BLOG DO PADRE JOÃO CARLOS - MEDITAÇÃO: frutos
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ATENÇÃO PARA NÃO SEMEAREM JOIO NA SUA PLANTAÇÃO



Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora (Mt 13, 25). 


28 de julho de 2018.


Jesus contou uma parábola para ensinar a gente a ser paciente, tolerante e deixar o julgamento para Deus. E, certamente, também pra gente ficar mais atento com o que estamos fazendo, com a nossa plantação. Ele contou a parábola do joio e do trigo. Um homem semeou boa semente de trigo em seu campo. De noite, veio o inimigo e semeou o joio. Cresceram juntos, trigo e joio. Quando começaram a aparecer as espigas, notou-se que no meio do trigo havia o joio. Os empregados queriam arrancá-lo. Mas, o homem não deixou. Poderiam confundir trigo com joio. Deixassem chegar o tempo da colheita. Aí, sim, arrancariam primeiro o joio e tocariam fogo nele. O trigo não, o trigo iria para o celeiro.

Jesus, à parte, em casa, com os discípulos deu uma explicação dessa parábola. O homem que semeou a boa semente é ele mesmo, o Mestre. O trigo são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao maligno. No fim dos tempos, os anjos farão a ceifa. E cada um terá o seu destino: os maus para o fogo eterno, os justos para a glória. 

Você conhece um pé de trigo? O trigo é como um capim crescido com espigas. Quando chega o tempo da colheita, fica tudo amarelinho. Espigas bonitas, os grãos todos arrumadinhos, tudo bem certinho. É bonito de se ver. O trigo era a base alimentar do povo do tempo de Jesus. Com ele, faziam o pão, em casa. Mas, e o joio? O joio, você nunca viu. O joio é uma erva daninha, também chamada de cizânia, que dá no meio de cereais como o trigo. Ele é bem parecido com o trigo. Só quando começa a dar espigas é que se nota a diferença. Umas espigas com uns grãos desengonçados, uns grãozinhos pretos tóxicos. As feiosas espigas ficam logo pendidas para um lado. E tem outro detalhe que os diferencia. O trigo tem raízes não muito profundas, é fácil arrancá-lo. Já o joio tem raízes rasteiras que se entrelaçam nas raízes do trigo. Na história de Jesus, o homem achou melhor não arrancar o joio. O melhor seria aguardar a colheita. Arrancando o joio iria-se prejudicar o trigo, claro, porque suas raízes se misturam com as do trigo. Seria prejuízo para o desenvolvimento da espiga do trigo. 


A grande lição da parábola é a tolerância. Vivemos nesse mundo, junto com todo mundo. Não podemos viver separados. A oração de Jesus na última ceia dizia: “Pai, não peço que os tires do mundo, mas que os livres do maligno”. Trata-se de convivermos, com respeito e tolerância com todos. Não quer dizer que aplaudimos o mal. Não. Trabalhamos para que todos se consertem, todos precisam ter essa chance. Temos que ser pacientes, como Deus é paciente. Somos trigos. Convivemos com o joio. Mas, todo cuidado é pouco para não nos tornamos também joio, permitindo que o mal nos influencie e nos faça à sua imagem. O joio e o trigo se conhecem pelas espigas, pelos frutos. O fruto é que nos diz se é trigo e vai dar um bom pão ou se é joio e está só sugando a terra e atrapalhando o desenvolvimento do trigo.


Vamos guardar a mensagem 

Os fariseus bem que queriam viver separados das outras pessoas, a quem eles chamavam de pecadores. Mas, Jesus agiu de maneira diferente. Procurava estar com todos, mesmo com aqueles que a sociedade discriminava. Vivemos misturados, joio e trigo. O joio não vai ter um bom final. Mas, o trigo tem que ter cuidado para não se deixar assimilar pelo joio e tornar-se estéril ou dar frutos venenosos como ele. Pelo contrário, o trigo precisa trabalhar para ajudar na conversão do joio. A parábola do joio e do trigo é um belo ensinamento sobre a tolerância, a convivência. Mas, também sobre a vigilância. Não deixar que o inimigo semeie o joio na nossa plantação.


Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora (Mt 13, 25).

Vamos rezar a palavra



Senhor Jesus, 

Tu nos ensinaste a rezar, no Pai Nosso, “Livrai-nos do mal”. Ajuda-nos, Senhor, a estar vigilantes para que o inimigo não semeie joio na nossa plantação de trigo, na nossa família, na nossa comunidade. Ensina-nos a conviver com quem é joio, sem exclui-lo, mas sem imitá-lo ou deixar-nos cooptar pela desonestidade, pela infidelidade, por suas más ações. Antes, sejamos capazes de ajudá-los a se transformarem em trigo, antes que chegue o dia final da colheita. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.


