou a sua profissão, como Mateus, mas também deu novo rumo a ela. Prometeu reparar a quem prejudicara. Vá, então, pensando no seu caso. Deixar tudo pode significar dar um rumo novo ao seu trabalho, à sua profissão, ao seu casamento.


Guardando a mensagem

Jesus chamou um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Fez dele um apóstolo. Mateus, o convidado, aceitou com prontidão e generosidade o convite. E logo arrumou um jeito de colocar Jesus em contato com seus colegas de profissão. E qual é a lição que você pode tirar desse evangelho? Bom, não aja como um fariseu, se escandalizando porque Jesus continua se misturando com os pecadores e os convidando a se tornarem seus discípulos. Ele veio para chamar os pecadores. Encante-se com Jesus, que age de uma forma assim tão surpreendente. E mais: Reconheça que também você é um pecador, uma pecadora que precisa se levantar de seu comodismo, de sua zona de conforto para por o pé na estrada, na companhia de Jesus. E prepare-se para enfrentar a língua dos fariseus, porque de fariseu o mundo está cheio.

Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
a prontidão de Mateus em largar tudo e te seguir nos encanta. Chamado, não ficou protelando a sua adesão. Entendendo que o convite para te seguir comportava largar aquele vínculo de serviço ao Império como cobrador de impostos e a segurança do seu emprego, ele soube largar tudo, sem demora, nem desculpas. É um exemplo para nós, Senhor, esse teu apóstolo e evangelista. Também nos encanta o fato de tu, Senhor, não o teres discriminado por sua condição de colaborador dos romanos, mas o teres convocado para a missão, ao teu lado. Precisamos aprender contigo, Senhor, a dar valor às pessoas, fugindo de preconceitos e de qualquer discriminação. E precisamos aprender com Mateus a responder com generosidade ao teu chamado. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

No seu caderno espiritual, responda: ‘Como tem sido a minha resposta ao chamado de Jesus?’

Comunicando

Todas as minhas músicas, você pode ouvi-las e até ver clipes no meu Canal do Youtube (Padre João Carlos), como também nas plataformas de streaming de música, especialmente no Spotify. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

sábado, 10 de junho de 2023

A surpresa do chamado, a generosidade da resposta




   11 de junho de 2023.  

10º Domingo do Tempo Comum


     Evangelho.    


Mt 9,9-13

Naquele tempo: 9Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus.
10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.
11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?”
12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício.’ De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.


     Meditação.    

Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

Neste 10º Domingo do Tempo Comum, a Igreja nos abre o evangelho de São Mateus, no capítulo 9, bem na cena de seu chamado. E de sua pronta resposta. Uma cena que nos coloca bem no clima do Ano Vocacional que estamos celebrando. 

A escolha de Jesus foi surpreendente. Ele chamou um cobrador de impostos para segui-lo, para fazer parte do seu grupo. Um cobrador de impostos? Pois é, este era o tipo de gente detestada, porque arrancava o dinheiro do povo em favor dos dominadores romanos. Estavam a serviço dos pagãos, eram, portanto, tidos como traidores e impuros. E ainda assim, Jesus o chamou. “Segue-me”. O homem vê a cara, mas Deus vê o coração. Jesus o chamou para ser seu discípulo. Ele mesmo explicou depois: “eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

A resposta de Mateus também foi surpreendente, foi imediata e generosa. Ele se levantou e seguiu Jesus. Deixou a sua posição cômoda, seu emprego de funcionário de uma rede a serviço do Império e seguiu Jesus. Estava sentado na coletoria de impostos e levantou-se, acompanhando Jesus prontamente. E mais: deu um jantar em sua casa para Jesus e seus discípulos e convidou seus colegas de profissão. Isto foi razão de escândalo e crítica para os fariseus. Mateus, desta forma, está homenageando seu Mestre e aproximando-o de outros pecadores como ele. Seu exemplo certamente levou outros a abraçarem o convite de Jesus, tornando-se discípulos do Reino de Deus.

Ele era um funcionário, trabalhava coletando impostos para os romanos, profissão mal vista pelo seu povo. Deixou tudo. Tudo o quê? Tudo o que representava segurança, estabilidade, ser um elo na rede de arrecadação de impostos. Largou isso. Deu outro rumo à sua vida. Zaqueu também era um cobrador de impostos, e mal afamado. Ao que parece, ele não deixou a sua profissão, como Mateus, mas deu novo rumo a ela. Prometeu reparar a quem prejudicara. Vá, então, pensando no seu caso. Deixar tudo pode significar dar um rumo novo ao seu trabalho, à sua profissão, ao seu casamento.

A liturgia de hoje também nos traz o exemplo de Abraão. Ele também foi chamado. E, apesar de sua idade avançada e a esterilidade de sua esposa, acreditou que Deus cumpriria o que lhe prometera: seria pai de uma enorme descendência. Diz o texto da carta aos Romanos: "Abraão, contra toda a humana esperança, firmou-se na esperança e na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos" (Rm 4,18). Quando falamos de vocação, falamos do chamado que Deus faz a cada um, a cada uma; da missão que cada um recebe. E da resposta de fé e de esperança que podemos dar a este chamado.




Guardando a mensagem

Jesus chamou um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Fez dele um apóstolo. Mateus, o convidado, aceitou o convite, com prontidão e generosidade. E logo arrumou um jeito de colocar Jesus em contato com seus colegas de profissão. E qual é a lição que você pode tirar desse evangelho? Bom, não aja como um fariseu, se escandalizando porque Jesus continua se misturando com os pecadores e os convidando a se tornarem seus discípulos. Ele veio para chamar os pecadores. Encante-se com Jesus, que age de uma forma assim tão surpreendente. E mais: reconheça que também você é um pecador, uma pecadora que precisa se levantar de seu comodismo, de sua zona de conforto para por o pé na estrada, na companhia de Jesus. E prepare-se para enfrentar a língua dos fariseus, porque de fariseu o mundo está cheio.

Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
a prontidão de Mateus em largar tudo e te seguir nos encanta. Chamado, não ficou protelando a sua adesão. Entendendo que o convite para te seguir comportava largar aquele vínculo de serviço ao Império como cobrador de impostos e a segurança do seu emprego, ele soube largar tudo, sem demora, nem desculpas. É um exemplo para nós, Senhor, esse teu apóstolo e evangelista. Também nos encanta o fato de tu, Senhor, não o teres discriminado por sua condição de colaborador dos romanos, mas o teres convocado para a missão, ao teu lado. Precisamos aprender contigo, Senhor, a dar valor às pessoas, fugindo de preconceitos e de qualquer discriminação. E precisamos aprender com Mateus a responder com generosidade ao teu chamado. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.


Vivendo a palavra

Reze, hoje, a Oração do Ano Vocacional. Vou deixá-la junto com o texto da Meditação.

Senhor Jesus,
enviado do Pai e Ungido do Espírito Santo,
que fazeis os corações arderem e os
pés se colocarem a caminho,
ajudai-nos a discernir a graça do vosso
chamado e a urgência da missão.

Continuai a encantar famílias, crianças,
adolescentes, jovens e adultos,
para que sejam capazes de sonhar e se entregar,
com generosidade e vigor,
a serviço do Reino,
em vossa Igreja e no mundo.

Despertai as novas gerações para a
vocação aos Ministérios Leigos,
ao Matrimônio, à Vida Consagrada
e aos Ministérios Ordenados.
Maria, Mãe, Mestra e Discípula Missionária,
ensinai-nos a ouvir o Evangelho da Vocação
e a responder com alegria.

Amém!

Comunicando

Amanhã, tem encontro dos Ouvintes, no Recife. Começa às 11 horas, na Igreja de Santo Antonio, no centro da cidade. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb​


     Você leu a Meditação de ontem?      

Acesse aqui a Meditação de 10.06.2023: 




quinta-feira, 30 de junho de 2022

UMA RESPOSTA GENEROSA E PRONTA




01 de julho de 2022

1a. Sexta-feira do mês


EVANGELHO


Mt 9,9-13

Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.
11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.