Vamos viver a palavra 

Talvez você já esteja identificando algum joio na sua plantação. Que tal rezar por ele, para que se converta enquanto é tempo?

Pe. João Carlos Ribeiro – 28.07.2018

ESPELHO, ESPELHO MEU, EXISTE FIGUEIRA MAIS BONITA DO QUE EU?

De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi lá ver se encontrava algum fruto (Mc 11, 13)
01 de junho de 2018.
Você já viu uma figueira? Muita gente nunca viu uma figueira, uma planta que dá figo. É um arbusto muito comum na terra de Jesus. E aparece muito na Bíblia. Adão e Eva cobriram sua nudez, costurando folhas de figueira. Zaqueu subiu numa figueira brava pra ver Jesus passar. Muitas vezes a figueira representa o povo de Deus. No frio, a figueira perde todas as suas folhas, mas lá pelo mês de março, ela renasce e se prepara para dar figos, uma fruta gostosa, muito apreciada pelo povo da Bíblia.
No evangelho de hoje, Marcos capítulo 11, há um episódio em que Jesus estava indo ao Templo e encontrou, no caminho, um lindo pé de figueira, bonito mesmo, cheio de folhagens verdes. Ele estava com fome. Avistou de longe aquele arbusto bonitão e lhe veio aquela vontade de comer figo, chega lhe deu água na boca. Chegou perto, procurou, procurou, e nada. A figueira só tinha beleza, frutos não tinha. Jesus ficou bravo. Os discípulos escutaram ele dizer: “Também ninguém mais vai comer do teu fruto”.
Para entender bem essa passagem, é bom ver o contexto. Um dia antes, Jesus tinha entrado no Templo de Jerusalém e observado o que estava acontecendo por lá. Parece que ele não gostou do que viu.  Ele foi dormir em Betânia, um lugar fora da cidade. E no dia seguinte, voltando para o Templo, ele encontrou essa figueira da história. Quando ele chegou no Templo (ai, ai, ai), o negócio foi sério. Expulsou os vendedores e os compradores do negócio de animais e do câmbio de moedas. A confusão foi grande. Denunciou ao povo, em alta voz, que tinham transformado a casa de oração em toca de ladrões. Os sumos-sacerdotes juraram acabar com ele.
Na manhã seguinte, eles passaram pela mesma estrada e ficaram espantados com o que viram. A figueira tinha secado. Pedro foi o primeiro a informar, surpreso: “Mestre, a figueira que amaldiçoaste secou”.
Tenho certeza que, conhecendo esses pormenores do contexto, você já entendeu quem é essa figueira e porque ela secou. Dentro do contexto do evangelho de hoje, a figueira é o Templo. O Templo é essa monumental instituição, bela aos olhos dos peregrinos, que atrai tanta gente nas peregrinações, com tantos sacrifícios de animais oferecidos em culto a Deus... uma figueira coberta de belas folhas. Mas cadê os frutos? Nada. Jesus repreendeu a figueira. E ela secou. Jesus repreendeu o Templo. E qual foi a sua sorte? Bom, 40 anos depois, foi destruído pelos romanos. Figueira sem fruto, reprovada na avaliação divina.
Mas, qual é a atualidade dessa cena evangélica, se o Templo de Jerusalém não existe mais? Bom, você pensou em alguma coisa, eu também, mas deixa pra lá. O Templo pode ser sua comunidade, pode ser a nossa obra, pode ser a sua pessoa também. Pode cobrir-se de folhas, enfeitar-se muito, mostrar-se como árvore frondosa, mas os frutos é que contam. Se não os tiver, nada feito.
Vamos guardar a mensagem
A figueira coberta de folhas, no contexto do evangelho de hoje, é, em primeiro lugar,  o Templo de Jerusalém. Jesus e os peregrinos o viam majestoso, com um afluxo invejável de peregrinos, movimentando muito dinheiro no negócio dos animais para o sacrifício, mas os frutos que dele se podiam esperar não existiam. A figueira pode ser também a própria Igreja, a sua família, a minha vida. Importante são os frutos. Que frutos Jesus espera encontrar em nossas vidas e em nossas instituições? Vamos a uma pequena lista: Conversão, comunhão com Deus, cumprimento dos mandamentos, vivência da fraternidade, compromisso com a justiça e com a verdade, honestidade, fidelidade, solidariedade, participação na missão, atenção aos pobres e sofredores. Mas, a lista pode ser bem maior.
De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi lá ver se encontrava algum fruto (Mc 11, 13)
Vamos rezar a palavra
Senhor Jesus,
Deus fez uma aliança com o povo antigo. Mas, ele se mostrou infiel em muitas ocasiões, rompendo a aliança. Como prometido, foste enviado e fizeste conosco a nova e eterna aliança, renovando os pactos já firmados no antigo testamento. Infelizmente, também podemos ser infiéis e romper a aliança firmada no teu sangue. Afastando-nos de ti e do teu evangelho, não damos frutos, como o ramo separado da videira. Dá-nos, Senhor, que com a assistência do teu Santo Espírito, frutifiquemos em obras de conversão, de amor solidário e na edificação de pessoas renovadas neste mundo. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre.
Vamos viver a palavra
No seu diário espiritual (já está na hora de você ter o seu), desenhe uma figueira, um arbusto não muito grande ou cole uma figura, para lhe representar. Depois, faça uma lista dos frutos que Deus espera de você.