MEDITAÇÃO


Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

A escolha de Jesus foi surpreendente. Ele chamou um cobrador de impostos para segui-lo, para fazer parte do seu grupo. Um cobrador de impostos? Pois é, este era o tipo de gente detestada, porque arrancava o dinheiro do povo em favor dos dominadores romanos. Estavam a serviço dos pagãos, eram, portanto, tidos como traidores e impuros. E ainda assim, Jesus o chamou. “Segue-me”. O homem vê a cara, mas Deus vê o coração. Jesus o chamou para ser seu discípulo. Ele mesmo explicou depois: “eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

A resposta de Mateus também foi surpreendente, foi imediata e generosa. Ele se levantou e seguiu Jesus. Deixou a sua posição cômoda, seu emprego de funcionário de uma rede a serviço do Império e seguiu Jesus. Estava sentado na coletoria de impostos e levantou-se, acompanhando Jesus prontamente. E mais: deu um jantar em sua casa para Jesus e seus discípulos e convidou seus colegas de profissão. Ist o foi razão de escândalo e crítica para os fariseus. Mateus, desta forma, está homenageando seu Mestre e aproximando-o de outros pecadores como ele. Seu exemplo certamente levou outros a abraçarem o convite de Jesus, tornando-se discípulos do Reino de Deus.

Ele era um funcionário, trabalhava coletando impostos para os romanos, profissão mal vista pelo seu povo. Deixou tudo. Tudo o quê? Tudo o que representava segurança, estabilidade, ser um elo na rede de arrecadação de impostos. Largou isso. Deu outro rumo à sua vida. Zaqueu também era um cobrador de impostos, e mal afamado. Ao que parece, ele não deixou a sua profissão, como Mateus, mas também deu novo rumo a ela. Prometeu reparar a quem prejudicara. Vá, então, pensando no seu caso. Deixar tudo pode significar dar um rumo novo ao seu trabalho, à sua profissão, ao seu casamento.


Guardando a mensagem

Jesus chamou um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Fez dele um apóstolo. Mateus, o convidado, aceitou com prontidão e generosidade o convite. E logo arrumou um jeito de colocar Jesus em contato com seus colegas de profissão. E qual é a lição que você pode tirar desse evangelho? Bom, não aja como um fariseu, se escandalizando porque Jesus continua se misturando com os pecadores e os convidando a se tornarem seus discípulos. Ele veio para chamar os pecadores. Encante-se com Jesus, que age de uma forma assim tão surpreendente. E mais: Reconheça que também você é um pecador, uma pecadora que precisa se levantar de seu comodismo, de sua zona de conforto para por o pé na estrada, na companhia de Jesus. E prepare-se para enfrentar a língua dos fariseus, porque de fariseu o mundo está cheio.

Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
a prontidão de Mateus em largar tudo e te seguir nos encanta. Chamado, não ficou protelando a sua adesão. Entendendo que o convite para te seguir comportava largar aquele vínculo de serviço ao Império como cobrador de impostos e a segurança do seu emprego, ele soube largar tudo, sem demora, nem desculpas. É um exemplo para nós, Senhor, esse teu apóstolo e evangelista. Também nos encanta o fato de tu, Senhor, não o teres discriminado por sua condição de colaborador dos romanos, mas o teres convocado para a missão, ao teu lado. Precisamos aprender contigo, Senhor, a dar valor às pessoas, fugindo de preconceitos e de qualquer discriminação. E precisamos aprender com Mateus a responder com generosidade ao teu chamado. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

No seu caderno espiritual, responda: ‘Como tem sido a minha resposta ao chamado de Jesus?’

Comunicando

Todas as minhas músicas, você pode ouvir e até ver clipes no meu Canal do Youtube (Padre João Carlos), como também nas plataformas de streaming de música, especialmente no Spotify. 