Pe. João Carlos Ribeiro – 01.06.2018

AO MEU FILHO, ELES VÃO RESPEITAR!

MEDITAÇÃO PARA A SEXTA-FEIRA 02 DE MARÇO DE 2018.
Finalmente, o proprietário enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’ (Mt 21, 37)
Olha só essa história de Jesus.... Um homem plantou uma vinha. Arrendou-a e viajou para longe. No tempo combinado, mandou buscar a renda. Os rendeiros negaram-se violentamente a pagar a renda.
Para entender essa história de Jesus, basta saber quem é a vinha. E quem seriam os agricultores covardes que se apossaram da vinha. Você tem uma ideia sobre quem é a vinha? A vinha, quem é? Vou lhe ajudar. Uma vinha é uma unidade de produção de vinho:  a plantação da uva, a colheita e a fabricação  do vinho, tudo feito na mesma fazenda. A vinha é uma imagem bíblica do povo de Deus. A vinha é o povo de Deus. No caso, o povo de Israel era a vinha. Foi Deus que plantou aquela vinha e a aparelhou de tudo para produzir um bom vinho. O vinho é uma coisa nobre, é uma representação dos frutos que o povo devia produzir.
Então, quem é a vinha? O povo de Deus. O povo com sua terra, sua organização, seu desenvolvimento. E de quem é a vinha? Claro, de Deus. Foi ele que a plantou e organizou tudo. Ele deixou um grupo de agricultores tomando conta, os rendeiros. E quem seriam esses agricultores?  Pense aí... É só prestar bem atenção no começo da leitura, que a gente fica sabendo de quais agricultores Jesus estava falando. Deixa eu ler o comecinho do evangelho de hoje: “Jesus começou a falar aos sumos sacerdotes, mestres da Lei e anciãos, usando parábolas”. Quem são os agricultores que ficaram como rendeiros, tomando conta da vinha? Isso, essa turma aí... os sumos sacerdotes, os mestres da lei, os anciãos... os líderes do povo, os seus governantes. Eles não são donos da vinha. Eles devem dar conta do seu trabalho e dos frutos que a vinha produzir, dar contas ao dono da vinha. E quem é o dono da vinha? Claro, Deus.
Mas, os agricultores da parábola maltrataram os empregados que o dono da vinha mandou para receber a renda. Bateram neles, expulsaram, até mataram alguns. E quando o dono da vinha resolveu enviar o seu filho único, o herdeiro, eles se combinaram para matá-lo. Os empregados enviados foram os profetas.  E você já advinha quem foi o filho único que o dono da vinha mandou... quem foi? Claro, o próprio Jesus que está contando a história.
Vamos guardar a mensagem
Por que será que essa palavra está chegando a você hoje? Aí eu já não sei. Mas que ela é uma palavra viva de Deus para você hoje, eu não tenho dúvida. Vou lhe dar uma sugestão. Você poderia pensar na sua vida. A sua vida é uma vinha que Deus plantou e dispôs muitas oportunidades para que ela produza muita coisa boa, um bom vinho. A sua vida é uma vinha. Você é o agricultor (a agricultora) que ficou tomando conta dela. Não vá pensar que a vinha é sua. Não é. Não vá negar a quota que é devida ao dono dela. Nem tratar os emissários dele com violência. E que quota você deve dar ao dono de sua vida? É bom você perguntar ao Espírito Santo de Deus que habita em você desde o batismo. Ele vai lhe dizer alguma coisa. Mas, eu já adianto: você precisa reconhecer claramente que a vinha é de Deus, que o que você consegue não é só fruto do seu suor. Você precisa agradecer mais, obedecer mais, partilhar mais.
Finalmente, o proprietário enviou-lhes o seu filho, pensando: ‘Ao meu filho eles vão respeitar’ (Mt 21, 37)
Vamos acolher a mensagem
Senhor Jesus,
Nesta tua história de hoje, a parábola dos vinhateiros, disseste que o dono da vinha mandou seu filho único para receber a parte do arrendamento. Sabemos que és tu que vieste. Tu és o filho unigênito que o Pai nos enviou. O que está na parábola foi o que te aconteceu: Eles te mataram e jogaram pra fora da vinha. Até hoje, eu tinha ficado com raiva daqueles agricultores violentos. Mas, agora está me ocorrendo que o rendeiro (a rendeira) sou eu também. Eu quero, hoje, com a tua graça, reconhecer que é o Pai o dono da minha vida e te acolher como o filho único enviado pelo Pai, o herdeiro, o Senhor. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre.
Amém.
Vamos viver a Palavra
Estamos já no 16º dia da caminhada quaresmal. Hoje é sexta-feira , dia de abstinência de carne. Minha sugestão: leve a sério. Nada de carne hoje. Este pequeno sacrifício é para nos unirmos ainda mais ao filho do dono da vinha, a quem o nosso pecado expulsou e levou à cruz numa sexta-feira.

Pe. João Carlos Ribeiro – 01.03.2018

VOCÊ COLHE O QUE PLANTA

Não existe árvore boa que dê frutos ruins (Lc 6, 43)
No evangelho de hoje, Jesus compara árvore, homem e casa. Árvore ruim dá frutos ruins. Homem mau tira coisas más do seu coração. Casa sem alicerce desmorona na primeira enxurrada. Por outro lado, árvore boa dá frutos bons. Do coração de um homem bom só sai coisas boas. E casa construída em alicerce sobre a rocha é que resiste às tempestades da vida.
Tudo isso pra dizer que os frutos bons, as obras boas e a resistência às crises são consequências do que a gente planta, das decisões que se toma, do alicerce sobre o qual a gente constrói. Você planta um espinheiro, não vai querer colher uvas dele. Você vai juntando coisa ruim no coração, com as decisões que toma, só pode sair coisa ruim de sua boca. A boca fala do que o coração está cheio. Do mesmo modo, sua casa, sua vida, seu negócio, seu casamento não resistirão às turbulência da vida se não tiverem um bom alicerce. Casamento construído nas carreiras se desmancha antes do segundo aniversário. Sem estudo sério, sem alicerce pra valer, você não vai pra frente.
Jesus é o Mestre que está ensinando os seus discípulos a viverem com sabedoria. Muitos livros na Bíblia são assim, de ensinamentos pra gente viver direito. Sobretudo os livros chamados Sapienciais estão cheios de conselhos e orientações sobre como viver bem, sendo fiel a Deus. Você, com certeza, já ouviu ou folheou alguns desses livros bíblicos: os livros da Sabedoria, dos Provérbios, do Eclesiástico, do Eclesiastes, além do Livro dos Salmos.
E a sabedoria que Jesus está ensinando aos discípulos e discípulas tem um fundamento muito simples e claro: construir a própria vida sobre a prática da Palavra de Deus. Ele falou de ir a ele, ouvir sua palavra e pô-la em prática. Ir a ele, porque não é o ensinamento de qualquer um que garante a nossa vida. Nossa garantia está em Jesus. Ele é o filho de Deus, sabe direitinho o que Deus quer. Ele é o verbo feito carne, sabe bem como podemos viver segundo o coração de Deus. Ir a ele, não a qualquer mestre. Como disse Pedro, naquele sermão depois do Pentecostes, Deus fez de Jesus o nosso Guia. E, indo a ele, ouvir a sua palavra. A sua palavra revela a vontade do Pai. E realizar essa palavra, praticando-a.
Praticando a Palavra de Deus, estamos lançando alicerces sólidos para o futuro; plantando a semente ou a muda que vai dar uma árvore apreciada pelos bons frutos.  Assim, enchemos o coração de coisas boas. Na hora oportuna, o homem sábio tirará do tesouro do seu coração coisas boas: compreensão com a fraqueza dos outros, bons conselhos, perdão, esperança, alegria, fé. Na tempestade, a casa resistirá. A gente colhe o que planta.
Vamos guardar a mensagem de hoje
Jesus, Mestre da sabedoria de Deus, nos ensina como viver bem. Para colher amanhã, precisamos plantar hoje e plantar bem. A grande tarefa de hoje é lançar alicerces, que consiste em praticarmos a Palavra de Deus que ouvimos. É como quem constrói uma casa com alicerces profundos, sobre a rocha. Ninguém derruba. É como quem planta uma árvore escolhendo a melhor muda ou a melhor semente. Vai colher os melhores frutos.
Não existe árvore boa que dê frutos ruins (Lc 6, 43)
Vamos acolher a mensagem de hoje com uma prece
Senhor Jesus,
que bênção é a tua Palavra, Senhor. É a Palavra que escutaste do Pai. É a palavra certa para a nossa frágil vida humana que tu bem conheces. Dá-nos, Senhor, o teu Santo Espírito para que transformemos a Palavra que escutamos em novas atitudes, em mudança de vida e em alicerce para a nossa casa. Seja bendito o teu santo nome, hoje e sempre. Amém.

Pe. João Carlos Ribeiro – 15,09.2017

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