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

quinta-feira, 1 de julho de 2021

GENEROSIDADE NA RESPOSTA



02 de julho de 2021

EVANGELHO


Mt 9,9-13

Naquele tempo, 9Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.
11Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: “Por que vosso mestre come com os cobradores de impostos e pecadores?” 12Jesus ouviu a pergunta e respondeu: “Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. 13Aprendei, pois, o que significa: ‘Quero misericórdia e não sacrifício’. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.


MEDITAÇÃO 


Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

A escolha de Jesus foi surpreendente. Ele chamou um cobrador de impostos para segui-lo, para fazer parte do seu grupo. Um cobrador de impostos? Pois é, este era o tipo de gente detestada, porque arrancava o dinheiro do povo em favor dos dominadores romanos. Estavam a serviço dos pagãos, eram, portanto, tidos como traidores e impuros. E ainda assim, Jesus o chamou. “Segue-me”. O homem vê a cara, mas Deus vê o coração. Jesus o chamou para ser seu discípulo. Ele mesmo explicou depois: “eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores”.

A resposta de Mateus também foi surpreendente, foi imediata e generosa. Ele se levantou e seguiu Jesus. Deixou a sua posição cômoda, seu emprego de funcionário de uma rede a serviço do Império e seguiu Jesus. Estava sentado na coletoria de impostos e levantou-se, acompanhando Jesus prontamente. E mais: deu um jantar em sua casa para Jesus e seus discípulos e convidou seus colegas de profissão. Ist o foi razão de escândalo e crítica para os fariseus. Mateus, desta forma, está homenageando seu Mestre e aproximando-o de outros pecadores como ele. Seu exemplo certamente levou outros a abraçarem o convite de Jesus, tornando-se discípulos do Reino de Deus.

Ele era um funcionário, trabalhava coletando impostos para os romanos, profissão mal vista pelo seu povo. Deixou tudo. Tudo o quê? Tudo o que representava segurança, estabilidade, ser um elo na rede de arrecadação de impostos. Largou isso. Deu outro rumo à sua vida. Zaqueu também era um cobrador de impostos, e mal afamado. Ao que parece, ele não deixou a sua profissão, como Mateus, mas também deu novo rumo a ela. Prometeu reparar a quem prejudicara. Vá, então, pensando no seu caso. Deixar tudo pode significar dar um rumo novo ao seu trabalho, à sua profissão, ao seu casamento.

Guardando a mensagem

Jesus chamou um cobrador de impostos para ser seu discípulo. Fez dele um apóstolo. Mateus, o convidado, aceitou com prontidão e generosidade o convite. E logo arrumou um jeito de colocar Jesus em contato com seus colegas de profissão. E qual é a lição que você pode tirar desse evangelho? Bom, não aja como um fariseu, se escandalizando porque Jesus continua se misturando com os pecadores e os convidando a se tornarem seus discípulos. Ele veio para chamar os pecadores. Encante-se com Jesus, que age de uma forma assim tão surpreendente. E mais: Reconheça que também você é um pecador, uma pecadora que precisa se levantar de seu comodismo, de sua zona de conforto para por o pé na estrada, na companhia de Jesus. E prepare-se para enfrentar a língua dos fariseus, porque de fariseu o mundo está cheio.

Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13).

Rezando a palavra

Senhor Jesus,
A prontidão de Mateus em largar tudo e te seguir nos encanta. Chamado, não ficou protelando a sua adesão. Entendendo que o convite para te seguir comportava largar aquele vínculo de serviço ao Império como cobrador de impostos e a segurança do seu emprego, ele soube largar tudo, sem demora, nem desculpas. É um exemplo para nós, Senhor, esse teu apóstolo e evangelista. Também nos encanta o fato de tu, Senhor, não o teres discriminado por sua condição de colaborador dos romanos, mas o teres convocado para a missão, ao teu lado. Precisamos aprender contigo, Senhor, a dar valor às pessoas, fugindo de preconceitos e de qualquer discriminação. E precisamos aprender com Mateus a responder com generosidade ao teu chamado. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Vivendo a palavra

No seu caderno espiritual, responda: ‘Como tem sido a minha resposta ao chamado de Jesus?’

Pe. João Carlos Ribeiro, sdb

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